Sociedade

Governo anuncia regulamentação da lei de inclusão para 2025

Continua a ser uma das maiores preocupações das pessoas com deficiência em São Tomé e Príncipe: a falta de regulamentação da lei de base para a inclusão.

É um instrumento crucial para a vida das pessoas com deficiência em São Tomé e Príncipe. Aguardamos ansiosamente por este documento tão importante” – pediu Osvaldo Reis, Presidente da federação das Associações de Pessoas com Deficiência

O apelo para a regulamentação foi renovado durante a celebração do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. O Governo respondeu de imediato, anunciando que a medida será implementada em 2025.

É um objetivo que tentaremos concretizar no próximo ano. Faremos todos os esforços, juntamente com os parceiros aqui presentes. Este é um compromisso declarado, e trabalharemos para que isso seja possível” – prometeu Celsio Junqueira, Ministro do Trabalho e Solidariedade.

Em São Tomé e Príncipe, o dia internacional das pessoas com deficiência foi celebrado sob o lema “Inclusão sem consciência, é exclusão”, onde foi destacada a importância de ações concretas e sensibilização para a verdadeira integração social.

Liderança, consciência e ação são fundamentais para transformar nosso lema em realidade. Só assim garantiremos que a inclusão não seja apenas um ideal, mas um pilar sólido em nossa sociedade. Espero que hoje, mais do que nunca, reafirmemos nosso compromisso com a inclusão e com os direitos das pessoas com deficiência” – sublinhou Eric Overvest, Coordenador residente do Sistema das Nações unidas.

Um almoço de confraternização na CACAU – Casa das Artes, Criação, Ambiente e Utopias – marcou as celebrações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência em São Tomé e Príncipe.

José Bouças

1 Comment

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  1. ANCA

    5 de Dezembro de 2024 at 15:43

    Antes de levarmos a cabo politicas, projectos, modernização há que ter em conta conceitos como a transparência, o rigor, a organização, o trabalho, a justiça, a protecção, a segurança a sustentabilidade.

    Neste sentido há que ter em mente, políticas e planos de ordenamento do território, prerrogativas como a questão dos acessos, vias de acessos, passeios, as cadeiras de rodas, as cadeiras electronicas, os elevadores de acesso a pessoas com deficiências, ou deficientes, a questão do ensino, bolsas de estudo, as , a linguagem surdo mudo, ensino especial, o emprego para pessoas dedientes, o rendimentos, a saúde, a integração social, a habitação, …

    Requer visão e interdisciplinaridade para uma boa inclusão

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

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