Num esforço para tornar o debate sobre saúde menstrual mais inclusivo, dezenas de jovens — muitas delas com deficiência — participaram num workshop realizado pela União das Associações Juvenis e a Federação da Associação dos Deficientes de São Tomé e Príncipe. O evento teve o apoio do FNUAP e do UNICEF e aconteceu por ocasião do Dia Internacional da Higiene Menstrual.
O objetivo principal foi abrir espaço para conversas francas sobre a menstruação, um tema ainda envolto em tabus no país, especialmente entre quem vive com deficiência e enfrenta obstáculos adicionais para lidar com esse processo natural de forma segura e digna.
A representante do FNUAP, Edna Pérez, sublinhou que é preciso tratar a menstruação como uma questão de saúde pública e dignidade. Ela lembrou que as limitações enfrentadas por mulheres com deficiência vão além do físico, pois somam-se a preconceitos e falta de recursos adequados.
Durante o workshop, surgiram relatos sobre dificuldades de acesso a produtos menstruais, inexistência de casas de banho adaptadas em escolas e comunidades, e falta de informação adequada para quem tem deficiência visual ou auditiva.
Para Nêuza Carvalho, do UNICEF, garantir a participação plena de pessoas com deficiência exige que elas sejam envolvidas desde o planeamento das ações. A presença de intérpretes de língua gestual e técnicos de saúde sexual no evento foi considerada um exemplo positivo de como a inclusão pode ser efetiva.
Os organizadores pretendem levar a iniciativa a outras localidades, como a Região Autónoma do Príncipe, ampliando o alcance da educação comunitária sobre higiene menstrual.
A escolha do dia 28 de maio como data simbólica internacional pretende lembrar a duração média do ciclo e da menstruação. O evento reforça a necessidade de uma sociedade mais justa, onde todas as pessoas tenham voz e acesso aos seus direitos.
Waley Quaresma
Amiga de Gégé
1 de Junho de 2025 at 4:50
Bom lugar p’ra Gégé. Ele estava lá no bar sozinho a “comer àgua dele atoa, vim-péma” falando sozinho, a única palavra que saia da boca dele é “menstruação.” Triste.
Algumas dessas coisas do Gégé obviamente não mudaram com o tempo. A possibilidade psicológica é provavelmente um bom rumo a seguir, sobretudo com toda essa tecnologia que existe, diferente hoje em dia em comparação com o passado distante. Homem não mudou. Muita gente está preocupada com as negativas atitudes dele, sobretudo quando ele da cara no Facebook e nas redes sociais. É uma lástima. Ninguém consegue aconselhá-lo?
É uma pergunta inteligente que se faz porque revela a extensão em que o conceito de “pessoa normal” ou possibilidade de ser “mais ou menos” é relativamente inexistente para Gégé. É uma tristeza profunda. Sim ou não?
Móssu Santatoni Glota Blubudu
1 de Junho de 2025 at 6:46
Gégé Gégé Gégé deixa de vinho de palma e cacharramba. Já chega, rapaz!
Avó Yá-Yá Repara
2 de Junho de 2025 at 9:16
Um homem sábio controla os seus impulsos primitivos. Um homem que se recusa a aprender com os seus fracassos é prisioneiro da sua própria ignorância. Este homem é o tal negativo Gégé.
Ele precisa de Força, Encorajamento, Educação caseira e Animação.
Não importa quantas chances a vida lhe dê, ele tropeça nas mesmas armadilhas. Como um cão correndo ao círculo para aguarrar a sua própria cauda. O Gégé é assim. Homem assim se faz de vítima. Ele é ilógico. Fruta-pão caiu bateu ele na cabeça. Se glorifica em maus hábitos autodestrutivos, procrastinação, preguiça, e maus vícios sem nunca mudar de abordagem.
Não se percebe. Não houve progresso e não tem relevância. Ele é um fenómeno muito estranho. Parece ser um “meio-homem” que está perdido ou desnorteado!
Não quer aprender.
Não quer mudar.
Não quer saber.
Não quer se concentrar.
Não tem remédio.
Aconselhamos-lhe que o momento em que ele recuse em aprender é o momento em que ele para de crescer. Ele, Gégé não quer saber.
Tolo! Vadio! Preguiçoso!
Ficou atrelado ao atrapalhamento.
Ele continua sistematicamente a ser um impedimento gravíssimo.
A inteligência emotional é uma escolha no final do dia, a estupidez não é permanente, a menos que a pessoa escolha que seja.
Gégé tem o poder de mudar, mas apenas se ele estiver disposto a trabalhar duro neste sentido. É permitido. Se não, vai continuar assim. Estamos surpreendidos. A escolha é dele.
O Gégé carece de responsabilidade e prefere buscar validação externa. O trabalho é interno e pessoal — está lá o trabalho por fazer e a espera dentro da cabeça de Gégé.
Prioriza dramas e sanzalas. Gégé é inevitavelmente um algo impulsivo sem qualidade e nem valor.
Ele não quer aprender a lidar com o narcissismo que lhe é fundamentalmente inerente. O homem não quer crescer—uma recusa obstinante.
Enfim. Gégé. Credo credo credo!
Gégé é um grande boateiro e comandante-geral das fofocas. É primitivo e se deixa governar por um Ego extremamente doentio. Rodeia-se de bicharadas… tudo desmorona devido imaturidade emocional dele e comportamentos autodestrutivos.
É confrangedor e mesquinho. O resultado está a vista e disponível na praça pública. Ele é literalmente cego, surdo e ingênuo. Falta de autoestima é a realidade desse Gégé. De facto, agarra-se ao ressentimento como um troféu.
Ele se ofende facilmente e leva tudo para o lado pessoal. É instável e causa cenas desnecessárias.
Certamente, ele é incapaz de assumir a vida com mais seriedade. É um colapso total. Imprudente. Na sua essência é fundamentalmente inseguro e mantém sua vida sempre em turbulência. É desgastante. De autocrescimento Gégé não quer saber.