Empresas holandesa e sul-africana cooperam na execução do maior investimento privado da história da ilha do Príncipe e do país

O grupo holandês IHDC de Rombougt Swanborn, que há vários anos explora o Resort Bombom não vai abandonar a ilha do Príncipe após a conclusão esta semana do negócio de venda do resort para o milionário sul-africano Mark Shuttleworth, proprietário do grupo empresarial HBD. Pelo contrário os dois grupos privados decidiram implementar um projecto de investimento sustentado na ilha do Príncipe.

Em declarações ao Téla Nón a partir da África do Sul, o empresário holandês Rombougt Swanborn, proprietário da IHDC que agrupa 3 empresas operacionais em São Tomé e Príncipe, nomeadamente a Airport Management STP, Africa Eden STP e a África Connection STP, garantiu para esta semana a conclusão do negócio de venda do resort Bombom e do Hotel Omale Lodje em São Tomé, para o milionário sul-africano Mark Shuttleworth. «A venda do resort Bombom e da Omale Lodje, ainda não está consumada. Acredito que a transacção financeira de compra e venda ficará concluída esta semana. Posso dizer que eu e o empresário Mark Shuttleworth, já concluímos mais de 90% do processo relacionado com o negócio. Faltam alguns pormenores, para celebrarmos o acordo final, o que deverá acontecer esta semana», assegurou Rombougt Swanborn, em entrevista ao Téla Nón a partir da África do Sul.

O empresário holandês preferiu não avançar o valor do negócio de compra e venda do resort Bombom e do Hotel Omali Lodje em São Tomé. Segundo Rombougt Swanborn, o valor poderá ser conhecido após a celebração do contrato de compra e venda.

O empresário holandês, disse ao Téla Nón que avançou para o negócio de venda do Resort Bombom, com muita “dor no coração”, porque considera a estância hoteleira do Príncipe como o lugar mais bonito do mundo.

No entanto a oportunidade de venda do resort, acabou por abrir oportunidade para um maior investimento do grupo holandês na ilha do Príncipe. «Não vamos abandonar a ilha do Príncipe. Pelo contrário vamos reforçar o investimento numa parceria com o senhor Mark Shuttleworth», declarou o empresário, Rombougt Swanborn.

O projecto estruturante para o desenvolvimento económico e social da ilha do Príncipe, preparado pelos dois investidores privados, cujo acordo de investimento já foi assinado com o Governo da Região Autónoma, visa transformar Príncipe numa ilha de turismo ecológico de alto nível.

O empresário Rombougt Swanborn, que detalhou para o Téla Nón o espírito do acordo de investimento anunciou que a sua empresa IHDC, conseguiu acordo com o Estado são-tomense, para concessão da Roça Belo Monte, que nos próximos 30 anos vai ser explorado pelo grupo.  Roça com enorme potencial turístico que nos últimos anos esteve abandonada. A praia banana (na foto), é uma das referências de Belo Monte.

Aqui mais concretamente na zona do miradouro que dá uma vista paradisíaca para a praia banana, será construído um restaurante de luxo. «Também já começamos a reabilitar as infra-estruturas da roça. Vamos construir ali alguns condomínios turísticos, e uma estrada que vai ligar o terreiro da Roça à Praia Banana. Tendo em conta a riqueza ecológica do Príncipe, vamos também construir no quintal da Roça, um museu da história natural do Príncipe», explicou Rombougt Swanborn.

Segundo o empresário holandês, antes de avançar com as infra-estruturas turísticas, a sua empresa vai construir uma escola primária e cerca de 25 casas sociais para realojar os habitantes da Roça Belo Monte. Uma forma de deixar as infra-estruturas do terreiro da roça livres, para o desenvolvimento da actividade turística, com destaque para a bela casa do Patrão. «As obras já começaram em Belo Monte», frisou.

Ainda inserido no projecto de 30 anos em Belo Monte, a empresa holandesa, já identificou um terreno que confina com a Praia Burra, e que faz parte da roça Belo Monte, onde serão construídos 15 bungalows ecológicos. «Decidimos não construir qualquer infra-estrutura hoteleira na praia banana, que é um santuário de beleza natural. Preferimos a praia burra mas mesmo assim no meio dos coqueiros. A preservação da luxuriante natureza do Príncipe, é a nossa principal prioridade. Esses bungalows ecológicos, visam provocar a interactividade entre os turistas e a comunidade piscatória da Praia Burra. A nossa visão de turismo para o Príncipe é de inclusão das comunidades», sublinhou.

Ainda na perspectiva de explorar ao máximo e de forma sustentada a riqueza natural do Príncipe, para alimentar o turismo, o grupo holandês já fez o desenho do hotel ecológico que será construído nas margens do rio São Tomé, composto por um máximo de 12 bungalows. «Essa unidade hoteleira que será construída na margem do Rio São Tomé, vai funcionar como uma porta de entrada dos turistas para o parque natural do Príncipe. Vamos contratar e formar guias que deverão conduzir os turistas à descoberta desta que é uma das florestas mais virgens de toda África Central», precisou Rombougt Swanborn.

O investimento do grupo holandês na criação de novas unidades hoteleiras de cariz ecológico no Príncipe, nomeadamente na Roça Belo Monte e nas margens do Rio São Tomé, está intrinsecamente ligado, a intervenção do milionário sul-africano, Mark Shuttleworth na ilha. Este último deverá ser nesta semana o novo dono do resort Bombom, onde a estrutura actual marcada por bungalows dispersos a beira-mar, dará lugar a condomínios de luxo plantados entre coqueiros, flora luxuriante e a areia bronzeada beijada pela água morna do mar límpido do ilhéu Bombom.

Mas não só. O milionário sul-africano, já comprou a infra-estrutura hoteleira que um cidadão português estava a construir na praia Macaco, assim como outro empreendimento turístico na praia Boi também na ilha do Príncipe, que estava a ser projectado por um grupo finlandês. Praia Boi (na foto) é uma das praias desertas da ilha do Príncipe. Um autêntico paraíso, onde a nitidez da água do mar permite ao banhista contemplar tudo o que existe debaixo da água numa distância superior a 200 metros em direcção ao horizonte. O Téla Nón já esteve na Praia Boi, e é testemunha da virgindade natural daquele lugar.

O milionário sul-africano Mark Shuttleworth, que é o primeiro africano a viajar para o espaço, pretende também alargar a sua intervenção para a Roça Sundy, estando a negociar tal possibilidade com as autoridades regionais.

Segundo o empresário Rombougt Swanborn, as três unidades hoteleiras a serem exploradas pelo parceiro sul-africano, todas localizadas na região norte da ilha, vão interagir com a futura estância hoteleira da roça Belo Monte, que se localiza bem perto das Praias Macaco e Boi. Os turistas poderão deambular, entre o Resort Bombom, a roça Belo Monte que terá também um museu, e as praias Macaco e Boi, criando assim uma rede de unidades hoteleiras ecológicas e de alto nível, contornando a zona costeira da ilha do Príncipe. «O senhor Mark Shuttleworth (milionário sul africano), prevê investir mais de 60 milhões de euros, na reabilitação do resort Bombom e na construção de novas unidades na Praia Macaco e na Praia Boi», assegurou o empresário holandês, que não avançou o valor investido pelo parceiro sul-africano na compra do direito de exploração das três unidades hoteleiras. «Só posso dizer que o valor aplicado na compra do direito de exploração do Resort Bombom, da Praia Macaco e da Praia Boi, é muito inferior do que os mais de 60 milhões de euros previstos para serem investidos na transformação desses espaços em zonas de turismo de alto nível», acrescentou.

No entanto Rombougt Swanborn, já tem os cálculos feitos sobre o investimento que a sua empresa, vai realizar na transformação de Belo Monte num centro turístico, na construção do hotel na margem do rio São Tomé, na protecção do parque natural do Príncipe, na reabilitação do aeroporto da região autónoma, e na aquisição de um navio para garantir o transporte de equipamentos e mercadorias entre a África do Sul e a ilha do Príncipe. «São no total 108 milhões de euros, incluindo o apoio que daremos ao governo central, para a protecção do parque natural», enfatizou Rombougt Swanborn.

No fundo, o maior projecto de investimento privado da história do Príncipe e do país em geral, assenta em 4 eixos. O grupo holandês IHDC, responsabiliza-se por garantir a ACESSIBILIDADE, o que significa a construção de algumas estradas que dão acesso às unidades hoteleiras. Através da sua companhia aérea Africa Connection STP, que tem assegurado a ligação entre as duas ilhas e com a costa africana nomeadamente Douala nos Camarões, o grupo pretende estender a rota para outras capitais africanas, como Libreville.

Por outro lado vai colocar a disposição do projecto integrado de investimento, um navio de 400 toneladas para transporte de equipamentos e mercadorias para sustentar a realização das obras e a logística dos hotéis.

O mesmo grupo holandês através da empresa Airport Management STP, que está a reabilitar o aeroporto do Príncipe, já decidiu partilhar as acções da sociedade, com o grupo HBD do milionário sul-africano Mark Shuttleworth, concedendo a este 25% das acções, explicou Rombougt Swanborn.

Após a conclusão das obras do aeroporto regional, os dois sócios vão gerir a infra-estrutura, por um período superior a 20 anos. Rombougt Swanborn, precisou ao Téla Nón, que as obras do aeroporto estão na fase conclusiva, falta colocar a iluminação da pista e alguns acertos finais.

O segundo eixo tem a ver com o desenvolvimento económico sustentável, o que implica a construção de unidades hoteleiras ecológicas, e a reabilitação das infra-estruturas sociais.

O terceiro eixo dá prioridade a educação, comprometendo-se os dois grupos privados na construção de centros de ensino em algumas comunidades da ilha.

O quarto e último eixo, obriga os dois grupos empresariais a financiarem a gestão do parque natural da ilha do Príncipe.

Rombougt Swanborn, garantiu para o Téla Nón, que todas essas acções serão implementadas nos próximos 4 anos, como aliás está previsto no acordo de investimento, assinado com o Governo da Região Autónoma. «Já encomendamos os equipamentos para construção do hotel na praia burra, que deverá estar concluído nos próximos 6 meses. No próximo ano terminaremos as obras da estância hoteleira da Roça Belo Monte. Pretendemos ter a maior parte das obras concluídas dentro de 2 anos, o mais tardar em 4 anos, todo o projecto estará operacional», concluiu, o empresário holandês.

O projecto de desenvolvimento turístico sustentado na ilha do Príncipe, conta com o apoio de uma empresa holandesa de investimentos, que segundo Rombougt Swanborn, está a colaborar com o grupo na atracção de investidores para o financiamento das diferentes áreas do projecto.

O investimento sul-africano e holandês, deverá garantir aos habitantes da ilha que tem cerca de 6 mil habitantes, mais de 400 postos de trabalho.

Abel Veiga

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    benavides pires sousa Responder

    Agora será desbloqueamento de capital compartido ou que? porque parece que em alguns casos haverá compra e venda e em outros haverá parceria entre os sujeitos empresários.

    só espero que toda a elite de s.tomé e principe possa seguir fazendo bom uso dessas instalacoes, porque sim o povo é que nao poderá lá entrar nunca, porque só o já existente Beach Club que custa 3 euros por pessoa é uma calamidade para os mais desvavorecidos.

    forca politicos e deputados e seus filhinhos compositores da elite santola, voces vao longe, e brilham como o sol, jet 7 de hollywood pais das bananas e bandidos!

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      Rocky Responder

      Em qualquer lado mundo, nem toda gente frequenta os mesmos sítios. Ninguém é obrigado a pagar 3 euros e ir ao Beach Club! Só vai quem quer. O Beach Club não é a única discoteca de São Tomé e Príncipe! E acho que o nosso povo está mais preocupado em ter trabalho, estradas, e saúde do que propriamente em frequentar resorts e discotecas de LUXO! O POVO gosta mesmo é de um bom bulawê!

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        benavides pires sousa Responder

        vais ao dito bula wé?

        ou andas ali empinado/a em socialite?

        deves ser mais um oferecido/a de lamber as botas de alguem dito, daquela elite suja, a fim de singrares na vida.

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        minú yé Responder

        Exactamente o que nos preucupa é posto de serviço e não ambição de coisa de luxo boa resposta….um abraço..

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    Virtual Responder

    O que me entristecerá é que a maior fatia destes investimentos não irão parar nos cofres do país. Pois, infelizmente não temos equipamentos nem pessoal com capacidade para satisfazer a procura de investimentos deste porte.
    Agora, espero que essas empresas abram pelo menos uma conta bancária num banco em STP!

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      minú yé Responder

      Numa parte tens razão….mais pessoas com capacidade temos sim há muitos alunos santomenses formados em várias áreas atrabalhar na obra no estrangeiro por falta de emprago no país….eu conheço pessoalmente muitos tecnicos de Energias renováveis Gestão hoteleira Turismo e Bar-man Restauração Cusinha e não só se houver possibilidade nós vamos la…

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    madalena Responder

    É sem sombra de duvida, um dos Lugares mais bonitos do mundo.
    Falta de Pub.
    Quem conhece este lugar!!
    Nem os naturais de STP!!
    creio meia dúzia!!

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    Samangwana Responder

    Pronto. Nestas Ilhas o segredo deixou de ser alma do negocio, dai que suspeito muito que seja verdade. Ja estamos cansados desses investimentos ficticios. Daqui ha 5 anos vai entrar para lista dos casos, como o da Zona Franca, Porto em Aguas Profundas e outros. Nao sou pessimista, mas sim gato escaldado… e testemunho de muitas propagantas de redes que envolvem nacionais e estrangeiros. Esperemos que este seja de verdade, pois dele precisamos como de pao para boca

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      benavides pires sousa Responder

      seguramente!!

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    Democratico 1 Responder

    Se assim for, será uma mais-valia para STP e o povo agradece…

    Um bem haja.

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    ovumabissu Responder

    Este artigo está muito melhor que os anteriores sobre este mesmo assunto.

    Conceptualmente, o quadro traçado faz sentido e parece ser um caminho adequado para o desenvolvimento Príncipe. Mobilizar mais de €100Mios não é tarefa fácil nos dias de hoje, sobretudo se for dinheiro limpo. Mas… há que ter esperança.

    Vamos é ver se o tal relacionamento com as populações locais não descamba como no Ilhéu das Rolas e os investidores passem a vida a indemnizar indefinidamente as supostas populações locais. As entidades locais devem ser transparentes quanto a esta questão de forma a evitar aproveitamento político e demagógico que irá certamente surgir.

    Ficamos a aguardar os contornos finais do negócio, com destaque para os deveres e obrigações para STP. Sejam tranparentes, para vosso próprio bem.

    A crítica construtiva ajuda bem mais que o apoio cego!

    Força Príncipe!!!

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    ET Responder

    E as contrapartidas socias?? É bom que essas sejam salvaguardadas e fiscalizadas. O governo da Ilha que se organize em materia fiscal de forma a reterem parte dos lucros no país, caso tenham poderes para tal. E para os meus compatriotas do princípe é altura de investir no futuro e pensar além…..investir na formação e não parar por aí. Trabalhar com afinco e dedicação e quem sabe daqui ha uns 20 anos ou mais algum nacional compre o direito de exploraçao!
    Vamos lá!!

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    Pata cu pogi Responder

    Ver para crer.E como ficou a situaçao da grua,para descargas desses materias todo?Que pelo visto nao é pouco,Se é de boca pra fora tamos de parabens.Que Deus abençoa essas duas ilhas.

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    Pata cu pogi Responder

    queria diser,se nao for de boca pra fora.ainda lembrao do resort em praia pomba e nautico?

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    Diáspora Responder

    Tudo muito bonito esquecendo o mais importante.E A SAÚDE? ATÉ QUANDO UMAS INSTALAÇÕES DE QUALIDADE NAS TERRAS DE SANTO ANTÓNIO?

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      minú yé Responder

      Amigo ja viste cama ainda queres almofada….diz-mi oqué que esses empresário tem a ver com Saúde em STP ja fazem o favor de investir a nivel de turismo tu vens mi falar de saúde isso não dentro de contexto de ta artigo…Faz critica com lógica….ou fica calado..

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        minú yé Responder

        isso não esta dentro do contexto do artigo

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          Diáspora Responder

          Que cama? vc é que não sabe nada.Isso tudo são MUGINBOS.VC sabe o que é qualidade de vida? Alguma vez irão te dar cama.

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    J. Maria Cardoso Responder

    Mesmo para sonhar, a brilhante montagem k o tema mereceu do Téla Nón, reveste a oportuna venda da beleza natural k Deus pousou naquele cantinho ao meio do Mundo ainda desconhecido dos cruzeiros turísticos.
    Só mesmo os k ainda não beneficiaram dessa beleza poderão ter conhecido alguma igual a juntar o seu esconderijo no centro do Mundo.
    “As construções de uma escola Primária na Roça Belo Monte, de 25 casas sociais para os trabalhadores, do museu da história natural do Príncipe, de vias de comunicação rodoviária e de melhoria do aeroporto do Príncipe k se associa a cerca de 400 trabalhadores” são itens sociais a combinar com a vertente turística salvaguardados no projecto tendo em vista a pessoa humana.
    No mesmo parámetro falta o eixo saúde. É da responsabilidade do Governo Regional/Central?
    Com todas estas ofertas turísticas e as possíveis viagens de reconhecimento dos membros do Governo Regional as outras ilhas turísticas, para qdo o arranque da escola hoteleira no Príncipe para não desfraldarmos as expectativas dos jovens locais k poderão ser ultrapassados por gentes de outras paragens? Aliás, um turismo dessa dimensão no minúsculo território populacional, deve muito apostar na massa cinzenta da sua gente.
    Parabéns Abel Veiga! Continue a vender o k de bom não nos falta.

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    zuntabaué Responder

    SIM! Parabens ao Abel Veiga por este artigo. Não é facil conseguir falar com investidores desta dimensão, capazes de investir valores quase equivalentes ao OGE do pais num so projecto no Principe… Como foi dito nos comentarios, anuncios deste tipo criam muita expectativa a nivel da população e logo os dirigentes tem como dever informar melhor o publico sobre as modalidades previstas neste contrato em termos de beneficios para população local. É preciso explicar as coisas, e explicar bem como deve ser, evitanto confusões. Coragem, Principe! isto é so o inicio…

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    Mimi Responder

    Por volta de 1992/92 a Revista Jeune Afrique (penso ser esta a revista) publicou um artigo “Sao Tome et Principe, le pays des hommes sages” Na altura senti-me orgulhosa. O terra prometia… visto de fora (e de dentro) poderia vir a ser “alguma coisa… e eu tinha esperança! Na altura apesar de sermos e continuarmos pobres ainda ofereciamos esperança! Havia uma luz ao fim do túnel. Passados tantos anos, tudo mudou! O cenário é outro. Nao acredito que empresários de verdade venham cá. Muitos fazem de contas, contam histórias e desaparecem. E vai ser assim por muito tempo. Que garantias Sao Tome e Principe oferece a quem quer que seja para que investimentos tenham o devido retorno? Em dias de crise económica a nível mundial, irá alguém apostar num país inviável?

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    urgente Responder

    sao coisa de emocionar qualquer um, construir sem um hopital em condicoes ,sem um boa saude nao da, haa quem la vai tem jatinho nao precisa do hosptal, mas fazemos se que isso aranca de vez que ja ta mas que na hora das ilha se mexer…deus abencoa…

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    Vaima Shamar Responder

    Se a Africa Connection começasse por pagar os mais de 250 mil dólares de dívida acumulada à ENASA (e a crescer todos os dias) talvez estas declarações de intenção merecessem mais credibilidade. Assim…

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    Mário Fonseca Responder

    Antes de mais os meus parabéns ao jornalista Abel Veiga pela espantosa exposição.Ainda assim os santomenses são preguiçosos?
    Sobre o tema, deve-se louvar a iniciativa dos empserários, sobre a sua concretização só vendo para crer como S. Tomé.Mas denrto de seis meses poderá ser discutivel. E a zona franca? De que fazem os senhores que trabalham no projecto da zona franca? Só mesmo em S. Tomé e Príncipe?

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    Investidor Responder

    E a zona franca? projecto abandonado?

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