Está minimizada as falhas de energia que se têm registado nos últimos meses no país

A crise da energia poderá ser superada com a reinauguração do canal que conduz água a central hidroeléctrica do contador.A obra que custou o governo cerca de 275 mil Euros foi inaugurada pelo ministro de Obras Públicas, Recursos Naturais, Infraestrutura e do Meio Ambiente, Osvaldo Abreu.

São 62 metros de comprimentos de tubo metálico que vai conduzir água até central hidroeléctrica de contador. Após uma derrocada ocorrida em vários meses, a empresa de Água e Eletricidade viu-se obrigada a construir esta infraestrutura de forma a pôr cobro as frequentes falhas de energia eléctrica.

«É de conhecimento de todos que nós temos tido muitos casos de derrocadas neste investimento e que tem provocado interrupções da passagem do mar de água dos caudais existentes e assim consequentemente a interrupção de produção de energética através da barragem do contador». Frisou Osvaldo Abreu.

Orçada em mais de 250 mil Euros esta estrutura metálica, o ministro das Obras Públicas, Recursos Naturais e Meio e Meio Ambiente também garantiu a imprensa que esta infraestrutura será capaz de suportar as possíveis derrocada, «vai dar-nos uma maior garantia ainda do funcionamento pleno deste sistema no momento da chuva em que o ambiente é mais violento». Garantiu.

No acto da reinauguração o ministro das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e do Meio Ambiente afirmou ainda que o governo está a trabalhar para que todos os problemas de energias sejam selecionados, «o país está de parabéns, porque nós garantimos que com este trabalho a continuidade de funcionamento da barragem hidroeléctrica vai ser mais garantida». Defendeu Osvaldo Abreu.

Segundo director geral da EMAE a empresa já está em condições de fornecer a energia elétrica aos seus clientes, «esta obra significa uma mais-valia dentro das infraestruturas eléctricas, como sabem desde 2012 nós assistimos uma derrocada cuja consequência foi a destruição de 62 metros de tubo». Resguardou.

Executada pelas Estruturas Metálicas Industrial EMI teve a duração de quatro meses.

Bendzaison Lima

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    rfgfdbfg Responder

    comentem essaa nuticia

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    Ancrajoty Responder

    Por favor Tela Non, corrija a escrita do sr. B. Lima,
    antes de ser publicada. O jornal Tela Non, esta a ser lido universalmente por milhares de pessoas .
    Sr. Bendzaison, o cumprimento e’ uma saudacao entre amigos e o comprimentos e’ a grandeza fisica
    de um objecto de uma extremidade a’ outra.

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    Trinta Mil Responder

    fico feliz

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    Joao Batepa Responder

    n vamos falar mal, vamos falar bem para acontecer bem. O Santomense apenas fala mal, cultiva o mal. A obra esta feita. Mais uma obra feita. vamos falar bem!!

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      graca Responder

      deveriamos ser todos indeminezados pela EMAE por danos causado …
      electrodomesticos daneficado; alem tempos de contagem que mesmo quando nao ha electricidade os nossos cotadores continuam a faturar…

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    Barão de Água Izé Responder

    Minimizadas falhas? Mas após mais de 30 anos de independência como é possível continuar-se a minimizar o que já deveria ser já garantido à décadas: Energia estável e acessível para consumo doméstico e industrial, do norte ao sul de STP.
    Não é pessimismo; não é falar mal. É a realidade nua e crua.
    Para se combater a pobreza é necessária energia eléctrica.

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    Butauê Responder

    os governantes de S.Tomé e Príncipe Têm que Pensar no futuro do país.Estamos na Era das novas tecnologias por isso têm que pensar em novas fontes de energia custe o que custar.Energias Alternativas e sustentáveis.
    Por bem do do nosso STP.
    Um bem haja a todos

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    Mestre do costume juridico Responder

    Fiquei perplexo, senão mesmo boquiaberto, ao ver em Directo as Cartas na Mesa de ontem 03.Set.2013 sobre a Emae. Foi na minha opinião um debate morno e fraco sobre o ponto de vista de explicações técnicas e de saídas para a crise energética crónica que assola o País, há bastante tempo, aliás já é praticamente uma “MARCA NACIONAL”.
    Se quisermos ver com “olhos” o futuro e desenvolvimento sustentável de STP, temos de repensar a actual energia que produzimos no País. Me parece que nem mesmo a Apresentadora estava capacitada do ponto de vista de conhecimentos técnicos adequados para conduzir o debate. Se calhar deveria saber um pouco mais de energia para conduzir de forma mais eficaz e eficiente o debate.
    Apenas nos apercebemos, e ainda bem, que afinal o Ministro, está a são e salvo porque a viagem que fez, nada tem a ver com sacos azuis ou vermelhos, dos apagões da classe executiva.
    Contudo no que concerne as “makas “ e razões dos apagões, confesso que estava a espera de ver um debate mais “in” das novas tecnologias na aérea da energia. Em nenhum momento as “Personagens em palco” falaram de apostas nas energias renováveis; nem na Cogeração de energia, por sinal, uma proposta fresca e moderna, sugerida por um grupo de empresários Portugueses que estiveram recentemente no País. É NECESSARIO E URGENTE, APROVEITAR-SE AS PERDAS TERMICAS DOS GERADORES VELHINHOS DA EMAE, PARA PRODUZIR DE NOVO: “ ENERGIA”.
    Temos que fazer uma profunda reflexão sobre o tipo de energia que deveremos apostar para alavancar S.Tomé e Príncipe. Isto de fazer remendos nos geradores deixados pelos “tugas”, ou remediar o funcionamento, com manutenções em falta, de governos já arquivados, é uma solução avulsa, e o País e os cidadãos estão fartinhos disso…

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    queredor do bem Responder

    pensam mais nas energias alternativas e acaba com essa coisa de gerador combustiveis gorduras carburantes poluidores e desgracadores do pais

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    ADMLDR Responder

    Como é possível agora que a potencia aumentou, logo a seguir temos um apagão das 11horas até as 12h30…. e sem morcegos…pq aquilo que sei eles são pirilampos…um bem haja a todos..

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    incrédulo Responder

    BONÚS NINGUÉM ME CONVENCEU….

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    José Frota Soares de Barros Responder

    Boa tarde.

    Olha, isto até apetece rir.
    É com muita magoa, eu até sinto muito triste como é possível gente dito inteligente,mas com espírito muito fraco a roçar pela estupidez ,a ignorância é tanta que estão cegos.
    Um País como nosso que chove durante nove meses em vez de se gastar dinheiro na compra de geradores porquê de não aproveitamento de água das nossas ribeiras
    para á construção de mini- centrais hidroeléctricas,assim deixaria de degradar o meio ambiente.
    Talvez o negócio de geradores serve os interesse de alguns de modo a fomentar a corrupção, desvio de combustível, aumento do preço de consumo de energia que não existe, mas que é pago pelos consumidores
    e reverte ao favor de interesse instalados etc, etc…
    Meus senhores pensem no país, façam coisa clara e objectivas, criem um plano de energia para S. TOMÉ E PRÍNCIPE, com peritos reconhecidos nesta matéria.
    Por outro lado aproveitem aquilo que a natureza tem nos fornecido o sol e o mar.
    Até breve reencontro.

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    Francisca CL Responder

    …..de derrocadas neste investimento e que tem provocado interrupções da passagem do mar de água dos caudais existentes e assim consequentemente …..
    ! e assim consequentemente! não sei se foi o ministro que disse isto ou se trata de mais um derrapagem gramatical de quem escreveu. Já agora, escreviam …e assim consequentemente em resultado em conclusão etc

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    Francisca CL Responder

    …..«o país está de parabéns, porque nós garantimos que com este trabalho a continuidade de funcionamento da barragem hidroeléctrica vai ser mais garantida». Defendeu Osvaldo Abreu….! Ahahahahahah. Grande derrocada!

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    luisó Responder

    Sobre a maneira de escrever português do senhor B. LIMA nem faço mais comentários porque parece que lá no téla nón também não há ninguém para ler os artigos antes de irem para o site.
    Quanto à questão em si está tudo dito: está minimizada… e mais não digo.

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    Jose Silva Responder

    Se nao fosse por causa da sensuras do dono de telenon, eu falava. Mas como ele nao vai publicar o k eu falo entao vou calar e ficar com dor no peito. So com Cristo!

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    Eusébio Pinto Responder

    Caro Abel Veiga,

    Junto-me ás vozes que criticam as matérias jornalísticas escritas pelo assinante desta, para solicitar que seja feita revisão dos textos antes de serem publicados.

    Mais do que informar, o Tela Nón, pelo prestígio já granjeado do seu público leitor, deve ter também a missão de formar. Neste contexto, julgo que essa missão deve começar pela qualidade na escrita das notícias publicadas, já que as notícias, contrariamente aos artigos de opinião (que são da responsabilidade dos seus autores), transmitem a imagem do orgão de comunicação que as publica.

    Eusébio Pinto
    Luanda – Angola

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      Francisca CL Responder

      Seu português é fino e bonito.

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    Anjo do Céu Responder

    Sr.Ministro tem k ter visão de futuro.Como estudou em Cuba e hoje é Ministro assim como outros santomenses está na mesma condição.Já temos muitos santomenses com cursos outros a terminar de energias renovaveis porquê não contactar uma empresa perito na matéria e chamar os filhos da Terra que estão fora do País e colaborar com eles e resolver uma vez por toda esse cancro que é a falta de energia no País. Puxa pelos filhos da Terra e d-lhes oportunidades de mostrar quanto valem.Fla sóóóóóóóóóó

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    rui medeiros Responder

    Muito bém sr ministro,mas uma obra feita ao contrario dos outros politicos que so falam e nao fazem nada .Um abrc e felicidades

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    Me Pombo Responder

    Terra dos minimizadores;ate quando havera um concerto,uma reforma de verdade capaz de nos fazer sorrir um sorriso verdadeiro motriz de uma nova era alpha no pais? -Com estes protogonistas nunca-

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