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Crise eleitoral e insegurança mantêm-se no vizinho Gabão

O Primeiro-ministro da França, apelou ontem a recontagem dos votos no Gabão, como um acto de «sabedoria», referiu Manuel Valls.

A União Europeia já anunciou que houve anomalias evidentes no acto eleitoral que deu vitória tangencial ao Presidente Ali Bongo.

Na última terça-feira Seraphin Moudounga Ministro da Justiça do Gabão demitiu-se do cargo, por considerar que o país vive uma grave ameaça para a paz e segurança, por causa da não recontagem dos votos das eleições presidenciais de 27 de Agosto.

No terreno após 2 dias de violentos confrontos sobretudo na capital Libreville, uma tranquilidade tímida regressou ao país. Carros incendiados, lojas e edifícios públicos vandalizados, parlamento em cinzas após ter sido incendiado, e um número indeterminado de mortos e feridos.

As autoridades governamentais falam em 3 mortos, dezenas de feridos e centenas de detenções. Mas, Jean Ping o líder da oposição e candidato que se auto proclamou Presidente da República do Gabão, considera que o número de mortos varia entre 50 a 100 pessoas.

Ontem Jean Ping lançou apelo a todos os gaboneses para ficarem em casa, promovendo assim o plano de cidade morta, ou seja, paralisação total e completa do país.

Os principais parceiros internacionais do Gabão, com destaque para França e os Estados Unidos de América exigem a recontagem dos votos de circunscrição à circunscrição. Exigência rejeitada pelo Presidente Ali Bongo, que segundo os resultados provisórios ganhou as eleições presidenciais com uma vantagem mínima de cerca de 5 mil votos sobre o seu adversário Jean Ping.

Foto  - AFP

Abel Veiga

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  1. img
    Abilio Neto Trovoada Responder

    Infelizmente é este tipo de país que ADI e os seus larapios e os lambebotas querem construir em são-Tome e Príncipe.

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