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17 milhões do Kuwait para dar STP um hospital de referência

O Governo de Patrice Trovoada, e o Estado são-tomenses começam a colher frutos da mesa redonda com os doadores internacionais realizado em Londres no ano passado.

O fundo Kuwaitiano disponibilizou ao país 17 milhões de dólares para resolver uma das graves carências do povo de São Tomé e Príncipe. Trata-se de um hospital que faça jus a tal nome.

O Ministro das Finanças e da Administração Pública Américo Ramos, assinou na quarta-feira em São Tomé, um acordo com o representante do fundo Kuwaitiano, que vai permitir, a criação de novos serviços no Hospital Central Ayres de Menezes, nomeadamente uma unidade de hemodiálise. «O projecto prevê as obras de construção civil, equipamentos, formação de quadros e todos outros elementos adjacentes e as obras devem arrancar ainda este ano», explicou o Ministro Américo Ramos.

A unidade hospitalar que vai nascer no Ayres de Menezes, será de referência para toda a região da África Central. Uma boa notícia para um país onde os cuidados de saúde especializados são praticamente inexistentes.

Segundo o Governo as obras de modernização e requalificação do hospital Ayres de Menezes deverão iniciar em Setembro ou Outubro próximos.

Um ganho importante do Governo e do país, a luz da conferência internacional de Londres. «Conseguimos melhorar o envelope financeiro que era inicialmente 13.7 milhões para 17 milhões. As condições financeiras foram também melhoradas o que demonstra duas coisas, a perfeita compreensão que este fundo tem dos desafios e a melhoria da nossa capacidade de negociação. Nessa primeira fase o projecto vai nos permitir mudar de paradigma em relação ao Hospital Ayres de Menezes» pontuou o Ministro das Finanças e da Administração Pública.

Abel Veiga

    10 comentários

10 comentários

  1. Tiberius

    5 de Maio de 2016 as 22:44

    No momento certo precisamos de um hospital com melhores condições e com unidades especializadas, mas todo mundo sabe que isso está longe de acontecer… vão lançar “pedra”, começar obra e parar ao meio, assim como tantas outras. (Espero bem que dessa vez seja diferente)

  2. explicar sem complicar

    6 de Maio de 2016 as 1:00

    ” Segundo o Governo as obras de modernização e requalificação do hospital Ayres de Menezes deverão iniciar em Setembro ou Outubro próximos.”
    Minha gente viram?
    Muito interessante !!!!
    Porquê Setembro/Outubro??????????
    Só depois de eleições presidenciais?
    Eu posso bem imaginar. Entretanto:
    Deixo esta pergunta para reflexão dos leitores deste nosso estimado fórum TelaNon, único veículo de liberdade de expressão Santomense.

    Obrigado.

  3. António Silva

    6 de Maio de 2016 as 5:33

    Será!
    Já há muito que ando a falar, aqui, desta necessidade que o país tem.
    Hospital de referência?
    Aonde. Dentro da área de implantação do Dr. Ayres de Meneses? Porque não noutro local? As outras infraestrutura serão reabilitadas como deve ser?
    Vamos aguardar, mas pelo que tenho visto, não me parede que dê grandes frutos.
    Reabilitar normalmente fica mais caro.
    Antes melhor deitar abaixo edifícios já velhos que existem naquele recinto e construir blocos de edifícios verticais (pelo menos 3 pisos) assim ganha-se em espaço (terreno).
    Vamos ver o que os nossos “sábios” têm para fazer.

    • Santola

      6 de Maio de 2016 as 17:17

      Também concordo consigo, vamos ver o que os engenheiros são capazes para este fim.

  4. Preto

    6 de Maio de 2016 as 7:05

    O “Tela nón” sabe o que quer dizer hospital de referencia? Em parte do mundo constroi-se um hospital de referencia com 17 milhões de dolares?

  5. Veremos ou já vimos?

    6 de Maio de 2016 as 10:58

    Para um hospital o valor é baixo. Mais um hospital, veremos. Hospital de referência, nunca. 17 milhões nas mãos dos governantes dessa terra é capaz de valer uma obra meio milhão. Será que desta vez vão apostar na diferença? A gente agradece e paga.

  6. luisó

    6 de Maio de 2016 as 14:21

    OH gente que acredita em tudo o que alguns falam….
    Onde está o aeroporto de referência?
    Onde está o porto de referência?
    Onde está a cidade de referência?
    Onde está a central eléctrica de referência?
    Agora acenam com o hospital e com o novo gerador…
    As eleições estão aí á porta, acordem…..
    País sem futuro…..

  7. joão Manuel

    6 de Maio de 2016 as 19:08

    Parabéns Governo
    Parabéns S.Tomé e Principe
    O grande problema do nosso país, são aqueles que não fazem e nem deixam fazer.
    Um país que exporta cerca de 3 milhões de dólares por ano, mesmo assim, existem pessoas a comentarem de que 17 milhões não é nada. Existe pessoas a perguntar se conhecem o que é hospital de referencia, como se tal individuo, fosse o dono de saber.
    Aqueles que criticam por criticar, que vão catar a água
    Bem Haja STP
    JM

  8. derleypietro

    8 de Maio de 2016 as 2:02

    Joao manuel voçê é daqueles que quando tem uma dor de cabeça vai para portugal
    Com o seu comentario so me leva a pensar isso
    Outro dia fui ao hospital e estava uma enfermeirá sem luvas a cortar gasea com uma tesoura ferrugenta e dobrando gaseas para fazer pensos, e mais nem uma tesoura nem uma pinça havia no hospital para tirar pontos
    Não sei se sabe mas sao doados milhares de medicamentos a stp que ficam guardados anos acabando por irem para o lixo porque simplesmente não os arrumam nem sabem para o k servem, muitos deles salvariam vidas
    O hospital ja tem alguns equipamentos extremamente sofisticados doados por tawain k n sao utilizados porque ninguem sabe trabalhar com eles, se os nacionais n sabem, com tanto dinheiro k recebem contratem estrangeiros ha k salvar vidas e ao mesmo tempo aprender com kem sabe
    O sr ja notou k uma grande parte da população tem hernias umbilicais sabe pq ? Porque as parteiras nem um cordao umbilical sabem cortar e fico por aqui porque o hospital e uma miseria n em instalacoes !as a nivel de profissionais

  9. Eugenio Jose da Costa

    8 de Maio de 2016 as 7:17

    Os 17 melhores è para fazer
    As eleiçoes de referencia do
    ADI

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