Fundação Gulbenkian investe no reforço institucional e qualitativo do ensino em STP

A parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian e São Tomé e Príncipe vem nasceu na década de 80 do século XX, e evoluiu no século XXI, através do projecto designado RIQUEB.

Reforço institucional e qualitativo do ensino básico, é um dos objectivos do projecto, que colocou a disposição do Ministério da Educação 13 novos guias para formação dos professores.

Guilherme d´Oliveira Martins(na foto), Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, esteve em São Tomé para testemunhar os avanços que a parceria tem conferido ao sistema de ensino nacional. «Este projecto de reforço institucional e qualitativo do ensino básico representa um factor importante na garantia do acompanhamento dos progressos significativos que têm sido feitos aqui. No capítulo de acesso a educação e equidade», afirmou o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Fundação Calouste Gulbenkian, é parceira de São Tomé e Príncipe, no projecto que pretende elevar a eficiência da qualidade do ensino e da gestão escolar, a par da formação do corpo docente. «Os 13 guias agora apresentados são um contributo fundamental para a formação dos professores», frisou.

ministro da educaçãoDefendeu a utilização efectiva dos manuais colocados a disposição do sistema nacional de ensino, que apesar dos progressos alcançados continua a ter enorme desafio pela frente. «Dos 2883 professores e educadores no sistema, como bem sabemos 60% não possuem ainda a formação pedagógica necessária. Mas como eu dizia a pouco, o sinal é positivo, porque há respostas, há consciência e há trabalho, que certamente irá colmatar essa situação», pontuou Guilherme d´Oliveira Martins.

A iniciativa do Banco Mundial de promover a Educação para Todos, foi realçada pelo projecto, que trabalha no sentido de criar condições para qualificar os professores, promover a avaliação do conhecimento dos alunos, a avaliação das escolas, e atender «as necessidades educativas especiais designadamente no que se refere a surdez», enfatizou.

Olinto Daio, Ministro da Educação, Cultura e Comunicação de São Tomé e Príncipe, Ministro da Educação, disse estar consciente que é preciso dar um salto qualitativo «na nossa educação». Missão que não pode ser realizada sem «aposta na formação dos professores», destacou.

Segundo o ministro da educação de São Tomé e Príncipe, os indicadores estão a melhorar. «E queremos em 2018 ter quase 75% de professores com formação pedagógica, se calhar teremos mais», concluiu, o ministro Olinto Daio.

No entanto o ministro, chamou a atenção para o facto de a formação de professores, implicara sua harmonização com o curriculum em vigor.

gulbenkianPor sua vez, Guilherme d´Oliveira Martins, Antigo Ministro da Educação de Portugal, recordou que várias vezes visitou o arquipélago são-tomense. Conhece relativamente os problemas do sistema nacional de ensino, por sua constatou evoluções importantes conseguidas por São Tomé e Príncipe.

O embaixador de Portugal, em São Tomé, também marcou presença na cerimónia Fundação Calouste Gulbenkian, fortalece parceria com São Tomé e Príncipe no domínio da educação.

Abel Veiga

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    kuru temizlemeciler Responder

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    Peixe Responder

    Sempre ouvi – se isso nas notícias <>.
    O ministério da educação fez alguma coisa para que 1730 professores tivesse formação pedagógica? Não. Todo o trabalho feito pelos professores santomense não são reconhecidos, gostaria de ver esses políticos e não só que dizem que os professores não trabalhão a dar conta de recado nas mesmas condições, salas de 20 metros quadrados com 40 a 45 alunos na puberdade sem ventilação, sentando 3 na cadeira pra 2, e se materiais. Sempre os professores não trabalhão, sei que eles dão o seu melhor é deve ser reconhecido por todos desde o político mais alto até o último cidadão. Obrigado

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    Ralph Responder

    A educação é uma das melhores maneiras para melhorar o desempenho e a produtividade de qualquer país e deveria ser perseguida com todo o esforço possível. Porém, só faz uma diferença se as indústrias e os postos de trabalho existam para dar algo para as pessoas fazerem com as suas competências. Sem uma economia de base forte e sustentável, as pessoas mais educadas não terão nada para fazer com as suas novas qualificações e habilidades. Tem-se de fazer os dois para tirar os melhores benefícios.

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