Para além da actividade dos agricultores, em cada estação do ano, a natureza se encarrega de oferecer aos santomenses uma grande variedade de frutos e folhas comestíveis.
Manga, safu, jaca, e a cajá-manga se destacam na lista de muitos frutos que nos anos de boa floração abundam, e muitas vezes acabam por deteriorar.
Na estação seca os horticultores registam grande produção de hortaliças, principalmente o tomate, que também acaba muitas vezes por estragar. Fartura de hortaliças na estação seca, e penúria na estação das chuvas que antigamente tinha a duração de 9 meses.

Há vários anos que a ONG Kua Téla deu início a pequenas iniciativas de conservação e transformação dos produtos da terra. Segundo o governo de São Tomé e Príncipe, para dinamizar a conservação e a transformação dos produtos agrícolas, e contribuir para a segurança alimentar, foi pedido o apoio de técnicos da República Popular da China para formar o grupo de empreendedores nacionais que está empenhado na transformação agroalimentar.
A formação que vai durar 21 dias começou nas instalações do CATAP, perto da Vila de Batepá.
«Temos muita produção mas sazonalmente. E há momentos em que há um excedente de produção. Neste período o excedente pode ser conservado e transformado, para garantir o abastecimento do mercado no período de baixa produção», afirmou Jair Pimentel, director do gabinete de estudos e planeamento do ministério da agricultura, pescas e desenvolvimento rural.
Segundo o responsável do ministério da agricultura, a ONG Kua Téla foi incumbida de selecionar as 47 pessoas, que estão a absorver os ensinamentos e experiências dos técnicos da China em matéria de conservação e de transformação dos produtos agrícolas. Aulas práticas, teóricas e visitas ao campo agrícola fazem parte do programa de formação.

As pequenas unidades e iniciativas de transformação dos produtos da terra, podem contribuir para acrescentar valor aos produtos cultivados pelos agricultores, assim como aos produtos alimentares que são concedidos espontaneamente aos santomenses pela natureza.
A dinamização da capacidade transformadora no seio da sociedade, pode ajudar a economia familiar, e ao mesmo tempo evitar a ameaça da fome.
Abel Veiga
ANCA
12 de Novembro de 2024 at 22:54
Estas formações devem ser contínuas e extensível aos distritos e a região autónoma do Príncipe, mas mais do que isso serão necessários tecnologias, maquinas para transformação dos productos, conceitos como, as boas praticas, a higiene saúde e segurança, devem fazer parte desta cadeia de producao transformação conservação, comercialização dos productos.
Necessidade de garantir infraestruturas de produção, energias renováveis, criação de empresas e empresários, transportes, comercialização, mercados.
É altura de começar a pensar no selo de qualidade, etiquetas, rótulos, embalagem, certificados de origem controlada, certificação, designação dos productos, data de validade, a calibragem, categoria, o embalamento, o codigo de barra nacional, em prol da qualidade dos produtos, conquista dos mercados.
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe
ANCA
13 de Novembro de 2024 at 10:55
Necessidade de aumento de produção na agricultura, na agropecuária, nos sector do mar e dos rios, dos serviços
Premente a transformação que quem possui, título de terra agrária em, os agricultores, os criadores de gados, pescadores e trabalhadores do pescado e da economia do mar, aqueles que agora receberam a formação, bem como aqueles que potenciam a transformação os serviços inovadores em empresários em nome individual, empresários, criação de empresas, apoio técnico, formação tecnica, tecnologias, máquinas, inovações, comércio electrónico digital, o mercado, a realização de feiras de produtos, a boas práticas, a higiene e segurança, a investigação e desenvolvimento, os laboratórios de pesquisa, a expansão de do ensino tecnico profissional e superior oas distritos, a regiao autónoma do Príncipe,…
Muita atenção as condicionantes que estão a impedir o aumento da produção e produtividade nestes sectores,( os furtos, formação, conhecimento, apoio tecnico, investimento, transportes mercado, etc…)
Tudo isto exige organização coordenação rigor interdisciplinaridade, entre ministério da educação, da agricultura e pescas, da economia, do trabalho, da saúde, da segurança e proteção, das finanças
Hoje as inovação nestas areas sao enormes, há que pontencilizar, modernizar, aproveitar a nossa localização geoestrategica, em relação aos mercados, organização do comercio interno, modernização da forma como se faz negocio no país, melhoria das finanças, fortalecimento e robustez do sector bancário e financeiro.
Criação de zonas ou parque distritais regional industriais, captação de investimento interno, externo.
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe