Política

Hospital central recebeu suprimentos médicos da Índia

O embaixador da Índia em São Tomé e Príncipe Deepak Miglani fez a entrega da ajuda solidária em medicamentos para salvar vidas no Hospital Central Ayres de Menezes.

O lote de medicamentos essências que chegou a São Tomé na manhã de sabado, é composto por insulina, monitores e tiras de glicemia, albumina humana, solução de reidratação oral, etc.

«Esta assistência humanitária fortalecerá os serviços de saúde pública de São Tomé e Príncipe e solidificará ainda mais as relações bilaterais entre os povos amigos dos dois países», referiu a embaixada da Índia.

Celso Matos, ministro da Saúde, recebeu o donativo e enalteceu a cooperação indiana como um dos parceiros de São Tomé e Príncipe na busca de soluções para o crónico problema de rotura do stock de medicamentos essenciais nos centros de saúde do país.

Abel Veiga

3 Comments

3 Comments

  1. ANCA

    26 de Janeiro de 2025 at 0:12

    Continuamos com o mesmos problemas. Mais uma vez ajuda do exterior, para daqui a três meses se queixar que os hospitais, os centros de saúde, ou no sistema de saúde, já nada têm de medicamentos, porquê?

    Cada um leva para sua clínica, roubo, desvios, falta de gestão e controlo, flata de rigor, organização, etc, etc

    Há que responsabilizar, as pessoas, aos medicamentos e consumos hospitalares, disponibilizados a farmácias, ou depósitos no sistema de saude, sejam hospitais e centroa de saude, há que enumerar, há que ter um código de controlo, um codigo/livro de registro, para que quando é efectuado o pedido haver registro, para boa gestão, controlo e compra de medicamentos

    A saúde é um dos sectores que o custo, de funcionamento, da prestação dos serviços, dos medicamento, têm custo elevadíssimos, no caso de São Tomé e do Príncipe, pequeno país de dupla insularidade, pobre, dependente do exterior, nesta área, há que fazer um esforço interno,no sentido de minimizar custos, adoção de uma quantia mínima, ou os cidadãos custear ao mínimo, os cuidados e exames realizados, assim como no centro de saúde,…

    Outro do problema que se depreende no sector da saúde nacional, infraestruturas( no caso do hospital Aires de Menezes, eo o do Príncipe, estas infraestruturas, já têm mais de um século de existência, com pouca ou nenhuma modernização, requalificação, ou obras), problemas de organização, de rigor, de formação, falta de equipamentos, falta de especialistas e gabinetes ou departamentos serviços de especialidades, laboratórios, etc…falta de água, de segurança, problemas de saúde publica, falta higiene, existência de pragas, pulgas, ratos, mosquitos, etc,..

    Há que ter ambição de poder vir a ter uma faculdade de farmácia, de medicina, de enfermagem, escola superior de saúde,…isto é possível e será uma mais valia para região da qual estamos inseridos, a projecção dos serviços de saúde, de educação, de finanças, de turismo, da economia do mar, aliada a transformação, comércio, exportação.

    De referir que sendo a nossa comunidade pataca, em que se percebe uma tranquilidade relativa, em relação ao países do continente, há que atrair investimentos, no sector farmacêutico, nomeadamente na região autónoma do Príncipe.

    É necessário fazer evoluir o sector da farmácia, da veterinária a nível interno.

    Ajuda a desenvolver o teu país, o teu povo, a tua gente, o teu território.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  2. ANCA

    26 de Janeiro de 2025 at 2:13

    Apesar da exiguidade do mercado nacional, sabendo de que dispomos de plantas medicinais certificadas, a nível laboratorial, científico internacional, de rstamos a espera para dar o saldo rumo a transformação, mais valia, no comércio, na exportação, daí a importância de ter opções políticas sectoriais, diversificação económica, atrair empresas farmaceuticas, apostar na investigação e desenvolvimento, traçar planos de desenvolvimento expansão além fronteiras, tendo em conta a nossa geo-localização estratégica a pensar no mercado do golfo da Guiné, África Central, América do sul, Ásia, quem diz plantas medicinais, diz flores, para perfumes, cosmética, diz frutas, legumes, etc…

    O mar hoje é um recurso estratégico para o desenvolvimento, contém matérias primas e produtos, plantas, algas, animais, microorganismos, que permitem soprir, problemas na saúde,medicina, cosmetica, alimentação, etc, etc…além dos benefícios em serviços, turismo, desporto, serviços aduaneiros, transportes, portos, abastecimento de navios, reparação de navios, a segurança, de que necessitamos investigação e desenvolvimento, cursos nestas areas, parcerias nestas áreas, em prol do emprego, do desenvolvimento sustentável.

    Necessitamos na area de fiscalidade de ter outra abordagem exemplo:

    Temos feirantes, palaies, vendedores, motoqueiros, cambistas, pescadores, guias turísticos, mecanicos,lenhador, carpinteiros, pintores, alguns proprietários de terra que utilizam e transformam a sua terra , com construção para o turismo rural, pessoas agentes económicos, que exercem a sua actividade usufruindo dos recursos do estado e estão na informalidade, não dispõem de contabilidade organizada, não pagam impostos, lucram, têm rendimentos anuas, e jamais contribuem para a economia e finanças do país.

    Uma feirante que vende na feira, ainda que paque lugar de venda a camara municipal, tem rendimento anual, deveria as finanças ajudar estes agentes económicos a ter a contabilidade organizada, mediante tecnologia,ou estimativa de venda anual, teriam devem deixar de ser feirante, pescadores, para pequenos empresários em nome individual, apresentar conta ao estado,..

    Um guia turístico, que somente numa viagem a ilhéus das rolas ou das cabras, factura 60 euros, deveria deve ter contabilidade organizada, um pescador, carpinteiro, um motoqueiro, …

    Recurso de estado que estão a utilizar, o mar, a estradas, a construção, manutenção, limpezas dos mercados, das ruas, …a terra…

    Deste modo estaríamos a organizar a sociedade, comunidade, as finanças do país, que sendo pequeno e insular, exige esforço colectivo para o seu desenvolvimento sustentável.

    Nesta semana o governo ordenou e bem a proibição de vendas nos passeios e em determinados locais da capital e a câmaras municipais, ou autarquias locais a procura, ou indicação de local alternativo para realização pontual de feiras, tendo como condição a limpeza de espaços pelos feirantes, recollha de lixos após a feira,..penso que a opção dada as câmara municipais ou autarquias locais estão correctas, mas a realização das feiras num espaço, num dia, durante determinado espaco de tempo horas, deveria ter a prior, antes de organizar a feita para melhor organização rigor, o pedido pelos feirantes, requerimentos de intenção, se for quinzenal, mensal, ou anual, o pagamento de uma quantia monetária emolumentos, feirantes, pelo espaço a utlizar, pela segurança, pela limpeza e recolha e lixos e resíduos.

    És daqui, ajuda a desenvolver o teu pais, teu território, as ruas gentes, a tua administração, a tua cultura

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  3. Muntu

    27 de Janeiro de 2025 at 9:36

    Que triste 😢. O meu povo é incapaz de produzir seu próprio medicamento para servir a sua população. Essa é uma mentalidade de escravo.

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