Construído entre 1631 e 1653, Taj Mahal, é um mausoléu que foi declarado património mundial pela UNESCO. Situa-se na cidade de Agra-Índia.
O amor inspirou a construção do edifício que marca a história da humanidade. O Téla Nón no grupo de jornalistas da África Central e Ocidental visitou o património mundial que foi escolhido também como uma das 7 Maravilhas do Mundo.
Taj Mahal foi o gesto de amor que o imperador Mongol Shah Jahan, homenageou a sua esposa Mumtaz Mahal. A arquitectura mongol que ornamenta o edifício expressa a história e a diversidade cultural da Índia.


O mausoléu erguido a beira do rio Yamuna, é obra executada pelo arquitecto Ustad Ahmad Lahori.
A expressão do amor eterno reflecte-se na variedade de cores que pintam o mausoléu durante o dia. Branco alvo ao meio-dia, que passa a ser dourado quando a luz da lua beija o edifício. Um cenário que alimenta o misticismo do palácio onde o imperador mongol e a sua esposa descansam eternamente.
A imponência do edifício, a história que conserva, e a cultura da civilização indiana que partilha, transformaram a cidade de Agra num polo turístico de relevância na Índia e no mundo. Mais de 6 milhões de pessoas visitam anualmente a sétima maravilha do mundo, onde a arte e o amor se misturam.

A preservação do património cultural e mundial, é tarefa diária em Taj Mahal. Os traços arquitectónicos erguidos no século XVII são religiosamente mantidos. Um património histórico-cultural que alimenta o turismo, e que dinamiza vários sectores de actividade económica.
Para o Téla Nón (Nossa Terra – São Tomé e Príncipe), que começa a ganhar o estatuto de património mundial, primeiro da biosfera, depois do Tchiloli como património Imaterial do Mundo, e mais tarde com as roças também a ter o mesmo estatuto, a experiência vivida em Taj Mahal foi enriquecedora.

O património cultural e histórico valorizado, é sem dúvidas uma das ferramentas para conquistar o desenvolvimento sustentado.
Abel Veiga