Vaste Santos foi eleita secretária-geral do ADI (Ação Democrática Independente), sucedendo ao jurista Elísio Teixeira.
A eleição, por aclamação, teve lugar durante o Conselho Nacional, presidido pela primeira vez por Américo Ramos, novo líder do partido, após a crise interna que culminou com um acórdão do Tribunal Constitucional e ditou o fim da era Patrice Trovoada.
“Viemos devolver o ADI aos seus militantes”, afirmou Américo Ramos, que na sua intervenção prometeu reconstruir a unidade interna, devolver a vitalidade democrática ao partido, valorizar o mérito e preparar uma nova geração de militantes. Tudo isto a poucas semanas das eleições legislativas, autárquicas e regionais em São Tomé e Príncipe.


Apesar das dificuldades recentes, Ramos garantiu que “é possível unir o partido e ir às próximas eleições de forma a assegurar a vitória”.
A nova direção anunciou também a intenção de recuperar a sede do partido, cuja chave permanece nas mãos dos defensores da anterior liderança. “A sede é o símbolo do partido e estamos disponíveis para lá entrar, sem crispação ou violência. O próximo passo é entrar na sede do partido e consumar a nossa liderança”, sublinhou.

O encontro decorreu sob o lema “Nova liderança – novo caminho”.
José Bouças