Cultura

Olinda Beja – Prémio Lusofonia 2020 na área da literatura

 Foi atribuído a OLINDA BEJA o PRÉMIO LUSOFONIA 2020 na Área da LITERATURA.

A minha gratidão a quem reconhece o meu trabalho literário que se cruza com o meu trajeto de vida.

Maria Olinda Beja Martins Assunção, conhecida como OLINDA BEJA, é natural de S. Tomé e Príncipe. Cedo veio para Portugal e mais tarde a Suíça foi outro país europeu do seu roteiro de vida. Neste trajeto fica bem vincada a dialética entre dois continentes e dois mundos: a África e a Europa. Alguém chamou a esta dialética uma ‘festa de mestiçagem’.

“Quinze Dias de Regresso”, “Água Crioula”, “Histórias da Gravana”, “Aromas de Cajamanga”, “A Sombra de Oká”e “Chá do Príncipe”são alguns dos seus livros celebrados. Com “A Sombra de Oká” veio a vencer o Prémio Literário mais relevante de S. Tomé e Príncipe: o “Prémio Francisco José Tenreiro”. Recentemente, já em 2020, venceu OLINDA BEJA o Prémio do “Freixo – Festival Internacional de Literatura”.

São diversos os géneros abordados pela criatividade de OLINDA BEJA: a poesia, o romance, o conto e a literatura para os mais jovens. Em todos esses géneros transmitindo o seu cunho pessoal e a sua força interior passada aos outros, aos leitores da lusofonia, através de esmerado ofício da língua portuguesa.

O trabalho literário de OLINDA BEJA é amplamente reconhecido pelos leitores de todas as idades e também pela crítica internacional. Os seus textos são, aliás, estudados internacionalmente através de congressos onde a autora profere palestras e apresenta performances.

Zuleide Duarte, Professora da Universidade Estadual de Paraíba (Recife – Brasil) diz-nos que (citamos) “A escritora celebrou um pacto de amor à africana pátria e tornou-se uma das maiores (senão a maior) divulgadoras da terra, dos costumes e das gentes. Pelos países visitados, pelas obras produzidas até ao momento ela é, sem sombra de dúvida, a embaixadora cultural das ilhas de S. Tomé e Príncipe. Por tal motivo, foi condecorada em 2005, na cidade de Cataguases (Minas Gerais – Brasil) num grande evento literário da lusofonia, como Comendadora dos Países Irmãos Brasil-S. Tomé e Príncipe. Recebeu o galardão das mãos de dois ex-presidentes, de Portugal e do Brasil”.

Com a atribuição do PRÉMIO LUSOFONIA 2020, na Área da LITERATURA, à escritora OLINDA BEJA, a Administração da GALA PRÉMIOS DA LUSOFONIA vem, assim, coroar toda essa missão literária e cultural, cumprida ao serviço da língua portuguesa e ao serviço do melhor espírito dos povos da lusofonia: o espírito da criatividade intercultural e da fraternidade.

Fonte : Página de Olinda Beja no Facebook

    2 comentários

2 comentários

  1. sem assunto

    16 de Outubro de 2020 as 17:29

    Paradoxal, para se produzir ciência propiamente dita, literatura e belas artes é necessário estar mos longes destas terras malditas, almadeiçoadas pela ganância do poder de Pinto da Costa, Miguel Trovoada, Noberto Costa Legre, Daniel Daio, entre outros.
    Apaiam a dica gente, em são tomé nada fecunda!

  2. ze Maria Cardoso

    18 de Outubro de 2020 as 6:07

    Olinda Beja e São Tomé e Príncipe, Parabéns!

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