Desporto

Federação de futebol quer ver mais árbitros na categoria de elite da FIFA

Abelmiro Reis é há três anos o único árbitro santomense com categoria de árbitro elite da FIFA. Tem feito, por isso, vários jogos internacionais.

«É uma grande responsabilidade para com a FIFA, a CAF e com próprio o país» – disse Abelmiro.

São Tomé e Príncipe tem um total de oito árbitros internacionais e a ambição é que a maioria deles siga o exemplo de Abelmiro Reis.

«Estamos a fazer todo o esforço para termos um trio ou um quarteto na categoria de árbitros elite da FIFA» – avançou Luís d´Alva, vice-presidente da Federação Santomense de Futebol.

A caminhada para o teste de elite está agendada já para o próximo mês de maio no Egipto.

«Devem estar preparados porque se reprovarem no teste perdem automaticamente a carreira» – vincou Hélio Nazaré, responsável pelo departamento de arbitragem da Federação Santomense de Futebol.

Para atingir o objetivo, Abelmiro deixou uma mensagem aos colegas.

«Não foi fácil a caminhada que fiz para atingir o patamar onde cheguei. Espero que trabalhem duramente para lá chegarem».

Os novos árbitros internacionais santomenses receberam, esta semana, insígnias da FIFA, a federação internacional de futebol.

José Bouças

2 Comments

2 Comments

  1. ANCA

    29 de Abril de 2024 at 8:52

    Têm que se preparar, bem, estarem a altura do desfios,…

    As ultimas notícias sobre desporto, aponta que a Rosema, cervejeira nacioanl, vai doar cerca de 700 euros aos clubes nacionais,…

    A pergunta e os factos que se colocam…

    A que objectivo, a que troco?

    Se se querermos organizar o desporto nas suas modalidades, se se queremos organizar modernizar o futebol, atirar dinheiro para cima do problema sem exigir rigor, investimento, infraestruturas, formação, parece, a história de cesto com agua,…

    O clubes de futebol deparam neste momento com enorme problemas desorganização, falta de rigor, segurança, sua estruturas, staff de direcção, problemas de sede, problemas de recinto de futebol, equipamentos, formação, etc,..

    A falta de um plano para o desporto nacional nas suas diferentes modalidades e neste caso no futebol reflete tal realidade territorial no desporto.

    A falta de normalização legal dos clubes,das suas acções e actividades, investimentos, infraestruturas/segurança desportiva/ medicina desportiva e formação.

    Se se queremos modernização do desporto nacional.

    Ao doar dinheiro aos clubes deveria-se exigir as questões de segurança desportiva, nomeadamente investimento em infraestruturas, campo de futebol, bem estruturado para pratica desportiva, questões das finanças desportivas, exigências de ter um capital social adequado ao titudo de clube ou associação de futebol, isto remete para as questões das receitas,…

    Imaginemos um clube de futebol como Palmar, podia se ser Vitória do Riboque, ou Água Izé, etc…sem recinto sem direcção organizada, sem condições de relvado, sem condições de delimitação do mesmo, muros de protecção, bancadas, casas de banho, jogadores a jogar com sapatilhas ou vez de botas, chuteiras, sem receitas desportivas…e vai se dar 700 euros anuais a troco de que organização?

    Temos a obrigação de fazer evoluir o desporto nacional, nas suas diferentes modalidades, mais organização, rigor, investimentos, formação.

    Necessidade de um plano estratégico para o desporto nacional, é chegada altura.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    De recor

    • ANCA

      29 de Abril de 2024 at 21:34

      Há necessidade de saber a proveniência dos financiamento a clubes, se se na realidade é um bónus da empresa Rosema, ao apoio ao futebol, ou se é financiamento da FIFA ou da CAF, ou outra instituição, em prol da transparência.

      Por outro lado há que saber que valor efectivos estas entidades financiam a federação nacional de futebol, em prol da transparência.

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica nos bem

      Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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