Economia

Empresários angolanos querem produzir sal na ilha do Príncipe e investir na pesca

A delegação empresarial angolana que visitou São Tomé esteve também na ilha do Príncipe, onde identificou áreas de investimento. Algumas serão de intervenção imediata segundo Leonel da Rocha Pinto, chefe da delegação dos empresários angolanos.

«Os empresários angolanos querem efectivamente investir em São Tomé e Príncipe, queremos ajudar o governo a criar empregos», afirmou o Chefe da Delegação empresarial angolana.

Para dissipar dúvidas sobre a nova fase de relacionamento que o sector privado angolano está a abrir com São Tomé e Príncipe, Leonel da Rocha Pinto, que é Presidente dos Líderes Empresariais de Angola, acrescentou « queremos quebrar o cepticismo que existe nos são-tomenses sobre o investimento angolano».

A delegação empresarial angolana que deixou São Tomé na última segunda feira, prometeu partilhar as informações recolhidas no terreno, sobre áreas de investimento no país, com outros associados da organização que preside. «E vamos voltar para São Tomé, já com assuntos mais concretos», pontuou.

Turismo, Infraestruturas, energia e água, assim como pescas são os sectores identificados como prioritários para o investimento privado angolano. «O porto de São Tomé precisa de uma intervenção rápida, a plataforma logística do mercado do país, também  precisa ser melhorada», frisou.

Na ilha do Príncipe, acompanhados pelo Primeiro Ministro Gabriel Costa, a delegação empresarial, descobriu oportunidades de negócios. A produção do sal é uma oportunidade. «Queremos e temos interesse em investir na área de produção do sal. Queremos e temos interesse em investir na área das infraestruturas. Temos interesse em investir na área de Turismo, achamos que existem cá muitas áreas de interesse», referiu o Chefe da Delegação.

Criação de um parque de exposição de produtos e serviços em São Tomé e Príncipe, é uma das acções imediatas prometidas pela delegação empresarial angolana.

Abel Veiga

    12 comentários

12 comentários

  1. António Silva

    3 de Julho de 2013 as 10:07

    Será que estas intenções de investimentos chegarão ao bom porto? Aí está um ramo de indústria que se devia apostar há tanto tempo.
    Cheguei a ter conhecimento de alguém que quis há 15 anos, sensivelmente, produzir sal em S.Tomé e Príncipe. Infelizmente teve de desistir, por causa da burocracia, segundo o investidor, mas penso que foi por causa daqueles que complicam tudo se não lhes entregarem nada por baixo da mesa.
    Aliás é do conhecimento público que muitos negócios não se efectivaram por causa das políticas, da corrupção, de esquemas em que os possíveis investidores não entraram, etc,etc. É corrente ouvir-se isto. Esta tendência dos responsáveis só darem aval à negócios com base em subornos e palmadinhas nas costas tem de acabar, senão não vamos lá. Nas repartições, dá-se gorjetas para a papelada avançar; noutros locais é uma “cervejinha”.
    Isto tem de acabar!
    Espero que estes negócios avancem realmente para o bem do país e não para o bem pessoal.

  2. homem honesto

    3 de Julho de 2013 as 10:31

    Vêm rápido e não faça como outros investimentos vossos.
    Recomendo, não aceitam accionista sem dinheiro, não dê luva à ninguém e não põe dinheiro nas mãos dos vossos amigos do MLSTP.

  3. Mestre do costume juridico

    3 de Julho de 2013 as 11:28

    Uma frase de Gastronomia, chamou a minha atenção na declaração feita a TVS pelo Porta-voz do Grupo de empresários angolanos:
    ” O Peixe de STP é bom”.
    Face a essa afirmação diga qual é resposta correcta:

    a) – Os empresários Angolanos vieram passear (Férias) e conhecer a nossa gastronomia.

    b) – O nosso peixe é um dos melhores de África.

    C) – As promessas dos empresários vão dar frutos, porque a intenção agora é mais credível que a feita por outro Angolano para reparação do Clube Náutico.

    • ferpenapandopo

      3 de Julho de 2013 as 21:08

      A resposta certa e a alinea “a” quanto a produção de sal,ai esta um negocio interessante pois nunca ganha bixo nem tem praso de validade,o unico senão e derreter-se com facilidade se não estiver protegido
      a materia prima e inesgotavel e praticamente de graça.

  4. Vai ou racha.

    3 de Julho de 2013 as 12:06

    No meu entender, vi duas situações:
    As duas na exploração do que temos de bom: peixe da ilha e sal.

    Praticamente aqui estaremos a falar de investivmento para sacar o que temos e as restantes areas?

    Bem haja.

  5. malagueta

    3 de Julho de 2013 as 14:29

    mto boa inicitiva

  6. Barão de Água Izé

    3 de Julho de 2013 as 15:58

    O Téla Non não consegue identificar as empresas (nomes comerciais e área de negócios) angolanas?
    Estão elas associadas a ~empresas Sãotomenses?
    Só “empresas angolanas”, como informação é muito pouco.

  7. João Kibonda

    3 de Julho de 2013 as 23:05

    Espero que tudo isto não passe de uma mera intenção!
    Cada dia que passe, estou cada vez mais incrédula. Digo isto, porque O antigo Clube Náutico de outrora, está entregue aos novos inquilinos (ratos e ratazanas)e nada se fez.Haver vamos!

  8. desta terra

    5 de Julho de 2013 as 8:47

    Angolanos só falam e não fazem nada.

    Angola está a desenvolver a custa dos estrangeiros e os seus investimentos.
    Porque Angola é um grande mercado.

    Agora, Angolanos como tal, não me parecem grandes empresários.

    Falam, falam e não concretizam nada.

    Exemplo disso, é o clube náutico, Portos de S.Tomé e Ana Chaves, Aeroporto que continua em obras há anos, o bunker que nunca saiu de papel ou intenção.

    O que Angolanos fizerem depois de tanto falar?

    Resposta:
    1- Fizeram alguns postos de revenda de combustível.
    2- Aumentaram excessivamente o preço do gás natural no nosso mercado para 950 mil dobras, arrastando todos os revendedores desse produto a aumentarem o preço do gás que sempre esteve abaixo de 750 mil dobras.
    3- Mais nada.

    Portanto, todo esse aparato e desfile de empresários Angolanos vai dar apenas no conhecido: Flasóoooooo.

    O que vai acontecer é que o governo Angolano poderá criar uma linha de credito para esses empresários investirem em STP, e depois recebem o valor e veem fazer uma “musula” e vão se embora.

    Agora, esperemos que a empresa de telecomunicações, essa sim, se concretize.

    A ver vamos.

  9. ôssobó1

    5 de Julho de 2013 as 9:17

    Senhores.

    Eu acho que, a visita dos empresarios Angolanos é uma forma de este governo mostrar que nao tem compitencia, e adiar as espetativas do povo.Sabemos que este empresarios nao viram a sao tomé mais, porque nao ha consumidor,nao ha justiça credivel, nao ha facilidades de movimentação de servços e bens, ou seja nao ha nada. quem vai por seu dinheiro num meio como este?

  10. Pen Drive

    8 de Julho de 2013 as 19:07

    Apetece-me chorar!

    • laureano

      24 de Agosto de 2013 as 20:40

      Concordo plenamente consigo, Eu sei que há excessao,mas os angolanos nao é de se confiar e nem de se fiar,porque nem p eles fazem,mto menos p outros.E aonde eles poem a mao so estragam. Por isso cabem a este governantes em colaboraçao com os nativos,meter o braço a trabalhar.Assim o País vai longe,juntos e unidos venceremos.Embora ha emigrantes angolanos que têm o ritmo de trabalho,os que vivem fora de Angola e nem sequer pem em voltar p lá,a nao ser p visitar os seus familiares.

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