Análise

Fraco Crescimento Económico

É mais um artigo de WADIRLUCHTTER PIRES, a reflectir sobre a economia e o mercado financeiro nacional.

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    13 comentários

13 comentários

  1. Moço Lazon

    23 de Julho de 2013 as 15:19

    Interessante

  2. Manuel

    23 de Julho de 2013 as 15:55

    Uma das politica deve ser fiscal e tributaria. (Todos STP na idade ”activa” devem possuir numero de contribuinte e pagar taxas/impostos). Gostam de arroz – delinear estratégias p/ diminuir a importação. Delinear estratégias de educação e gestão sobre credito (autofinaciado). Reativar o projecto da barragem de IO Grande. Se existem quadros formados no Embov, que tal firmar acordos com Angola. Apenas algumas! Fui.

  3. Bagatela

    23 de Julho de 2013 as 16:15

    WADIRLUCHTTER PIRES, mas que nome é este. Governo Santomense precisa tomar medidas sobre este fato…aff Não dá nem parta pronunciar…

  4. jorge ventura

    23 de Julho de 2013 as 16:49

    Tela Nom
    Pode me conseguir um encontro com o Ministro de Juventude?
    É que já tentei muitas vezes, mas a secretaria recusa-se.
    Gostaria de saber o que tenho que fazer, para ter acesso a uma das 400 casas que ele vai construir este ano.
    Também gostaria de saber, se posso candidatar-me a um dos mil postos de emprego que ele vai criar este ano.
    Ajudem-me a ter encontro com este ministro
    Obrigado antecipadamente

  5. Estanislau Afonso

    23 de Julho de 2013 as 17:25

    Agradeço a sua contribuição na escrita. Mas na verdade gostaria de saber qual é a escola que ti disse que o Consumo é um sector?

  6. Estanislau Afonso

    23 de Julho de 2013 as 17:30

    Agradeço a tua contribuição na escrita. Mas na verdade gostaria de saber qual é a escola de ciência económica que ti disse que o Consumo é um sector de actividade?

  7. neto

    23 de Julho de 2013 as 22:04

    Senhor economista esqueceu de um parámetro muito importante que a mondialisazaçao economica e financeira.
    A nossa economia está inserida num mercado mondial onde prima a lei do mais forte. SEM nehuma especialiszaçao em termos de produçao economicos STP restá condenado a importar todos as tralhas
    produzidos na China, Nigeria…e resto do mundo. A importaçao é a primeira causa da inflaçao do País. Com uma politica monetária que nao valoriza a moeda nacional face a euro ou dollars o nossa balança comercial está condenada…
    Nao acredito que com todas as medidas que o senhor propos, podemos realmente tirar o país da situacao economica actual. Em primeiro, STP nao domina nehum dos setctores que Senhor à qui citou, que déjà a energia renovavel, o turismo…etc.No que toca a agriculteura, podemos ainda aposta numa producao local capaz de assegurar alimentacoa a populacao. Mais exportacao dos productos agricolas nao constitue uma vantagem economica face aos país vizinhos como Costa de Marfim que hoje graça uma politica agraria de quase meio seculo ganhou uma posicao de primeiro exportador de cacao e ja produzem arroz de forma intesiva. Se o Senhor economista está informado, o Senhor sabe que a Africa TEM tido de forma geral um crescimento economico muito importante. Este crescimento, embora tardiva, foi possivel graça a matéria prima como petroleo, diamantes…que hoje constituem espcilidade de muitos paises como Angola, Guine Equatorial… e STP? Qual é a nossa especialidade? Como podemos inserir a economia dum país com graves problemas em termos de infrastruturas básicas que sao energia, estrada, telecomunicacao, no mercado mondial? Ainda mais, SEM nehuma espcialidade economica! A nossa unica especialidade nao seria a corrupcao?

    • Wadirluchtter Pires

      24 de Julho de 2013 as 12:41

      Caro Sr. Neto,

      Gostei do teu comentário, mas entretanto, gostaria de lhe dizer que este artigo/ seus artigos é de reflexão e com intuito de criar debate.
      Nestes termos, gostaria de saber qual a tua visão, o que devemos fazer para tirar o país da situação económica que se encontra?

      Dizes-te que energia renovável e turismo não é nossa especialidade. Muito bem, porquê que a não tornamos em nossa especialidade? Só nos falta capacitar quadros nestas áreas específicas.
      Meu caro

      Fico esperando a tua contribuição para analisarmos e debatermos.

      Wadirluchtter Pires

      • Wadirluchtter Pires

        24 de Julho de 2013 as 12:43

        Caro Sr. Neto,
        Gostei do teu comentário, mas entretanto, gostaria de lhe dizer que este artigo/ meus artigos é de reflexão e com intuito de criar debate.
        Nestes termos, gostaria de saber qual a tua visão, o que devemos fazer para tirar o país da situação económica que se encontra?
        Dizes-te que energia renovável e turismo não é nossa especialidade. Muito bem, porquê que a não tornamos em nossa especialidade? Só nos falta capacitar quadros nestas áreas específicas.
        Meu caro
        Fico esperando a tua contribuição para analisarmos e debatermos.
        Wadirluchtter Pires

  8. Info

    24 de Julho de 2013 as 10:46

    Muito Bom essas contribuição é muito importante continua……..com esses trabalho………….precisamos de jovens assim com ideia e não queremos jovens INDIGNADOS……….

  9. Nilton Garrido

    24 de Julho de 2013 as 16:44

    Apenas um reparo, penso que o título deveria ser fraco desenvolvimento e não fraco crescimento. Porque para os menos atentos nos últimos 10 a 12 anos o país tem crescido em termos reais em média 5% ao ano. Trata-se de uma cifra bastante considerável comparativamente a outros países de África e mesmo do Mundo. O problema é que este crescimento do PIB, não tem reflectido no desenvolvimento sócio económico do país. Porquê? Deixo- lhe aqui uma brecha, talvez para o o seu próximo artigo caso assim o entenda.

    Cumprimentos,
    Bem haja

  10. brasileiro

    24 de Julho de 2013 as 19:17

    Wadir, com tanto petróleo disponível na plataforma são-tomense, no golfo da guiné, não seria melhor priorizar a captação de divisas desse setor e baratear o custo dos combustíveis fósseis (gasolina e diesel) primeiro? Obviamente o turismo são-tomense tem potencial para crescer 5 vezes mais do que o atual quadro.
    Em relação às energias renováveis, o custo relativo de instalação ainda é elevado, portanto deveria ser implementado gradativamente para uso doméstico. Todavia, não crês que deveria ser priorizado o setor energético tradicional?

    Quanto à agricultura, o Brasil por meio da EMBRAPA doa milhões de dólares para projetos agrícolas em Gana, Costa do Marfim, etc. Por que São Tomé E Príncipe ainda não enviaram projetos para EMBRAPA? Há algum entrave político? Os recursos para projetos agrícolas estão lá, na casa dos bilhões de dólares…

  11. Santana Barros

    4 de Agosto de 2013 as 19:16

    Se no tempo colonial em quase todas fazendas havia uma barragem mini hidroélectrica, que gerava energia para as fazendas, porque não apostar na reabilitação das mesmas? outra coisa, é a criação da industria alimentar, mais concretamente na fabrica de conservas tanto de peixe de lacticinios o que é possivel em São Tomé. É só o governo acreditar que sois capazes. Se importaram porcos à partir da Inglaterra, porque não pensar na salsicharia e exportar ainda que for para Angola? Logico que se, São Tomé depender sempre das importações e não exportar nada, estará apenas a tirar dinheiro e à não meter nada. Não devem depender apenas do cacau.

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