O Ministro do Plano e Finanças Ginésio da Mata em declarações à Televisão Santomense disse que ‘ o financiamento do “GAP Externo”, é o único ponto que entrava a assinatura do acordo de facilidade de crédito que há cerca de 1 ano, o executivo negoceia com o Fundo Monetário Internacional.
Todas as tentativas do Téla Nón para encontrar uma explicação do ministro do plano e finanças em linguagem familiar, sobre o termo “Gap Externo”, foram infrutíferas. No entanto, o Téla Nón apurou que esta linguagem técnica dos economistas, GAP, pode significar um espaço vazio, em que não se cumpre com os compromissos de pagamento.
No caso concreto pode ser a dívida externa, que por sinal o país tem um espaço vazio, ou seja, não tem conseguido pagar, ou o Gap pode estar relacionado com o vazio que se regista nas reservas cambiais externas.
Com este vazio, o GAP, o governo tem um obstáculo pela frente nas negociações com o FMI, para conseguir o acordo de facilidade de crédito alargado.
«Estamos neste momento num ponto em que existe quase que exclusivamente, uma questão a ser ultrapassada e que se prende com o financiamento do Gap Externo. É uma situação sobre a qual o governo sozinho não consegue resolver», afirmou o Ministro do plano e finanças.
Sem capacidade de alimentar o serviço da dívida, ou de recuperar as reservas externas o governo vira-se para os parceiros internacionais em busca de ajuda.
O Banco Africano de Desenvolvimento, BAD, já deu um balão de oxigénio ao executivo de Patrice Trovoada. A instituição financeira pan-africana, aprovou uma ajuda de 17,4 milhões de dólares para financiar o orçamento geral do Estado de São Tomé e Príncipe.
O fundo vai ser aplicado nos projectos de reforço da sustentabilidade orçamental e resiliência económica, assim como para a transição energética.
Segundo o Ministro do Plano e Finanças o valor está repartido para os anos económicos de 2023 e 2024. Ginésio da Mata garantiu que ainda neste mês de dezembro, o país deverá receber 5 milhões e 300 mil dólares.
Outro envelope de mais de 7 milhões de dólares será entregue a São Tomé e Príncipe para financiar projectos de apoio institucional, gestão aduaneira e para o saneamento da dívida pública no ano económico de 2024.
Uma ajuda financeira que permite ao país melhorar a sua posição nas negociações em curso com o FMI para a assinatura do acordo de facilidade de crédito.
«Os nossos parceiros têm estado a acompanhar a evolução da negociação, e conforme o caso cada um tem aportado a sua ajuda neste processo. A prova disso é este acordo com o BAD e vem contribuir para solucionar parte da questão que temos presentemente a discutir com o FMI», pontuou o ministro.
Note-se que é a primeira vez, que São Tomé e Príncipe negoceia com o FMI há cerca de 1 ano sem chegar a acordo, para conseguir a facilidade de crédito alargado.
Abel Veiga
Mezedo
12 de Dezembro de 2023 at 20:10
FMI não quer facilitar porque sabe que este governo é criminoso.
E sabe o que seu líder só sabe gastar em viagem e mais nada
Vanplega
12 de Dezembro de 2023 at 23:42
FMI, tem razāo
Quando temos 1 Ministro, viajando em jacto alugados para toda parte do mundo em passeios familiar e visirando amigos.
Como podem dar dinheiro sem garantia de pagamentos.
Sabendo que ele ñ è honesto, mentiu e mente ao seu povo.
Alias 25/11/22 ainda ñ foi esclatecido.
FMI tem razāo, ñ deve dar nada
Vanplega
13 de Dezembro de 2023 at 8:04
Meu comentario sumiu tela non
truques
13 de Dezembro de 2023 at 8:28
“Todas as tentativas do Téla Nón para encontrar uma explicação do ministro do plano e finanças em linguagem familiar, sobre o termo “Gap Externo”, foram infrutíferas.”
Senhores! favor tenham mais respeito para com o povo e para com os leitores. Afinal não se consegue saber de forma entendível o que é ou quem é este tal do Gap Externo? Notícias com estas inconsistências credibilizam o nosso jornalismo?
Isto só pode ser muita brincadeira ou então truques para enganar os cegos. Haja coragem para se esclarecer o povo. Doutro modo acho que esta notícia nem devia ser publicada pelo Tela Nón. Fui!!
Dinheiro do Povo
13 de Dezembro de 2023 at 9:20
Oi Téla Nón, esta é uma situação sobre a qual o governo terá que resolver sozinho. Os governos uns após os outros roubáramo-nos cegos. E agora? Os membros dos governos do passado e do presente e aqueles que roubam terão de abrir as suas contas bancários e devolver o dinheiro do povo que sofreu e tem sofrido furtos, às esquerdas e às direitas.
Irresponsáveis! São todos corruptos e gatunos!
Téla Nón! Eles não irão abrir o jogo.
Este Ministro do Plano e Finanças é um outro subserviente de Patrice Trovoada. O Gap Externo não interessado e não se preocupa com isso, o que o Gap , FMI quer é pagamento e também as medidas de austeridades, que se forem implementadas terão consequências dolorosas ao povo. Esse povo vai sofrer muito mais e pior.
Não se cumpre com os compromissos de pagamento de dívidas desde o tempo de Pinto da Costa, partido único, depois veio o PCD, Miguel Trovoada, Fradique e partido dele, Evaristo de Carvalho, ADI, MLSTP, todos roubaram. E o Vila Nova está comprometido. Coitado. Dá pena dele.
Se São Tomé e Príncipe negoceia com o FMI há cerca há cerca de um ano sem chegar a acordo para conseguir a facilidade de crédito alargado, então tudo indica que Patrice Trovoada mentiu e fez promessas falsas, como outrora tém sido declarado neste plataforma.
E então Patrice Trovoada, o que é que se passa? Perfil de desonestidade?
Não tive na menor das dúvidas que Patrice Trovoada não tém credibilidade. Ele tem criado uma narrativa falsa, pouco credível e inadmissível que iria mudar a vida do povo, e por sinal sem melhoria. Já viram!
Patrice Trovoada, o povo Santomente dar-te-ia mais dinheiro para tu roubares e te enriqueceres muito mais e de forma injusta, se o tivesse. Não há dinheiro pá. Só fome e miséria…
Se acha hábil a distrair
13 de Dezembro de 2023 at 11:04
É do conhecimento público nacional e internacional, que Patrice Trovoada faz um gestão danosa dos fundos públicos, viajando em Jatos privados, vivendo a grande e a francesa a custa do erário público do Estado.
Na realidade São Tomé e Príncipe é uma empresa privado do Patrice Trovoada e serve de fonte para o seu enriquecimento ilícito.
As instituições financeiras internacionais sabem disso e não querem sustentar a ociosidade e vadiagem do Patrice.