Apolonense, é o nome da associação de produtores de cacau biológico da comunidade de Apolónia no distrito de Cantagalo.
Construída com o apoio do projecto de apoio às fileiras agrícolas de exportação (PAFAE), a sede da associação vai permitir a realização de acções de formação dos agricultores, de reuniões e de encontros associativos.
A comunidade agrícola de Apolónia tem uma estrutura de processamento de cacau de qualidade que também foi construída com o apoio do PAFAE, nomeadamente quatro secadoresde cacau, uma casa de fermentação e um armazém.
«Esta actividade será acompanhada por uma comitiva da União Europeia que se encontra em São Tomé e Príncipe», diz a nota de imprensa que o PAFAE enviou ao Téla Nón.
A inauguração da sede da associação de agricultores da roça Apolónia está marcada para esta sexta-feira , 22 de novembro.
«Apesar do isolamento imposto pelas dificuldades das vias de acesso e ausência da rede elétrica pública, a comunidade de Apolónia apresenta-se com potencial na produção de cacau, tendo obtido uma produção de 31 e 50 toneladas de cacau em goma nos anos 2023 e 2024, respectivamente. Este facto demonstra uma trajetória ascendente na produção. A construção do centro de processamento em 2022 permitiu imprimir uma nova dinâmica económica e social, trazendo uma maior fixação da população local», refere a nota de imprensa do PAFAE.
Para além da comunidade de Apolónia, o projecto financiado pela União Europeia e executado pelo Instituto Marquês de Valle Flôr, já construiu 16 sedes de associaçõesde produtores de pimenta, cacau, café e coco. «Num investimento global de 4.707.560,00 Dbs (192.145,00 Euros)», acrescenta a nota de imprensa.
Abel Veiga