Política

Eleições Regionais – Nestor Umbelina confiante numa vitória expressiva

No balanço da primeira semana de campanha eleitoral, o líder da nova força política na região autónoma do Príncipe, Nestor Umbelina, do Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe, MVDP, disse estar confiante na vitória expressiva nas eleições regionais do dia 7 de Outubro.

Com o Slogan Príncipe de Todos e Para Todos, o movimento verde para o desenvolvimento do Príncipe, promete governar melhor e governar diferente.

No seu manifesto eleitoral, os verdes da região insular traçaram uma visão assente em mais agricultura, mais pesca e mais obras públicas.

No que concerne aos sectores sociais o MVDP, defende  melhor saúde e melhor educação.

Na sua primeira experiência de campanha eleitoral, a caravana do Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe, percorreu de Norte a Sul da ilha do Príncipe, e cada vez mais tem conquistado novos simpatizantes e amigos vindos de todas as cores sociais e políticas da região autónoma. «O povo do Príncipe, sabe o que quer e tem um sonho, e este sonho está no programa de governação do MVDP que apresentou o melhor programa de governação para o Príncipe», afirmou Nestor Umbelina.

Em suma, no seu programa de governo, o movimento destaca o combate sem trégua a pobreza, o desemprego e o promete incentivar o crescimento económico na ilha do Príncipe. O movimento surgiu em Agosto de 2018, por um grupo de naturais e amigos  da ilha do Príncipe.

Por um Príncipe de Todos e Para todos, o Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe, está convicto de que é a alternativa de confiança para a região. Nestor Umbelina, ex-Presidente da Assembleia Regional, lidera o movimento que pretende por fim ao reinado de José Cassandra, há 12 anos na governação da lha do Príncipe.

MVDP, tem como adversários o MLSTP e o UMPP de José Cassandra no poder. As 3 forças políticas disputam 7 mandatos para a Assembleia Regional. O partido que eleger maior número de deputados, tem possibilidade de nomear o Presidente do Governo Regional.

Note-se que em 2014, a UMPP, de José Cassandra, conquistou 5 dos sete deputados, enquanto o MLSTP, conquistou 2. MVDP, entra em cena em 2018, ao que tudo indica para baralhar o xadrez político na ilha do Príncipe.

Declarações do líder do MVDP podem ser escutadas em registo audio :

Fonte – Direcção de Campanha do MVDP

    3 comentários

3 comentários

  1. Adeliana Nascimento

    4 de Outubro de 2018 as 14:11

    Tozé, que é isto de Principe primeiro? Se o país é STP. Sabia o senhor Tozé que o Principe, para quem conhece a História colonial, existiu no inicio como um departamento/dependência da ilha maior. Por isso a coisa é STP primeiro e não Principe primeiro. STP é uno e indivisivel, é e será sempre nosso.

  2. Príncipe Primeiro

    4 de Outubro de 2018 as 18:37

    Príncipe primeiro, Sim!Da mesma forma que defendo que os de Angolares devem dizer “Angolares Primeiro ou os da Trindade devem dizer “Trindade Primeiro” e assim sucessivamente. Isto é uma forma,embora simbólica, de afirmação comunitária, (cultural, identitária, económica e social) em prol do desenvolvimento das respetivas partes que constituem o nosso país. Se todas estas parcelas do nosso país darem, como entidades comunitárias pertença do país, o seu esforço e empenho para o desenvolvimento das respetivas populações, todo o país sairá a ganhar. Quem conhece a História do país também deveria saber que durante muito tempo o país viveu problemas de conflito inter-ilhas que culminou com a transferência da capital do país para a cidade de Santo António do Príncipe e lá ficou durante cerca de um século e, posteriormente, foi transferida para a cidade de S.Tomé. S.T.P é uno e indivísivel enquanto a população do Príncipe quiser que assim seja e isto não é um favor que nenhum governo central faz ao Príncipe.
    Bem haja.

  3. arroz podre

    5 de Outubro de 2018 as 7:40

    Força Nestor, vais ser o futuro Presidente do Governo Regional. O Patrice não gosta de pessoas inteligentes e que não aceita as suas mentiras. O Patrice e o ADI vai acabar muito mal a partir do dia 7 de Outubro de 2018.

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