Política

Brasil especializa fuzileiros navais e pretende avançar para o exército

No quadro da cooperação técnico-militar entre São Tomé e Príncipe e o Brasil, 21 fuzileiros navais estão a terminar o curso de especialização de infantaria de fuzileiros navais.

Uma especialização que iniciou no mês de Maio passado, e que nesta semana entrou na fase final. Os 21 fuzileiros navais que passarão a serem cabos de infantaria naval, foram submetidos a vários treinos de tácticas de combate.

Na segunda feira, exibiram para o comando das forças armadas,  as técnica de combate anfíbio, com destaque para o embarque e desembarque de tropas em cenários de combate.

O curso de especialização de infantaria de fuzileiros navais, é administrado por oficiais do corpo de fuzileiros navais do Brasil, e se enquadra na cooperação técnico militar entre o Brasil e São Tomé e Príncipe.

No entanto, Portugal é outro parceiro importante de São Tomé e Príncipe, no processo de consolidação da guarda costeira. O Navio Zaire da armada portuguesa que está destacado em São Tomé e Príncipe participou no exercício, realizando o embarque dos fuzileiros navais. As tropas projectadas no alto mar pelo navio Zaire, realizaram a operação de assalto anfíbio, ou seja, o desembarque na praia através de botes de borracha.

O Tenente João Gaspar, comandante do Navio Zaire da armada portuguesa, realçou a estratégia de parceria entre a cooperação militar portuguesa e brasileira em São Tomé, que tem permitido elevar as capacidades da guarda costeira são-tomense.

O Brigadeiro Horácio Sousa, Chefe de Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe destacou a importância do curso, e, sobretudo a componente de operações anfíbias, que segundo o brigadeiro, poderá ser levada a prática no país, a qualquer momento, caso se justifique.

O embaixador do Brasil em São Tomé e Príncipe, considerou de bem sucedida a cooperação entre os dois países no domínio da defesa. Vilmar Coutinho, explicou que até agora a cooperação técnico-militar brasileira tem estado concentrada na defesa naval. Permitiu a criação da primeira unidade de fuzileiros navais de São Tomé e Príncipe, mas o Brasil pretende « estender também para o exército».

As forças armadas de São Tomé e Príncipe são compostas por dois ramos. O Exército e a Guarda Costeira.

Abel Veiga

    1 comentário

1 comentário

  1. Nuno Menezes

    21 de Novembro de 2018 as 14:19

    Meus tempos de 18 aninhos em Portugal Fui chamado Pela Camera Municipal de Oeiras Portugal para assim apresentar…
    Agora vem a Pergunta Doi? a Resposta sim Doi Bue…Treinos fisicos e psicologicos que assim temos e hoje com a idade que tenho faz sempre jeito igual a andar de bicicleta.
    Necessario tambem criarem Judiciaria Militar.
    Em Portugal Temos Policia Judiciaria Portuguesa, e tambem temos Judiciaria Militar apenas so para nos.
    Rapazes…. força

    Nuno Menezes
    Lincoln,Reino Unido

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