Política

Turismo e a livre circulação de pessoas integram a cooperação estratégica entre STP e Angola

Está lançado o novo quadro de cooperação estratégica entre São Tomé e Príncipe e Angola. Após 4 dias de trabalho entre delegações técnicas e ministeriais dos dois países, São Tomé e Príncipe convenceu Angola sobre a necessidade de promover a livre circulação de pessoas e bens entre os dois países.

São Tomé e Príncipe que há alguns anos isentou visto de entrada no arquipélago para cidadãos angolanos, pretende obter a reciprocidade da parte angolana. « Angola tomou boa nota da nossa preocupação, e estou esperançada que brevemente veremos as fronteiras angolanas abertas para os são-tomenses», afirmou a ministra dos negócios estrangeiros e cooperação, Elsa Pinto.

Por sua vez, Domingos Vieira Lopes, Secretário de Estado para Cooperação Internacional e Comunidades de Angola, garantiu que a circulação de pessoas entre os dois países vai melhorar muito mais. «Tomamos boa nora da preocupação de São Tomé em relação aos vistos conversamos sobre aquilo que pode vir a acontecer de forma positiva e achamos que este assunto será rapidamente ultrapassado. É desejo dos dois países que a circulação que já é boa, possa ser ainda mais fluída», frisou.

Turismo é uma das principais prioridades do novo quadro de cooperação estratégica. Elsa Pinto,  manifestou o interesse do Estado são-tomense em promover o desenvolvimento do Turismo, com participação dos empresários e turistas angolanos. « Nós consideramos que hoje o nosso petróleo é o turismo. Exploramos esta componente com a parte angolana, e voltamos a renovar o convite para que os grupos empresariais angolanos possam vir e explorar esse petróleo que está aqui patente e que é bastante verde, e que pode produzir muito emprego para a nossa juventude», pontuou a ministra.

O novo quadro de parceria estratégia entre São Tomé e Príncipe, prioriza os sectores da defesa e ordem interna, justiça, finanças, transportes, e atinge o mar que é 160 vezes maior que o espaço terrestre de São Tomé e Príncipe. Os sectores de pescas, comércio e petróleo também estão integrados na nova cooperação estratégica entre os dois países.

Para que a nova parceria estratégica seja dinâmica os dois países, definiram um plano de concertação e comunicação permanente.

Abel Veiga

    8 comentários

8 comentários

  1. MIGBAI

    16 de Maio de 2019 as 15:09

    E já agora, quando é que começam a entregar as roças aos seus legítimos donos e herdeiros?
    Serão eles a desenvolver o petróleo verde e não os angolanos que deram as suas fazendas aos chineses.
    Para quem não sabe, e isto é a pura das verdades, os chineses são quase os donos da totalidade das terras de Angola!
    Devolvam as roças aos seus donos e vamos partir para o progresso, deixem os angolanos destruir o resto de Angola, e que não mexam nas nossas ilhas!!!!!

    • STP Terra linda e gente boa

      17 de Maio de 2019 as 6:52

      Migbai, você reclama muito a devolução das roças. Você foi o dono de alguma e tiraram-te? Ou dos teus pais e avós? Kkkkkkkk. Ai creeeeedo. O homem já não quer mais nada senão roças. Vou te dar um conselho. Da forma que elas estão destruídas, o dinheiro que vás gastar no investimento, compensa fazer outra coisa com esse dinheiro. Vai mais é trabalhar, quebrar as costas e rendimento 0. Como dizem os franceses; Rien de tout. Kkkkkkkk

    • STP Terra linda e gente boa

      17 de Maio de 2019 as 10:19

      Oh Migbai, porquê que reclamas tanto a devolução das roças? Tiraram-te alguma? Ou foram dos teus pais e avós? Ai creeeedo Kkkkkkkk. O homem não quer outra coisa se não roças. Vou te dar um conselho. Da meneira que se encontram as roças em ruínas, não compensa gastar o dinheiro neste tipo de investimento. Porque vai te render 0. Como dizem os franceses; Rien de tout. Só se tiveres a mais.

  2. Fusoê

    16 de Maio de 2019 as 22:29

    Turismo? Com tal ministra que nem é formada na área?
    Parece-me que falta a ministra dinâminca.
    Enfim mais bla bla bla e pouco se vê de concreto.

  3. O Revolucionário

    17 de Maio de 2019 as 8:03

    Bem de certo que essa ministra nem sabe definir a palavra “turismo”. Mas prontos, é o país que temos.

  4. Kwatela

    17 de Maio de 2019 as 15:22

    Não esqueçamos que a actual ministra angolana do turismo tem costela santomense(Ângela Bragança Gomes) no aproveitar está o ganho

    • Emiliano

      17 de Maio de 2019 as 18:16

      Kwateia quem te perguntou se a ministra tem ou não costela santomense.

      Vocês os santolas precisam de uma tesoura para vos corar a língua.Raça………..

  5. Renato Cardodo

    18 de Maio de 2019 as 10:22

    A cooperação entre ambos países teria tudo para funcionar com ganhos recíprocos se houvesse mais ambição de S.Tomé e Príncipe.
    No entanto continuando nesta prática recorrente de indefinição e ideias avulsas de circulação de pessoas e bens,Turismo Verde ou petróleo é pura demagogia e tudo devido nossa ociosidade.

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