Política

Conselho de Estado propôs ao PR diálogo e concertação para evitar o Caos

O Presidente da República, Evaristo Carvalho, convocou pela primeira vez no seu mandato o Conselho de Estado.  Sem agenda definida a reunião dos conselheiros do Estado são-tomense, terminou com um apelo ao Presidente da República, para liderar um amplo processo de diálogo e concertação nacional, que passa pela despartidarização da sociedade são-tomense.

O anúncio da primeira reunião do conselho de Estado nos 3 primeiros anos de mandato de Evaristo Carvalho, provocou nas últimas 48 horas, uma onda de rumores e especulações em todo o país, sobre uma hipotética  exoneração do Primeiro Ministro Jorge Bom Jesus, e a consequente queda do governo.

Manuel Pinto da Costa, ex-presidente da república, foi o porta voz da reunião e em nome dos conselheiros do Estado, desmentiu tal possibilidade. «Não vai haver queda do Governo. Desta reunião o que saiu é a necessidade de a gente encontrar um espaço para melhor entendimento e diálogo entre os órgão de soberania, sem o qual corremos o risco de fazer política em função dos interesses partidários», afirmou.

O porta voz do conselho de Estado, deixou também claro que nem a especulada remodelação governamental, foi tema de debate no salão nobre do palácio presidencial.

Segundo Manuel Pinto da Costa, a despartidarização do país e da sociedade são-tomense, sim, absorveu a atenção dos conselheiros do Estado. «Estamos numa sociedade que é preciso ter muito cuidado. Ela está completamente partidarizada. Tão partidarizada que influencia cada um de nós. E muitas vezes o individuo tem que se partidarizar para garantir a sua sobrevivência. Enquanto isso prevalecer, todos os órgãos de soberania e tudo quanto acontecer na República, será influenciado pelos partidos», assegurou.

O Conselho de Estado constatou que o país está a beira de uma ditadura dos partidos políticos. «Se a sociedade civil não se organizar para ser uma força alternativa corremos o risco de sermos submetidos a uma ditadura dos partidos», frisou.

O porta voz do Conselho do Estado, transmitiu a preocupação manifestada pelos seus pares, face a constante limpeza que é feita na administração do Estado, logo a seguir as eleições legislativas. O partido que ganha as eleições, demite todos os quadros e funcionários que não são seus militantes, e coloca no lugar os seus militantes. Os quadros são-tomenses que são afastados, fazem a travessia do deserto durante 4 anos, ou menos, até o regresso do seu partido ao poder.

Momento em que regressam aos seus tachos, e os que lá estavam são atirados para a travessia do deserto nas ilhas do meio do mundo. «Não saímos do mesmo lugar. Não avançamos», reclamou o porta voz do conselho de Estado.

É um dos vários dramas, que o país vive, e que o bloqueia. Evaristo Carvalho, Presidente da República, foi aconselhado a liderar a abertura do caminho neste deserto instalado no país, para através do diálogo e da concertação, unir todos os filhos da terra, e evitar assim que o caos se instale no país. «Chegamos a conclusão que se torna necessário abrir o país a um diálogo, sob a direcção do Presidente da República, …para definitivamente começarmos a conhecer o São Tomé e Príncipe real. Chegamos a conclusão que o Presidente da República deve congregar forças para sairmos disso, para começarmos a ter  confiança no país e nos dirigentes», pontuou o porta voz do conselho de Estado.

Segundo ainda o porta voz a missão delegada ao Presidente da República, designado de Pai da Nação, deve tratar também da alma são-tomense. «Temos que voltar a ter confiança em cada um de nós, criar um sentimento de amizade e solidariedade.  Cada um tem o direito de pertencer ao partido que quiser, mas não tem o direito de fazer mal a São Tomé e Príncipe », acrescentou.

Pinto da Costa, anunciou que o Presidente da República Evaristo Carvalho, tomou boa nota dos conselhos dados. O Chefe de Estado vai liderar o processo, que pode a curto prazo evitar, as graves ameaças que pairam sobre a estabilidade na República Democrática de São Tomé e Príncipe.

Os liceus do país estão inundados de milhares de jovens, que dentro de 3 a 4 anos, precisarão de emprego, e não parecem disponíveis para continuar a atravessar o deserto infinito. «Se não se agir hoje para criar condições para absorver esses jovens, vamos ter crises e instabilidades, e situação social extremamente grave. Isso para não termos depois surpresas. A surpresa poderá ser muito desagradável. A surpresa que poderíamos ter nos anos 80, é diferente da surpresa que podemos ter agora. Já vimos o que aconteceu depois das eleições do ano passado…nos anos 80 nunca se queimava carros», concluiu o porta voz do Conselho de Estado.

Os partidos políticos são chamados a se despertarem para os desafios que o país tem em curto prazo. Devem segundo o conselho de Estado, abandonar as lutas pelos “tachos” e vantagens imediatas, e concentrarem energias na projecção do futuro sustentado para as ilhas verdes.

Abel Veiga

    22 comentários

22 comentários

  1. Windows 11

    6 de Junho de 2019 as 22:31

    Nunca estava em cima da mesa a queda do governo este é um buato lançado por MLSTP e os seus activistas do Facebook para fazer um assassinato de carácter do Presidente da República para beneficiar o MLSTP.
    O governo do MLSTP na sua incapacidade de poder governar depois de 7meses sem fazer nada onde as coisas estão a piorar com falta de tudo no país vem lançar esses buatos para desviar a atenção do povo e o mais caricato é um assessor de Jorge bom Jesus vir a rede social fazer ameaças estamos perdidos.
    Mas todos nos sabemos que dentro do MLSTP dentro do governo ha tumulto forte dos dirigentes do MLSTP que não querem deixar o governo governar por causa dos seus interesses e isto os jornais do MLSTP os e os seus activistas não falam abafam.
    O Pinto da Costa falou verdade a sociedade esta toda partidarizada e assim ele ja disse tudo é um salva quem puder as pessoas não estão a aplicar aquilo que aprendeu na Universidade MLSTP trouxe intrigas e desgraça para o pais.

    • Suite

      6 de Junho de 2019 as 22:58

      Os que falam de caída do Governo tem perfil falso, ta claro, mas coincidem com os líderes de ADI de Abinildo e CIA e com os “jornalecos” do Parvo. A sua estrategia pasa pelo caos, sembrar o caos nos tribunais e presionar o Presidente da República para intervir nas decisoes judiciais… O problema é que seu objectivo nao tem pernas para andar porque eles mesmo nao tem solucao para o día D o día de depois. Agora o P. da República, depois da intervencao do C. de Estado esta livre de esses conspiradores e pode procurar um melhor entendimento e apoio para o Governo e as políticas de “arrumar” o Estado e o País numa lógica de crecimento. Esta é a verdade.

  2. Fusoê

    7 de Junho de 2019 as 6:15

    País tornou desse jeito desde que o mal intensionado P.Trovoada chegou a estas ilhas. Disvirtualizou por completo a mente desses que ele hipnotizou durante os quatros anos e injectou veneno de ganhar sem ter cultura de trabalhar.

  3. Carmona Santos

    7 de Junho de 2019 as 6:35

    “Diálogo e concertação nacional, que passa pela despartidarização da sociedade são-tomense”.

    Essa conversa não faz qualquer sentido. Quer dizer que JBJ, o governo e o Silva Cravid podem continuar a festa, podem dispor do poder como bem entendem, nomear, despedir, pagar salários megalómanos e prender quem quiserem.

    Ok, então vamos continuar

  4. manuel fonseca

    7 de Junho de 2019 as 8:36

    Concordo plenamente com a decisão do Conselho de Estado. Esta governo quando entrou e a semelhança de outros correu com muita gente honesta, por isso é que o País está mergulhado em ódio….e perseguição…tenho dúvidas que isto acabe….o primeiro ministro antes de entrar para o governo prometeu a união entre os São-Tomenses….o que se viu foi a perseguição e caça as bruxas…Pior coisa é quando os politicos mentem….Também Patrice Trovoada fez mesma coisa…Mas nós não devemos copiar erro dos outros….Gasta-se muito dinheiro para formar os quadros e muitas vezes os bons são atirados a sua sorte….me digam como é que se pretende desenvolver um País com essas atitudes….?

  5. ONDE MESMO?

    7 de Junho de 2019 as 8:39

    Se foi essa a decisão do Conselho de Estado, ela foi muito bem tomada e espero que o Sr. Presidente Evaristo de Carvalho siga as emanações da reunião. Mas, todo o cuidado é pouco isto porque o Sr. Presidente da República ainda não se despartidarizou, segue as riscas os desmandos do seu mentor, seu chefe que mesmo à distância ainda o comanda. Não é em vão que Pinto da Costa o único e verdadeiro Presidente da República diz que o país está completamente partidarizado e que se torna necessário despartidarizar, é que os Conselheiros do Estado, todos sabem e conhecem o posicionamento do Sr. Presidente da República que não se esconde e não consegue ser o Presidente de todos os santomenses e é somente presidente dos dirigentes, militantes e simpatizantes do ADI. Sr. Presidente acorde enquanto é tempo e de uma vez por todas seja na verdade PRESIDENTE DA REPÚBLICA e deixe o governo governar e principalmente combater a corrupção e por todos os que delapidaram o país durante esses anos de independência na cadeia. A corrupção no país terá que ser combatido e nisto tenho a convicção que a maior parte do povo santomense está de acordo.

  6. Vedé

    7 de Junho de 2019 as 9:29

    O ódio, a perseguição laboral e caça a bruxa foi semeado pelo anterior governo.Houve pessoas competentes que trabalharam com muitos governos do MLSTP, com o do PCD e mesmo com o do MDFM e governo de 3 meses do PT, sem que fossem de algum partido. Mas, quando o governo do ADI ganhou eleições em 2014 salvo erro, varreu toda administração pública, tirou os competentes e meteu nabos arrogantes que só serviam para assinar documentos e nada conheciam de administração nem da tecnologia profissional. Muitos dos directores quando afastavam s competentes usavam a expressão ” Mudem de camisola como eu mudei” E agora? Até que esse governo não substituiu totalmente todos. Por exemplo, houve lugares da direcção que as pessoas não caiam de paraquedas pra liderar. mas sim o individuo percorria uma carreira durante anos pra ser director, metodólogo, inspector, director geral, etc. Hoje, só o facto de trabalharem na campanha do partido que venceu as eleições, exigem tachos de responsabilidades sem conhecerem a pavina de trabalho. É por isso, que o país está como está. Foi assim que deram cabo da EMAE, ENAPOR, ENASA, ENSINO, SAÚDE, etc.

  7. Vedé

    7 de Junho de 2019 as 9:33

    Queria dizer a patavina de trabalho.

    • Vedé

      7 de Junho de 2019 as 9:47

      O ódio, a perseguição laboral e caça a bruxa foi semeado pelo anterior governo.Houve pessoas competentes que trabalharam com muitos governos do MLSTP, com o do PCD e mesmo com o do MDFM e governo de 3 meses do PT, sem que fossem de algum partido. Mas, quando o governo do ADI ganhou eleições em 2014 salvo erro, varreu toda administração pública, tirou os competentes e meteu nabos arrogantes que só serviam para assinar documentos e nada conheciam de administração nem da tecnologia profissional. Muitos dos directores quando afastavam s competentes usavam a expressão ” Mudem de camisola como eu mudei” E agora? Até que esse governo não substituiu totalmente todos. Por exemplo, houve lugares da direcção que as pessoas não caiam de paraquedas pra liderar. mas sim o individuo percorria uma carreira durante anos pra ser director, metodólogo, inspector, director geral, etc. Hoje, só o facto de trabalharem na campanha do partido que venceu as eleições, exigem tachos de responsabilidades sem conhecerem a pavina de trabalho. É por isso, que o país está como está. Foi assim que deram cabo da EMAE, ENAPOR, ENASA, ENSINO, SAÚDE, etc. O ex-presidente Pinto da Costa disse muito bem que a queda do governo só viria complicar os problemas gritantes do povo. Esse governo recebeu esse país totalmente delapidado e está procurando toda a forma de recuperá-lo e não se pode exigi-lo milagres em 7 meses de governação. Até que o problema de energia melhorou significativamente. Convenhamos.

  8. Militar descalço

    7 de Junho de 2019 as 10:25

    Temos que fechar São Tomé para ser estudado.

  9. Dogmar Ayres

    7 de Junho de 2019 as 10:46

    «Estamos numa sociedade que é preciso ter muito cuidado. Ela está completamente partidarizada. Tão partidarizada que influencia cada um de nós. E muitas vezes o individuo tem que se partidarizar para garantir a sua sobrevivência. Enquanto isso prevalecer, todos os órgãos de soberania e tudo quanto acontecer na República, será influenciado pelos partidos»
    As sábias palavras do nosso ex presidente da República, Porta-voz da reunião do conselho de estado, quer queira quer não, foi o nosso primeiro presidente e que merece o respeito por parte de muitos santomenses.
    A febre de partidarização do país começou com o MLSTP, como forma deles terem o país nas mão de forma absoluta, ora vejamos: Se fizermos uma radiografia nas nossa Administração pública depois das eleições, esta se tornou um caos, “colocou-se muitas carroças à frente, e o burro atrás escondido”, promovendo indivíduos sem um mínimo de qualificação à frente dos serviços, como chefes, sem que estes tenham a competência e nem o conhecimento mínimo sequer dos respectivos sectores.
    Agora o que se verifica é que a maioria deles têm metido os pés pelas mãos, atropelando todos os procedimentos normais das coisas. Estes com tanta arrogância e euforia, Cheios de velocidade para resolverem os seus problemas pessoais em pouco tempo, nem têm se dado ao trabalho de ao menos de se vergarem para aprenderem as coisas. Aonde vamos chegar?
    Tem-se assistido nas Instituições uma invasão dos camaradas, que ali chegam de forma selvática para falar com os Directores, estes apenas chegam e dizem para as secretárias: ( QUERO FALAR COM O DIRECTOR), a secretária disser que o respectivo Director está ocupado ou coisa de género, estes barafustam-se gritam em voz como quem estivesse na feira de ponto dizendo, “SOU DO PARTIDO MLSTP-PSD, E ESTAMOS NO PODER, A SENHORA SÓ TEM É QUE ME DEIXAR ENTRAR, E SE A SENHORA CONTINUAR A CRI-
    AR-ME PROBLEMAS, EU ESTOU NO PODER , VOU USAR TODA MINHA INFLUÊNCIA PARA FAZER A SENHORA SALTAR DO LUGAR”!!!!!!!!!!!!!!!
    Insustentável esse comportamento, até parece que acabamos de sair da guerra onde as pessoas saíram do mato e estão na cidade sem o mínimo conhecimento das regras.

  10. ANCA

    7 de Junho de 2019 as 13:16

    Primeiramente é de referir o caos já está instalado e tem se findo a alertar para tal realidade, herdada e agravada ao longo dos anos…

    E é necessário invocar a História neste contexto, para se inteirar melhor sobre a realidade de hoje…

    No tempo colonial, houve uma politica de dividir para reinar, em que povos que foram trazidos de várias partes do continente, para trabalhar nas plantações, que já de si tinham a sua própria cultura, hábitos e costumes(os judeus, os moçambicanos, os angolanos, os cabo-verdianos) ao longo dos anos no processo de socialização-acustumação-assimilação, foram divididos em castas(tongas(tonga angola, tonga moçambique),angolares, fôros, moncós, mulatos, brancos, ou seja havia uma estratificação da sociedade colonial, para os serviçais, de modo a poder melhor efectivar o poder colonial nas Ilhas do Equador.

    Durante o processo de negociação para a independência e após a independência, essa realidade social, cultural, era efectiva na sociedade São Tomente.

    Um dos erros do Nacionalismo, em São Tome e Príncipe, como está descrito na constituição, na carta do MLSTP/PSD, é exactamente isso que se discutiu e se discute hoje no conselho de Estado, mas as consequências são ainda bem gravosas hoje, foi de constituir o MLSTP/PSD, um partido(grupo de indivíduos) politico de luta de libertação do Estado, ou seja um representante do Estado, confundiu-se os interesses do partido(grupos de indivíduos) com o próprio interesses do desenvolvimento do Estado, estado este a qual pertencemos todos, pois que durante a actuação do partido único, MLSTP/PSD, com vários indivíduos que vemos hoje na cena politica actual, ao qual o ex Presidente da República, Dr Manuel Pinto da Costa, o Rafael Branco, o Posser da Costa, dentre outros, tiveram uma atitude de partidarização do estado, o MLSTP/PSD, era o próprio Estado, ou pelo menos assim se confundia, assim vimos no tempo da primeira republica, do partido, único a instrumentalização do estado, a distribuição de tachos a familiares amigos, compadres, comadres, etc…, esta pratica foi efectiva durante quinze anos, logo passou a ser de raiz cultural, com ostentação de sinal de riqueza e bem estar destes indivíduos, sem nada contribuírem para o avanço/desenvolvimento do estado, estavam a dar um sinal a sociedade civil que já de si, continuava estratificada social culturalmente, de era fácil enriquecer, envolvendo na partidarização, sem nada contribuir para o País(Território/População/Administração).

    Com abertura do multipartidários, é lógico que está este exemplo, pratica, cultural partidária iria passar a outros grupos, indivíduos, que se constituíram partidos, sobretudo aqueles, que forma excluídos, perseguidos, tal como vemos hoje,…camaradas, compadres, comadres, amigos, caciques, bufos…ou seja a guerra pelo puder, esquecem é que a um território pobre, uma população em pleno crescimento, com diferenças culturais, intelectuais incríveis, na verdade uma sociedade factidicamente desestruturada socialmente culturalmente,com agravante do território ser duas ilhas marcada pelo isolamento interno/externo, pobre, sem recursos, dependente económica e financeiramente de ajuda e doações exterior…

    É necessário muita moral ou falta dela, para alguns indivíduos, que fazem, ou fizeram parte o conselho do estado, vir hoje aqui manifestar, abertura de dialogo e consenso, quando ao longo da sua carreira politica, este jamais foram seus ditames,…nos termos de exemplo, suas pratica, na estruturação7desestruturação dum País(Território/População/Administração) Insular, pobre, Isolado, sem recursos…

    Deviam antes pensar na eliminação do problemas que criaram socialmente, culturalmente pela pratica partidária, e o MLSTP/PSD, dentre outros da coligação, e outros partidos políticos como o ADI, jamais estão ou estarão a altura de assumir o desenvolvimento do Estado, pois que estas praticas estão interiorizadas no seu interior, na sua cúpula, e no interior o Homem São Tomense, reparem, quanto temos um Ex dirigente do Estado, que deixa o exercício, do poder ou “serviço do Estado”, e nada faz em termos de contribuição de trabalho para este Estado que exemplo esta a dar estes dirigentes, e vivem a custa do erário do estado, vejamos Pinto da Costa, Miguel Trovoada, Patrice Trovoada, o Vaz, dentre outros que exemplo estão a passar a sociedade????

    O apontar da solução, jamais poderá passa somente pelo dialogo, a sociedade SãoTomense, está ferida social, culturalmente na sua essência, ou seja dentro da instituição familiar de raiz, marcada pela pobreza, fome miséria, pobreza material, intelectual e isto, tem consequências presentes futuras para as instituições, sejam elas partidos políticos, os ministérios, a Assembleia da República, nas escolas, nos hospitais…

    É necessário um estudo/contribuições mais aprofundadas, de valores ou da falta, ou ausência de valores sociais culturais, essências para uma contribuição, normalização, para a Constituição da República, com normas que possam vir a estruturar, melhor a organização do Estado, sua estruturação, o rigor, o seu cumprimento, a sua responsabilidade/responsabilização, e destacar outras que fazem parte de outra realidade social, cultural importada, que jamais nossa, enquanto aglomerados de povos vindas de outras partes com varias culturas, costumes, modo de ser estar pensar…

    A questão que se coloca hoje da partidarização da sociedade, se se resolve com normas do Estado, certamente os partidos políticos jamais querem altera-la, pois como escrevo é uma pratica cultura eticamente gravosa, perigosa para a presente o futuro da sociedade das ilhas,…e passo a citar que normas se poderão instituir na sua pratica, para organizar o funcionamento rigor das instituição, função pública, implementação e cumprimento, de concurso publico para o cargo lugar função em toda administração publica, aplicação de contrato de função publica na administração, definição em norma da lei um número restrito, dos cargos de nomeação, instituição para alguns cargos de nomeação o tempo de serviço, a aplicação plena rigorosa do códigos e procedimentos em toda administração pública,…

    Da fiscalização

    Deve existir na administração publica, no estado, órgãos, instituições, isentas e de lei, que devem estar acima isentos dos partidos políticos, capaz de fiscalizar e travar está mesma partidarização que se assiste hoje, com responsabilização destituição se necessário, daqueles que incorrem em tais praticas, órgão na verdade que ordenam o funcionamento do estado, para que instituições do estado possam vir a ser fortes isentas e transparentes, pode ser por exemplo o tribunal de contas , que passa também, a ter alocadas a suas funções estes órgão, com funções de fiscalização do acto administrativos do estado, estado este da qual todos fazemos parte.

    Como nota

    De recordar que nossos Ilhas, com isolamento interno/externo, pobres, com falta de recursos naturais em abundância, falta de recursos humanos capacitados em abundância, temos uma péssima organização estruturação do estado, com instituições fracas na sua essência, no cumprimentos do seus objectivos, a começar pela instituição família São Tomense, com reflexos noutras intuições, que é necessário dotadas de normas, rigor e fiscalização, responsabilidade/responsabilização legal, para sua efectiva estruturação valorização social cultural…,é necessário conhecermos e estamos habilitados, termos conhecimento da nossa realidade geográfica, o desenrolar das acções humanas, ou da população, seus costumes hábitos sobre o nosso território, para que se possa evitar actos de más praticas em todas acções humanas lesivas, a melhor organização sustentabilidade, desenvolvimento sustentável do território, população, administração, logo do estado do País, a qual pertencemos todos.

    Sabendo de antemão que temos a natureza, o ambiente como a nossa sustentabilidade futura, de recordar que em termos de território, somos apenas 1001 Km2, convínhamos conhecer melhor os recursos desta nossa natureza, deste nosso ambiente(solo, subsolo,vegetação, água, espécies, o ar, o ambiente marinho, os micro climas existentes) com estudos, enumeração, anotação, contabilização, estatísticas, descrição para memoria presente futura, e encontrar de um caminho de planeamento e organização do desenvolvimento sustentável, para todos, volto a referir somos Ilhas, com isolamento ou desvantagens, em termos de localização, interna/externa, isto tem consequências económicas, financeiras, sociais, culturais, ambientais desportivas e politicas, que importam ter conhecimento para melhor estruturar planos de desenvolvimento de desenvolvimento sustentável, de recordar de somos um pequeno estado insular, que seria bom estudar, pesquisar melhor as características dos pequenos estados insular, seja na net, ou levando a cabo a introspecção do território, população, administração….faça este exercício.

    Se se temos uma boa localização geográfica face aos países com algum recursos e necessidades insatisfeitas, a nível de países da costa Africana do Golfo, isso nos deveria unir e melhor organizarmos para tirarmos partidos dessa mesma localização,…mas hora vejamos a maior parte do nosso território é constituídos por mar, temos tido politicas, sobre as vantagens do oceano que nos rodeia? Os custos mais elevados para as famílias, estão associados ao transportes, as comunicações, bens alimentares de primeira necessitada pela falta de produção de cadeias de bens de valor, energias, água, luz, gás, os serviços, em consequência do nosso isolamento interno/externo e dependência externa de recursos, quer financeiros, quer de bens de primeira necessidades, jamais perceber isto estado condenados a falhanços sucessivos em termos de politicas de desenvolvimento, basta prestar atenção, aos números das balança de pagamentos, com sucessivos défices a longo dos anos.

    Se os custos dos transportes quer terrestres, quer aéreos, quer marítimos (e com perdas de vidas, das embarcações ao longos dos anos), das comunicações, serviços telefones, net, televisão, das energias, agua, luz, têm condicionado os preços, com implicação na já deficiente produção local, o que tem sido feito a nível de politicas de desenvolvimento sustentável pelos vários intervenientes, actores da politica ao longo dos anos???? Se os preços são altos, se temos uma população na sua essência, pobre que vive na miséria, como projectamos o desenvolvimento, se jamais somos capazes de projectar vantagens pela possível implementação de politicas do cluster do mar, do espaço aéreo, terrestres, da natureza para base sustentável do turismo ambiental, da produção local se temos instituições como os tribunais que são fracas???? Como podemos competir, com outros mercados? Sem organização, com lutas pelo poder fratricidas e partidárias??? Com tribalismos???

    E muito mais podia aqui alongar

    Mas deixo esta nota

    A casa onde falta pão todos ralham ninguém tem razão, é e será o caos a reinar

    Jamais se conseguirá inverter a realidade, somente com dialogo, necessitamos de acções concretas, para inverter a realidade, com rigor…com instituições fortes, a começar pela família, a escola, os tribunais, os hospitais, os ministérios, a assembleia da república, etc, etc,…é uma questão de resgatar, por meio das normas, ou leis que ordenam a vida ou acção sobre o território, sobre a população, ou sobre a administração, dos indivíduos da sociedade, questão de valores sócias,culturais, ou da sua ausência se assim queiramos… basta olhar para os desvios de valores e exemplos assim perceberemos.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    • ANCA

      7 de Junho de 2019 as 13:37

      Há uma população, uma comunidade, indivíduos e cidadãos é necessário estuda-los, observa-los, contabiliza-los estatisticamente nas suas condições de vida, suas acções, actos, praticas, costumes bons e maus sobre território, sobre essa mesma população e sobre a administração, para o s poder normalizar mediante o rigor pelas leis, que imperam ou impulsionam o seu desenvolvimento sustentável mediante o rigor e organização da fiscalização, responsabilidade/ responsabilização….

      Há Território/Mar/Ambiente/Natureza/Biodiversidade/Ar/Agua/Vegetação, a que conhecer estudar e contabilizar melhor os seus recursos e potencialidades, a sua preservação, a sua explora-los tirar partido, na medida certa e sustentável, pois basta pensar nas consequências a vista, para o Território/Mar…

      Há uma Administração, importa organiza-la, com cumprimento da norma e leis de modo que as instituições que a constituem possam se tornar fortes transparentes nos seus objectivos e credíveis…

      • ANCA

        7 de Junho de 2019 as 14:44

        Somos Ilhas Isoladas pela descontinuidade geograficamente pelo mar, pelo ar, distancia física em relação a outros continentes e países, quer interna, quer externa, daí a nossa dupla insularidade.

        Esta realidade impõe-nos desvantagens, económicas, financeiras, sociais, culturais, ambientais, desportivas, politicas,…mas existem também vantagens, quando bem aplicadas a implementação de politicas consoante a nossa realidade física geográfica,…

        Se somos Ilhas com duplos isolamento, pelo mar, e pela distância física, há que implementar uma politica de serviços e transportes marítimos que jamais somente atribuição de licenças de pescas a outros países e blocos regionais em troco de esmolas ou somente a exploração de hidrocarbonetos, torna-se imperioso a assunção de uma politica de cluster do mar o que nos poderá trazer vantagens e alguma competitividade regional( portos, aeroportos de qualidade, transportes marítimos, reparação naval, pescas sem-industrias, turismos naval, desportos naval, segurança marítima, conservação marítima, estudos marítimos, desenvolvimento de ciência marítima), etc…precisamos de empresas que prestam estes serviços, não têm que ser de carris nacional, há ser para beneficio mutuo, convém ser de parceria.

        Precisamos de desenvolver a frota aérea, inter ilhas, inter regional, bem como mundial, para desenvolvimento de produção interna e serviços, ou seja a comunicação e ligações.

        Melhorar os acessos terrestres internos, estradas, o transportes de mercadorias internas, desenvolver economicamente diversificar estruturar organizar o mercado interno, o comércio, dando garantias aos operadores e agentes nacionais e internacionais, a implementação efectiva da justiça é o primórdio deste pilar, o funcionamento dos tribunais, a aplicação de normas de modo a redimir conflitos de uma maneira responsável, isenta e transparente, reposição da autoridade do estado para o rigor ordem, trabalho, responsabilização.

        Melhorar a produção energética interna, com valências para energias renováveis, tirar vantagens da latitude que nos encontramos para efeito, neste caso a inclinação dos raios solares, com proveito na nossa luz solar anual, bem como as forças ondas, dos rios, ventos nalgumas regiões apesar da zona equatorial onde nos encontramos,…melhor gestão conservação, acesso a água de qualidade….

        Massificação do uso das tecnologias de informação e comunicação, ou seja o uso das ferramentas da informática pela população em geral, este é hoje um meio de comunicação com vantagens a todos os níveis, ajuda a colmatar o isoladamente/insularidade no nosso caso Ilhas, quer social, quer cultural, ambiental, desportivo, politico, económico e financeiro, desde que salvaguardado a questão de segurança no seu uso, para o estado e para a sociedade, comunidade…

        De relembrar que os custos e preços de produção, de serviços são elevados, nestas áreas atrás mencionadas, com efeitos nos bens de primeira necessidade que são já de si importados, bem como pela consequências na balança de pagamento nacional, deficit do PIB.

  11. Manuel do Rosario

    7 de Junho de 2019 as 14:27

    Melhor se torna deixar da politiquice. Vamos todos unir as forças para trabalharmos em prol de um São Tomé e Príncipe mais atrativo aos investimentos, mais credível às comunidades internacionais e combater a corrupção. É tão simples fazer progredir estas paradisíacas Ilhas maravilhosas. Basta mudar d mentalidade e não pensar apenas no eu e nas famílias mais proximas. Antes de terminar gostaria que alguém de conhecimento me informasse o destino dos valores cobrados pelas taxas do espaço aéreo, se bem que nem um autocarro para transportar passageiros tem o nosso aeroporto?

  12. Vanplega

    7 de Junho de 2019 as 14:54

    Este presidente em se é um caos

  13. artur santos

    7 de Junho de 2019 as 16:30

    Na minha humilde oposição acho que os sao tomense estão de tal forma uns contra os outros.(muita bufaria e inveja) que até os estrangeiros já se perceberam….por isso pessoas sérias jamais irão investir cá….era preciso arrumar a casa contar com esforço de todos e não começar com ataques com fez este governo e outros que antecederam. Todos nós vamos pagar caro por isso. Muito bem Dr. Pinto da Costa.

  14. Sam Ponha de Ponta Mina

    7 de Junho de 2019 as 16:39

    Minha gente, olha que Deus esta sempre presente na vida deste País. S.Tomé Poderoso tem segurado e bem este país e os destinos das suas gentes. Tudo isto para dizer que na verdade apesar de algumas falhas, tem-se visto e vivido momentos que se traduzem nalguma esperança para o futuro. Ou seja, o governo tem estado a dar provas de alguma seriedade e noção de estado responsavel.
    O Conselho de Estado realizado serviu na verdade para alertar para alguns problemas que precisam ser superados, e foi uma oportunidade para Evaristo Carvalho apanhar alguns labirés de licçoes dadas por Pinto da Costa e Fradique de Menezes. Evaristo concluiu que o Governo tem um caminho a percorrer para quatro anos, pois a estabilidade é visível. a governação esta-se fazendo, os parceiros tem dado o melhor se si para um futuro melhor para todos.
    Deus quer o melhor para todos nós e um futuro melhor nos espreita. Que o senhor Evaristo nem ninguem tente travar as acções desse governo de JBL, que é um governo do povo. O povo quis esse governo e o povo vai lhe assegurar até ao fim. Ai daquele que tentar impedi-lo antes dos 4 anos!?!!!!

  15. Paulo Jorge

    7 de Junho de 2019 as 18:20

    O país tem muitos problemas e todos nós sabemos disso. No entanto, a justiça será porventura nesta altura onde a coisa é mais preocupante.

    O governo devia ser sério e ter a coragem de exonerar a cúpula na justiça. Já aqui o disse, com essa justiça, tudo o resto está muito ameaçado.

  16. Antonio Lima

    9 de Junho de 2019 as 10:55

    Caros Amigos
    Caro Presidente
    Caro Primeiro Ministro
    Caros Membros do Conselho de Estado
    Ninguém deixa cair frutas podres
    As frutas podres caiem por si só
    Poucas palavras bastam
    Vamos dar o tempo ao tempo
    Bem Haja STP

  17. Renato Cardoso

    9 de Junho de 2019 as 13:41

    Face à falta de capacidade para encontrar alternativas credíveis e exequíveis,refugiam em soluções baratas e improdutivas como diálogo e concertação social.
    Paradigmático quando os próprios criam e promoveram a partidarização da sociedade e do Estado para alimentar suas vidas e das clientelas.
    O foco deve ser o trabalho e muito trabalho honesto,e o comprometimento com o país.O resto são contos e conversas para boi dormir.

  18. António cunha dos santos

    10 de Junho de 2019 as 12:10

    Minha gente, alguém teria visto Mário Bandeira? Onde anda ele? Sumiu?

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