Política

Dia das forças armadas – General angolano promete apoio para estruturação das FASTP

As forças armadas de São Tomé e Príncipe(FASTP), celebram este 6 de setembro o quadragésimo quarto aniversário sobre a sua fundação. O acto central da celebração decorre no campo do quartel general, onde 370 novos soldados juram defender a pátria.

Feriado nacional, 6 de setembro de 2019, fica marcado pela visita do General das Forças Armadas de Angola(FAA). O General João António Santana, na qualidade de chefe de estado maior adjunto das FAA, reuniu-se na quinta feira 5 de setembro com o Brigadeiro Idalécio Pachire, Chefe de Estado Maior das FASTP. «Nesse domínio militar, temos que apoiar naquilo que for necessário, para a própria estruturação, formação dos quadros militares», afirmou o general angolano.

Angola que no passado funcionou como uma das principais bases de formação dos sargentos e oficiais do exército são-tomense, assim como das forças especiais da polícia(Ninjas), pretende retomar o seu estatuto.

O general das forças armadas angolanas analisou também com o ministro da defesa e Ordem Interna Óscar Sousa, as acções com vista a redinamização prática da parceria militar entre os dois países. «As perspectivas para o futuro vão ser extremamente interessantes», assegurou Óscar Sousa, Ministro da Defesa, após reunião com o general angolano João António Santana.

A delegação do Estado Maior das Forças Armadas de Angola participa este 6 de Setembro no acto central das celebrações do quadragésimo quarto aniversário das FASTP.

Abel Veiga

    4 comentários

4 comentários

  1. Vanplega

    6 de Setembro de 2019 as 18:37

    Eles estao parecendo galo

    Nesta capoeira,canto EU.

    Pinta Cabra, fez o que fez, nem uma palavra vossa.

    Ate trouxe Ruandeses so pais, assaltaram parlamento.

    Aonde andava o abraco armado do povo?

    So com Cristo

  2. MIGBAI

    6 de Setembro de 2019 as 21:47

    Aí está minha gente a subordinação das forças armadas de Stp às forças armadas angolanas.
    Isto realmente não tem cura e só vai lá com um referendo para a autonomia.
    Viva o MASTP (Movimento para a Autonomia de São Tomé e Príncipe)

  3. Toni

    7 de Setembro de 2019 as 16:05

    Pois mais uma fonte de sacar recursos ao País.

    Quais forças militares, paupérrimas, sem treino, sem equipamentos, nunca tiveram accoes militares, nem antes da independência. Bastavam os militares portugueses que estão na patrulha para invadir Stp e rápido.

    Porque não este chamado País, colocar esforços numa força para vigiar praias, defender os turistas de incursões de pedintes na capital, ensinar o povo a fazer a correcta utilização do lixo, enfim muito mais…. isso sim seria dinheiro bem gasto.

    Agora um “Coronel “ do exército de Stp, o que fez em termos militares??? Nada

    Assim são somente usurpadores de dinheiro público.

  4. Rapaz de reboque

    13 de Setembro de 2019 as 13:16

    Oh meu Deus tantos comilões nesta foto vejam só a barriga do Pachire, quem diria forros a ser mandados por um tonga

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