Política

Navio de guerra do Brasil desenvolveu acções sociais em STP

A partir de 2017,anualmente um Navio da Marinha do Brasil vem arvorar o pavilhão nacional, fundeando nas águas jurisdicionais santomenses e isso não acontece por acaso.

O Brasil considera São Tomé e Príncipe como Entorno Estratégico Brasileiro, de acordo com o Programa Estratégico da Marinha, e por entender que a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe(GCSTP) precisa ser capaz de proteger sua Zona Econômica Exclusiva de todo e qualquer ato ilícito, a Marinha do Brasil, por intermédio da Missão de Assessoria Naval, tem cooperado com o desenvolvimento e fortalecimento da GCSTP, pois uma Guarda Costeira forte será capaz de manter a soberania nacional e, consequentemente contribuir com o fortalecimento da Zona de Paz e Cooperação no Atlântico Sul(ZOPACAS), aonde o Brasil tem tido o protagonismo das ações.

Em 2021, o Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Araguari” esteve fundeado em São Tomé e Príncipe no período de 26 a 28 de março de 2021, com o propósito de realizar ação de presença, apoiar as ações desenvolvidas pela Missão de Assessoria Naval do Brasil, além de realizar ação humanitária com a doação de material arrecadado no Brasil pelas Igrejas Católica e Evangélica para a população carente de São Tome e Príncipe.

A cerimônia de doação foi realizada a bordo do Navio, presidida pelo Embaixador do Brasil em São Tomé e Principe, Sr. Vilmar Rogeiro Coutinho Junior, sendo entregue ao Bispo de São Tomé, D. Manuel António Mendes dos Santos cerca de duas toneladas de bens de primeira necessidade, tais como cadeiras de roda, material escolar, roupas e alimentos, além de insumos médicos (para tratamento de feridas crônicas), para o Missionário Yatha Anderson, representante do Movimento Para Cristo (MPC).

 

No contexto da Operação Obangame Express 2021, coordenado pela Missão de Assessoria Naval, foram realizados adestramentos teóricos e práticos de abordagem cooperativa e não cooperativa que tiveram como objetivo promover a cooperação e a troca de experiências entre os participantes, principalmente no que se refere às doutrinas utilizadas pelo Brasil, proporcionando à Guarda Costeira (GCSTP) o incremento na formação e treinamento das equipes de abordagem que atuam nas águas jurisdicionais santomenses.

Fonte : Chefe da Missão de Assessoria Naval do Brasil em São Tomé e Príncipe

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