Eleições presidenciais

Voto presidencial – Abel, o Bom Jesus e a podridão política  

Estupefacto! Não me peçam a olhar ao espelho meu, graças à liberdade sufragada desde o dia 22 de Agosto de 1990 pelo escrutínio livre, direto e universal. O povo que encha ao estômago até empanturrar-se do “tchiquilá”, mas no dia 18 de Julho, deve usar o poder democrático para votar em consciência e aplicar um exemplar açoite aos políticos da praça.

O agravamento económico associado à corrupção, o abanão social e cultural, a destruição ecológica, a usurpação desenfreada, o desnorte vicioso, o atropelo constitucional e o nojo político, se a coisa não estragar de vez, jamais haverá de concertar para a materialização de sonhos rasgados ao povo são-tomense.

Nos extremos destas presidenciais, apresentam-se duas candidaturas opostas, segundo os respetivos apoiantes, a do homem do dinheiro (proveniência?) e a do candidato do povo paupérrimo, ou seja, a do gigante e a do anão. De um lado, a continuidade do Estado caótico, corrupto, prostituto, parcial, odioso, perseguidor, desrespeitador das competências de cada órgão de soberania ou do outro, o despertar de que tudo vai de mal a pior na Unidade e Disciplina da Nação, cabendo a maioria dos 123.302 eleitores, a decisão de escolha no Trabalho. São duas opções: a podridão política ou a punição democrática.

O esbanjo financeiro na compra de consciência, o ativo indisfarçável de corrupção à solta na concorrência eleitoral, sem máscara de cobrir-lhe o rosto de luta pelo poder, usando todos os meios para atingir os fins, vem apodrecendo a JESD, as plantas da Democracia, portanto, a Justiça, a Educação, a Saúde e o Desenvolvimento.

Por completar os três primeiros anos de legislatura, a onda de acusações que não abonam em nada à Democracia e conotadas ao atual presidente da Assembleia Nacional, Delfim Neves, osortudonos processos na justiça, não vislumbra bons dias ao país, caso os eleitores permitem-lhe o 3o. golpe à república, errando nele na cadeira presidencial.

Um: Prostituição partidária – O empresário que há décadas, apoderou-se do PCD – partido que lhe gerou financeiramente e deu vida política – amarrou no seu quintal os sábios do Grupo de Reflexão e alimenta, desde então, todo o resto cabisbaixo e obediente, após ao ato legislativo de 2018, consolidou a desmedida ambição.

Beneficiado da ganância de mamar o país pela oposição que gemia de asfixia política e da delapidação pelo poder governativo, de então, permitiu-lhe na usurpação da coligação PCD-UDD-MDFM com apenas 5 deputados formar na sua residência e entre a covardia dos 23 do MLSTP, a Nova Maioria, comandando pessoalmente o XVII Governo constitucional (1o. golpe).

Subsidiado pelos telhados de vidro dos 25 deputados de ADI e 2 do Movimento dos Independentes “Cauê”, assumiu o prestigiado cargo do presidente do Parlamento (2o. golpe), fortificando os músculos com que impediu direitos aos filhos da diáspora e conseguiu afastar da corrida presidencial, o seu previsível adversário, um outro sorridente que apenas reside no país, estando no poder para reinar e de exacerbado ódio, dividir os são-tomenses, usar e abusar de boa-vida de luxo, viagens e contas recheadas, o esbanjo extensivo aos seus pastores.

Dois: Prioridade vaiada – Insensível à deteriorada Saúde nacional – sem infraestruturas adequadas, meios técnicos básicos, pessoal especializado e engajado na salvação de vidas humanas – o presidente da Assembleia Nacional na inauguração da legislatura, para lá de melhorar a mordomia e o rendimento salarial dos 55 parlamentares, andou a angariar ajuda financeira internacional para construir-lhe uma pomposa casa parlamentar, porque a atual chinesa, não é luxuosa e adequada à ambição da política de mãos estendidas.

O ante-projeto prevê um “arranha-céus” parlamentar de 6 andares, 75 serviços, 16 salas de reuniões, 1 salão-banquete, 1 salão, 1 hemiciclo, 1 esplanada, 1 biblioteca e demais compartimentos conectados às novas tecnologias, ao invés de um hospital de referência regional para recuperar os pacientes entregues a sua sorte em Portugal e a boa-vontade da cooperação internacional.

Três: Conflito de interesses público-privado – O arrendamento pelo Estado da vivenda privada do presidente do Parlamento para alojar a equipa técnica e médica cubana, sem  o concurso público e por mensalidade inflacionada e exorbitante, em milhares de dólares, a ser liquidado pelo apoio internacional à luta contra a Covid 19.

Quatro: Usurpação de funções – Viagem ao Marrocos, num faz-de-contas institucional, para “ratificar” o reconhecimento de invasão da República Saraui Democrática pelo reino marroquino em violação à Carta das Nações Unidas de auto-determinação da Frente POLISARIO e do povo de Sahara Ocidental.

Quinto: Desvio informático – O roubo recente, descarado e censurável de uma das conversas com os candidatos às presidenciais do painel digital “Nós Acreditamos”, mascarando-lhe o conteúdo, a fisionomia e reeditada, apenas com os trunfos, na página do pretendente presidencial protegido pelo PCD (partido ministerial e detentor da pasta de Agricultora, a impostora do plantio de “canabi-dólar” presidencial nas pequeníssimas ilhas, sem qualquer base legal, nem concordância do Conselho de Ministros, pior, na ausência de sensibilidade à juventude desempregada, descrente e vulnerável a boa intenção da droga).

Ninguém deveria estar acima da lei para atentados públicos e de furacão criminal no Estado de Direito sem que as autoridades judiciais e agora também eleitorais, na presunção de inocência política, abrissem inquéritos de ditar mãos duras antes que sejam precedentes de práticas continuadas, a animar os viciados da podridão.

Não se deve deixar tudo na mesma, porque o preço a pagar pelas arbitrariedades, vai ser arrasador e demasiado pesado ao país e seu povo. As presidenciais, deste ano, revestem-se neste panorama de capital importância, diferente de todas as outras realizadas, em que os são-tomenses no uso da liberdade de escolha, já optaram por quatro chefes de Estado que deveriam, nesta altura, direcionar os respetivos votos ao favor de São Tomé e Príncipe.

Entre o semi-presidencialismo de pendor presidencial e o semi-presidencialismo de pendor parlamentar com denominador comum, a permanente instabilidade política-governativa na descontinuidade do Estado, três deles foram eleitos por desígnio ou sustento dos partidos. Miguel Trovoada, PCD-1991 e ADI-1996, Fradique Menezes, ADI-2001 e MDFM-2006 e Evaristo Carvalho, ADI-2016. Apenas Pinto da Costa, independente-2011, convenceu os eleitores, a confiar-lhe a mais alta magistratura da Nação que havia, anteriormente, presidido durante os 15 anos do regime  autoritário.

São Tomé e Príncipe tem sido a diferença africana e consequentemente, o privilégio de ter uma Mulher na mais nobre magistratura de influência e diplomacia, cativa de há muito a consciência dos que pretendem a oportunidade para ver transferido o afeto e a razão de Mãe atados à guerreira incansável (mulher vítima da sociedade patriarcal substanciada pelo acesso tardio à Educação), ao estandarte do palácio cor-de-rosa.

Entretanto, nestas presidenciais comemorativas de trinta e um anos de Democracia, após a deriva da esperança, a escolha deve ir muito mais além que homenagear o atributo de conselheira capaz de desempenhar os papeis de Chefe (mãe e pai em simultâneo), mas sim, um voto de colisão para com a farsa e o “status quo” que um militar com o perfil, a dureza e o brio invejáveis, haveria de merecer a confiança.

A diáspora, crítica da sujeira sazonal com que se banha as ilhas eleitorais, de avultada soma em milhões de euros e dólares, num insulto dos políticos à pobreza económica e penúria nacionais, de ano em ano, os homens de fato e gravata do agora terceiro círculo eleitoral, contagiados pelo perfume nojento, desprestigiam a sabedoria. Em romance escandaloso, as virgens imaculadas, assediadas e cegas pelo brilhante anel, tudo que brilha não é ouro, dão-lhes as mãos de matrimónio intelectual, desviando-se do sacerdócio, num lamentável e desprestigiante “serviçalismo” ao suicídio coletivo.

Oportuno, devido a especificidade eleitoral na “gravana” – pese as incertezas de Covid 19 por várias latitudes internacionais – que apanha a diáspora em movimentação de férias anuais de alimentação ao turismo e à economia nacionais, deslocação documental e até de compromissos profissionais e familiares inadiáveis, enquanto o país não opte pelo voto eletrónico, há um alerta às autoridades.

A (CEN) Comissão Eleitoral Nacional, deverá na previsão de abstenção, abrir uma exceção ao eleitor, ocasionalmente do estrangeiro, para que exerça o dever e o direito democrático fora do círculo de registo ou seja na assembleia de voto no país ou na região, aonde apresentar-se no domingo presidencial. A tinta indelével no indicador e uma tablete em cada mesa e conectada ao centro eleitoral, encerram a desconfiança.

A eleição deste mês, não é decisiva somente pelo excessivo, 19 candidatos, a dar o alarme de fadiga, preguiça crítica e desconforto democrático, mas os eleitores não devem ir de olhos vedados colocar a cruz seguindo, obscuros, as opções dos partidos políticos ou de candidaturas, que em cada escrutínio marcam o espaço financeiro até à boca da urna, porque muito mais que a deserção e a mediocridade dos partidos desavindos, há um trabalhador, jovem agricultor, dentre a batalha dos dinossauros.

Sou crítico ao silenciamento de Andá Pligu (Abel e Apolinário) e boa-cara da sociedade civil especializada a temporizar e caçar fantasmas – ao longo do autoritarismo do XVI Governo constitucional, detinham a chupeta na língua – mas tornei-me militante à junção de dinâmica, informação, denúncia e promoção do Trabalho e crioulo nacional da dupla. A disponibilidade foi-me concedida pela Nova Maioria governamental e pela administração da justiça dos juízes que ao esforço do excessivo zelo de caça aos infiéis, erraram no alvo. Ao tentarem na escuridão abater os ativistas, acabaram por dar a luz ao candidato do povo às presidenciais.

Assim, perante a roubalheira, o egoísmo, a desordem, a hipocrisia e a asfixia, apenas um candidato às próximas presidenciais, pela sua tertúlia, replicou o capital com que os políticos exibem o luxo, esmagam o povo e esbanjam no estrangeiro para investir no Trabalho, germinando empregos e abastecendo o mercado nacional, disponível de qualidade internacional. Não só. No campo solidário, tem sido um símbolo que os governantes mal estimulam de nota positiva, mas na Democracia, o Povo tem o Poder Soberano de premiar os melhores.

Daí que no estrito respeito à lei eleitoral, um aborto forçoso me inspira a trair o candidato de gravidez, de perfil lendário de militar, o Coronel na Reserva, Victor Monteiro, declarando o meu voto de rutura, repúdio e corte radical contra a podridão política, votando ao favor do agricultor, ativista e solidário, o jovem Abel.

O Abel, a vir afastar-se de ervas partidárias (de mutação sazonal) e oportunistas, é o voto da consciência e da colisão para com o mal-estar político, económico e social de ser-lhe confiado o cargo do mais alto Magistrado do amado país, São Tomé e Príncipe.

É a hora certa da Revolução e a escolha certa do Povo trabalhador, agricultores, “palaiês”, taxistas, “motoqueiros”, pescadores, funcionários públicos e privados, intelectuais, jovens, mulheres, homens, indecisos, jornalistas e todo-o-mundo militante de boa-fé, no país e na diáspora, oferecer o voto de consciência ao candidato presidencial Abel Bom Jesus.

O voto de cada um, sem qualquer inspiração financeira e partidária, forçará a tão necessária e almejada mudança do paradigma. Que a procissão venha atrás!

José Maria Cardoso

06.07.2021

    13 comentários

13 comentários

  1. SANTOMÉ CU PLIXIMPE

    7 de Julho de 2021 as 10:26

    E a situação do porco como é que fica?, E esse Cassandra surpreendeu-me, apoiar um qualificado sem qualidade para ser Presidente porque sabe plantar banana, e o resto irás fazer? Afinal o senhor está a sair outro oportunista, desorientado..

    • Engenheiro

      7 de Julho de 2021 as 21:05

      Política medíocre! Refuta tudo o que foi escrito, isso sim queria ver o senhor (a) fazer. Deixa de ser medíocre como aquele que apoias. Ataca as ideias dele, o que ele disse. Contrapõe!

  2. Povinho

    7 de Julho de 2021 as 10:52

    Na verdade, ganhar as eleições como presidente da República é uma história diferente de dizer que vai cumprir tudo o que esplanou na sua publicação. Vocês são todos iguais e com cara de pau têm sempre as mesmas linguagem de promessas. Você como ativista, ficaria bem, mas como presidente da República! Tirem-me desse filme. Entre os 19 não escapa nenhum. O nosso país não precisa de gente com conversa mas de ação e para isso, tem que ser de competente, honesto decisivo e trabalhador, que são poucos de encontrar.
    Coitado desse povo que está entregue e condenado a essa bicharada de políticos da meia tigela.

  3. alberto castro

    7 de Julho de 2021 as 11:01

    Texto :
    Elias Costa,
    Este que fugiu e não pode entrar Portugal devido ao caso de corrupção, burla e ter roubado todo o dinheiro da Associação em que era Presidente em Aveiro e teve que refugiar em Angola.
    Que por raiva por ter pedido 15 Mil Euros à Delfim para fazer campanha e o mesmo não ter aceitado;
    Recorrer à Pósser da Costa com a mesma proposta e também ter sido recusada.
    e como represália resolveu apoiar Abel.
    Malandreco.
    Você é a vergonha dos naturais do Príncipe.

    • Engenheiro

      7 de Julho de 2021 as 21:09

      Não ataca o escritor, ataca o texto! Deixa de ser medíocre.

  4. Anjo do Céu

    7 de Julho de 2021 as 14:18

    Francamente até que ponto chegou o nosso País.Até um BERNABECO sem onde nem beira a vir dizer ao Povo Santomense que é Candidato Presidencial?
    Nosso País bateu mesmo no fundo.
    Até pessoa com conhecimento e sabe função dum Presidente da Republica vem apoiar esse marmanjo.
    PINDÔ que estava estudar na secundaria Basica de Camarate que nem completou todo ensino naquela escola,forçosamente familiar tinha que tira-lo daqui pra S.Tomé porque ja estava em ma vida e hoje vem cá dar lição de moral aos profetas e muitos outros como eles andam apoiar esse teatro com cara aberta.Povo de STP merece mais e melhor e não com esses parasitas de porcaria

  5. WXYZ

    7 de Julho de 2021 as 16:47

    Excelente. O meu voto tambem sera de repudio. Fico muito decepcionado com o rumo que esses ditos politicos da elite deu a esse nosso pequenissimo arquipelago. Tambem sou apologista de uma rotura drastica, soberba, petulente, corajosa, enfim… E vou manifestar esse meu descontentamento no dia 18 votando nesse jovem agricultor que por coincidencia tem o mesmo apelido que o actual primeiro ministro, cobardo, mafioso, demagogo, com ideologias leninista, stalinista do passado. Pois caso o jovem Abel Bom Jesus venha ser eleito teremos dois BOM JESUSES na testa da governacao de San Tome e Principe. Algo super interessante: Dai que os fieis cristaos, nao so, tambem os crentes e nao crentes e tambem os supersticiosos deveriam acreditar nessa coincidencia de apelidos mas diametralmente oposto em termos de caracter. Quem sabe, que ee dessa vez que o paiis comece a se sotar da lama em que se encontra. ABJ PODE CONTAR COM O MEU VOTO. Irei calmamente bem cedinho vincar o meu voto. So temo FRAUDE ELEITORAL. MAS ESTAREMOS BEM ATENTOS.

  6. VAI TU

    7 de Julho de 2021 as 17:01

    Eu acho que todos têm direito de tomar a sua “Boca”. Mas quase tudo que entra pela boca, saí pelo ânus (merda), e se a “Boca” for indigesta a doença pode durar 5 anos.
    Cada um deverá ser responsável pelos seus atos, o Eleitor (corrompido) o Candidato (Corruptor). Mas em S.Tome parece que conforme, o Jesus (Cristo)
    está ausente, Justiça está cega e a dormir.
    Se, eu ou meu vizinho, fizermos qualquer delito, somos logo presos, senão pagarmos o empréstimo, vai casa ou a conta do vizinho que quis ajudar e foi fiador.
    Peixe miúdo morre pela a “Boca”

  7. Fuba cu bixo

    7 de Julho de 2021 as 19:14

    O autor deste texto narrou aqui bem o estado da podridão que chegou o nosso S.Tomé e Príncipe
    A coligação do Delfim Neves com 5 deputados meteu o MLSTP no bolso e com um Klinkata como Primeiro Ministro usurpou tudo e todos até foi buscar o dinheiro a Marrocos mas o dinheiro do canábis esta nestas eleições a fazer banquetes e esbanjamento na compra de consciência, em um país aserio o Delfim e esta nova maioria ião todos presos.
    Eu gosto do Abel mas vou votar no Carlos Vila Nova que tem trabalho feito no seu último cargo como Ministro da infraestrutura basta ver o vídeo do tempo de antena do Carlos Vila Nova realizações nunca antes visto.

  8. Matabala

    8 de Julho de 2021 as 8:43

    Pois quer saber? Vou votar nele mesmo pois estou cansado destes doutores arrumados em bandidos que nos desgracam há anos. Meu voto é de protesto mesmo!No país dos palhaços faz sentido um comediante como presidente. Uma pergunta apenas para os que questionam capacidade de Abel por falta de estudos: que estudos tem Delfim? Só se for o mestrado em bandidagem e o doutoramento em roubalheira.

  9. Zeca araujo

    8 de Julho de 2021 as 8:49

    Esse Delfim Neves é um dos maiores candongueiros e bandidos que o país já viu.
    Se esse homem ganhar estamos fodidos.
    Volta Patrice Trovoada que estás perdoado.

  10. João Serra

    8 de Julho de 2021 as 8:53

    Até hoje há muitos trabalhadores que não receberam salário e o senhor Delfim Neves anda a distribuir dinheiro.
    Onde é que veio esse dinheiro todo?
    Bandido.

  11. Gregorio Furtado Amado

    8 de Julho de 2021 as 19:42

    E vocês que são diplomados e que governaram 46 anos o que fizeram? Vai dormir. O país é de todos santomenses.sera que para candidatar é necessário pedir a vossa autorização? Vai mais uma vez durmir. Deviam ter vergonha na cara antes de opinar e destruir.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Topo