Política

Presidente da República apela ao diálogo para evitar a greve dos médicos

O presidente santomense reconhece a difícil situação em que vive o setor da saúde em São Tomé e Príncipe e espera bom senso nas negociações entre o governo e sindicato dos médicos para evitar que a população sofra ainda mais.

A situação da saúde em São Tomé e Príncipe já não é das melhores, com bastante dificuldade que nós conhecemos e é preciso que a população não sofra ainda mais. Por isso, apelo as partes, ao governo e a classe que fez o pré-aviso de greve que tenham o espírito de abertura e de diálogo suficiente para que se encontrem convergências nos pontos em causa”.

Interpelado pelos jornalistas, Carlos Vila Nova aproveitou para negar a existência de crispação política com o primeiro-ministro Patrice Trovoada.

Mesmo não estando de acordo, nós temos a obrigação de encontrar os caminhos da solução e é isso que vou continuar a fazer. Nem sempre estamos de acordo sobre tudo, mas também não quer dizer que não encontremos como ultrapassar as questões. Aproveito desde já para fazer referência a minha recente intervenção na Guarda Costeira. O presidente da República e chefe de estado quando tem necessidade de chamar à atenção tem que o fazer, quando tem necessidade de enviar mensagem tem que o fazer, quando tem necessidade de usar a influência para melhorar as coisas tem que o fazer e aquele dia era a ocasião perfeita para isso. Tinha que chamar atenção à atitude das pessoas que eu penso que é o grande problema que tem sido uma espécie de entrave para nós os santomenses”.

Declarações do presidente da república à partida para a Guiné-Equatorial para participar na vigésima quinta reunião ordinária da CEEAC, a Comunidade Económica de Estados da África Central, com foco na paz e segurança na sub-região.

José Bouças

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