Foi um dos principais temas da última reunião do conselho superior de defesa nacional. Carlos Vila Nova Presidente da República e comandante supremo das forças armadas, em reunião do conselho superior de defesa foi informado sobre uma grande preocupação do Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe. Cada vez mais os jovens fogem do serviço militar obrigatório.
«A constituição política define muito claramente que o serviço militar é obrigatório para todos os cidadãos nacionais. E tem-se vindo a deparar com uma quebra neste aspecto», declarou o coronel Marçal Lima, porta-voz do conselho superior de defesa nacional.


Os conselheiros do Presidente da República em matéria de defesa e segurança debateram o assunto, e chegaram à conclusão de que é preciso voltar a cultivar o espírito patriótico.
«É necessário elevar o sentido patriótico, o sentido de servir à nação. Todos os nacionais devem servir à pátria. Cultivar o sentido patriótico, os valores nacionais de sentimento pátrio. É preciso trabalharmos para que esses valores se elevem, para que os santomenses se sintam mais santomenses», reforçou o coronel Marçal Lima.

A alma santomense precisa ser regenerada. O sentimento de pertença estimulado, para erradicar o comportamento apátrida, desalmada, que foi incutido na sociedade nos últimos 35 anos.
«Eu reparei há dias numa entrevista na televisão, em que perguntaram a uma senhora de 40 anos de idade para citar a primeira estrofe do hino nacional, e ela não sabia. Quais são as cores da bandeira nacional? E ela não sabia. Portanto algo está mal, e grave», denunciou o coronel.
O Conselho Superior de Defesa considera imperioso que os valores patrióticos sejam incutidos desde os jardins-de-infância.
«Desde as escolas, começando pelos jardins tem-se que cultivar esses valores, a identidade nacional, os valores da santomensidade, defendermos o que é nosso», frisou.
Segundo o porta-voz, no processo de mobilização dos jovens para o cumprimento do serviço militar obrigatório, o Conselho Superior de Defesa Nacional não orientou o Estado Maior das Forças Armadas a realizar rusgas para forçar os jovens a cumprir com a lei. «Não vai haver rusgas, vamos trabalhar para que os jovens se sintam mais animados a integrar as forças armadas», pontuou.

Segundo o coronel Marçal Lima, para além da missão nobre de defender a independência e a soberania de São Tomé e Príncipe, as forças armadas tem também a missão de apoio social às comunidades mais vulneráveis do país. Neste âmbito os mancebos que integram as forças armadas podem beneficiar de formação profissional em vários domínios, o que facilitará o ingresso no mercado de trabalho, após o cumprimento do serviço militar obrigatório.
No fundo a instituição militar pretende recuperar o estatuto que teve no passado, de ser um centro de formação para a vida, formação de homens e mulheres úteis à sociedade.
Abel Veiga
Carlos
20 de Fevereiro de 2025 at 9:02
Esses discursos só valem para os outros e vocês não!? Os filhos do Marçal e a ex professora Didi, nenhum fez os serviços militar obrigatório. Sempre usaram o carro de estado para irem para escola como se fossem bens privados. Alguns deles eram meus amigos e estudavam comigo. Não conheço nenhum desses altos dirigentes do MLSTP que tenham filhos que serviu as forças armadas. Então o sentimento de que não devemos honrar e amar o país foram vocês que nos ensinaram. Vejam que não estou aqui contra o MLSTP, mas não há como negaram que só mostraram que havia uma espécie de feudo na sociedade, uma casta que só servia para depredar o bem público. Sou do mlstp, baixo clero, sempre estive em reuniões, meu quintal sempre serviu de local de reuniões, pois meu pai é minha mãe são do mlstp, mas via os filhos desses senhores, e não é só Marçal Lima sendo buscados no liceu e Patrick lumumba com carro do estado e eu lá de baixo do sol de meio dia a pé sendo que brincamos juntos e estudamos juntos a manhã inteira. Próximos às eleições estavam lá falecido Tiny, e os outros dentro do meu quintal me dizendo vote no mlstp, cadê o anor a pátria? Só se for para servir de tapete para voces
Ventura
20 de Fevereiro de 2025 at 11:28
Portugal é o país com pior saúde mental.
Rapaz de Pótó-Pótó
20 de Fevereiro de 2025 at 10:59
O serviço militar não deve ser obrigatório, mas sim voluntário. O “Military Draft” acontece em estado de emergência. Não existe nenhuma iminência de guerra na República Democrática de São tome e Príncipe por isso não se justifica toda essa atrapalhada.
Conselho superior de defesa nacional deixa disso. Não há guerra. São Tome e Príncipe não tem capacidade para se defender de nenhum ataque militar forte. Onde está vossa arma nuclear de defesa e comandos especializados de tática táticas e estratégicas de guerra armada. Atualmente usa-se os drones. Deixa dessa coisa. Militares na mesa, reformam-se. Filhos e filhas de ngê go^do^ não integram as forças armadas para virar mancebos.
Do lado da família da minha mãe serviram no exercício de São Tome e Príncipe. De lado do meu pai. Amado Vaz, não conheço. Mesmo a Ilza lá na mesa não serviu, ela viajou a França com bolsa de estudo para estudar Direito.
Absolutamente detesto essa minha família Amado Vaz. Tenho apenas ligação de sangue porque do lado do meu pai vem desta família. Vê como outras famílias funcionam, por exemplo, Pinto da Costa: Ajudou a família inteira. Pinto, ao contrário de Amado Vaz, aquele Antonio Amado Vaz que fez parte do governo de partido único em São Tomé e Príncipe, aquele homem Antonio foi uma pessoa muito má, individualista pai de Augério Amado Vaz vulgo Gégé, Antonio Amado Vaz vulgo Abdul, Ilza Amado Vaz, Natasha Amado Vaz, etc. Mesmo o outro tio Bartolomeu Amado Vaz e’ a mesma m&rda. Esta família não dá. Por isso, não presumem que todos nós, Amado Vaz, somos iguais, não confundam. Estão enganados. Pois não! Tenho o nome, mas não faço parte da porcaria que esta família representa em STP. Não ajudam. Enriqueceram-se só eles e usam as pessoas para benefício individual sem dar recompensas. Até sobre a questão de bolsas de estudo só facilitaram os filhos e as filhas deles. Muita ingratidão. Malvados e malvadas. Não gosto.
São Tomé e Príncipe está lixado…
As famílias devem ser unidas e ajudarem uns aos outros e aconselharem-se para desenvolverem o País (a nação inteira, incluindo o povo são-tomense). Não faço parte da corrupção. Fico muito ofendido se me associarem com essa gente.
Existem outros exemplos de famílias como Costa Alegre, Torres, Espírito Santo, Tiny, etc. Não são assim tão inúteis como os da minha família, Amado Vaz. Temos de mudar de mentalidade para fazer melhor, minha gente! Mantenham sempre em mente: É simplesmente do Interesse público, bem comum e o bem social.
A realidade diz-se, não fiquem ofendidos. Vamos ultrapassar tudo isto, mudar de página, e melhorar seguindo em frente. É um processo de cura.
Até breve!
Rapaz de Pótó-Pótó
20 de Fevereiro de 2025 at 11:14
Tenho experiência de guerra.
Antonio Fernandes
20 de Fevereiro de 2025 at 11:33
Exército que nunca esteve num conflito e que quando chegam forças estrangeiras são completamente dominados, ver FAPLAS, Ruanda.
Stp deve sim ter forças de segurança policias com atribuições de patrulhamento de Costa marítima, bem pagas e bem equipadas, não gastar dinheiro que não tem num exército de oportunistas e incompetentes!
Deixa de Bebedeiras de Reuniões
20 de Fevereiro de 2025 at 15:58
Não precisamos disso.
Que palhaçada.
Temos de mudar do rumo.
Primeiro: Deixar de comer, beber, boa vida.
Segundo: Beber água, comer frutos e legumes, fazer exercícios físicos regularmente e dormir sossegado.
Terceiro: Deixar dos roubos e a corrupção e abandonar os dispersões de recursos do País.
Quarto: Deixar de usar drogas ilegais destruidoras, deixar de fumar, deixar de beber bebidas alcoólicas.
Reza. Safe moral sex. Faz terapia.
Observação: Angola vai tratar do assunto militar e defender as ilhas de São Tomé e Príncipe.
WXYZ
23 de Fevereiro de 2025 at 23:29
Todos vos tendes dupla tripla e/ou multipla nacionalidade. Isso significa AMOR A PATRIA? Isso significa PATRIOTISMO? Isso por acaso significa UNIDADE DISCIPLINA TRABALHO? Da raiva desses traidores da patria.