Questionado sobre os primeiros cem dias de governação do executivo de Américo Ramos, o líder do MLSTP preferiu analisar os três anos de mandato da ADI nesta legislatura, destacando uma sucessão de crises que marcaram o período.
“Tudo começou em 25 de novembro, quando quatro cidadãos santomenses foram brutalmente assassinados. Outra grande crise envolve os contratos: 99% dos acordos firmados pelo ADI violam a legalidade e prejudicam o interesse público.”
O presidente do maior partido da oposição aponta a degradação dos indicadores macroeconómicos como um dos principais legados da atual legislatura sob a liderança da Ação Democrática Independente.
“Constata-se que, entre 2022 e 2024, o crescimento econômico não ultrapassou 1%.”
Américo Barros também enfatiza a acentuada degradação social observada ao longo desse tempo.
“Antes, 16 mil famílias recebiam assistência do governo por meio de um projeto do Banco Mundial. Agora, esse número caiu para cerca de cinco mil, deixando 11 mil famílias sem apoio.”
O líder do MLSTP critica a falta de incentivo ao setor produtivo, reforçando que o seu partido forneceu ao governo todos os instrumentos necessários para garantir uma governação estável.
“Com todos os instrumentos que já fornecemos ao ADI, incluindo a aprovação do OGE, esperamos que amanhã não culpem o MLSTP pela não construção do liceu de Caué, pela falta de um hospital, pela não reparação da ponte de Lembá ou pela estrada do sul.”
Américo Barros reafirmou ainda a necessidade de responsabilizar e punir os envolvidos no massacre de 25 de novembro de 2022 em São Tomé e Príncipe.
O MLSTP avalia que o mandato da ADI nesta legislatura vai de mal à pior. Américo Barros, líder do maior partido da oposição destaca uma série de crises que marcaram a governação e aponta para a degradação dos indicadores macroeconómicos nos últimos três anos.
O líder do MLSTP ressalta ainda a falta de incentivo ao setor produtivo. Américo Barros afirma que seu partido forneceu ao governo todos os instrumentos necessários para assegurar uma governação estável.
Por fim o partido da oposição reafirmou a necessidade de responsabilizar e punir os envolvidos no massacre de 25 de novembro de 2022 em São Tomé e Príncipe.
José Bouças
Nelson Pontes
17 de Maio de 2025 at 14:28
Essa constatação do Mlstp Psd não é nada de novo, todos os santomenses sabem que o país vai mal não só economicamente mas sim em todas as áreas! O que os santomenses querem saber é que estratégia política o Mlstp Psd tem para responder aos imensos desafios com que o país se depara. Qual é a visão e estratégia do Mlstp Psd para o setor económico e financeiro, para a juventude, para o desporto, para a educação, para a justiça, para habitação e infraestruturas, para a saúde, para a agricultura e pescas, etc.! É disso que as pessoas querem saber, chega de comunicados e declarações a imprensa de situações que todos sabemos. O partido precisa apresentar propostas e estratégias de forma a se posicionar como alternativa política ao atual governo. O ADI não vai te poupar o Mlstp Psd de críticas porque o partido facilitou a aprovação de seus orçamentos e programas de governo, só mesmo um líder partidário muito ingénuo como é o caso do Américo Barros pensaria dessa forma. Portanto, o Mlstp Psd além de não fazer oposição a sério também não apresenta projetos e estratégias para se configurar como alternativa de governo, logo quando chegar a hora da eleição os santomenses serão confrontados com uma escolha difícil: dar continuidade a um governo corrupto e incompetente ou mudar para um partido sem projetos ou estratégias e liderado por um homem sem ideias?
alberto costa
17 de Maio de 2025 at 14:47
Muito bem MLSTP.Força.
Voador Panha
18 de Maio de 2025 at 10:00
Temos de que se sérios, honestos,…
Depois de deixarem o país numa situação difícil, económica e financeiramente. O MLSTP, deveria ser mais humilde.
Porque nada se pode entender que um partido, que está na oposição nada contribui, com pacotes de iniciativas legislativas, projectos para estruturação do país, esperando somente a eleições, ou crises para falar, reclamar e criticar,…isto é de quem nda tem de alternativas ao país.
A verdade deveria ser assim descrita, a palavra do então lider do MLSTap” quando a 25 de Novembro quatros cidadãos depois de tentativa de assalto ao quartel, para inversão da ordem constitucional, golpe de estado, acabaram por perder a vida depois, de apreendidos, por maus tratos e espancamento”. Ainda mais se sabia que havia alguns dos membros do seu partido, bem como do PCD/GR, do MDFM, sabiam da preparação desta intentona.
Tempo de perguntar quando firmaram acordo, quando o MLSTP, firmou acordo com Safet Bond, para gestão do porto da Ana Chaves, salvaguardaram o interesse publico, com a ENCO, etcc???
Estamos fartos disto….
sol
19 de Maio de 2025 at 16:49
O Governo Regional provoca outra crispação com Governo Central.
Filipe está a meter mão onde deve meter os pés.
Enaport é uma empresa não regionalizada. Qualquer medida a tomar deve sempre concertar com o Governo Central.
Paga Visão FILIPINHO.-