A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa viveu hoje mais um momento simbólico da sua história, com a transição da sua presidência rotativa. A cerimónia de passagem de testemunho ocorreu em Bissau, durante a XV Cimeira, onde São Tomé e Príncipe passou a liderança à Guiné-Bissau, reforçando o compromisso coletivo com os princípios de solidariedade, integração e desenvolvimento sustentável.
Durante os dois anos de presidência santomense, a CPLP organizou fóruns sobre juventude e ambiente, promoveu a mobilidade entre profissionais e estudantes e reforçou a diplomacia cultural entre os povos.
No seu discurso, Carlos Vila Nova afirmou que “a CPLP deve continuar a ser um espaço de convergência, onde os interesses comuns superam as diferenças, e onde a nossa herança linguística seja um instrumento de aproximação”.
Já o presidente Umaro Sissoco Embaló, novo líder da organização, traçou como metas imediatas a consolidação da estabilidade política nos países membros, o fortalecimento da economia azul e o reforço da língua portuguesa nas instâncias internacionais.
A nova presidência terá ainda o desafio de rejuvenescer a imagem da CPLP, envolvendo mais ativamente a sociedade civil, o setor privado e as comunidades emigradas.
A Cimeira terminou com uma declaração conjunta que renova o compromisso dos nove países com os objetivos da Carta da CPLP, apelando à resolução pacífica de conflitos e ao respeito pela democracia, pelos direitos humanos e pelo desenvolvimento inclusivo.
Waley Quaresma
Mayo Alex
18 de Julho de 2025 at 23:43
Essa foto merece ser exposta no TPI, porque trata-se de dois grandes futuros clientes da casa na HAYA.
Eís os dois parceiros desgraçados, que jogam e escrevem na mesma tecla, dois INIMIGOS n°1 UMARO SISSOKO ( o maliano) & CARLOS VILANOVA ( o falso fôrro)dos povos irmãos bissau-guineense e são-tomense.
O FUTURO DELES ESTÁ NA CPI/HAYA.
mezedo
19 de Julho de 2025 at 9:49
Esta organização esta moribunda cheio de vícios e não serve aos interesses dos Países Africano.
Como pode uma organização dessa, que diz defender direitos humanos, passar a Presidência a um País onde não existe liberdade e nem respeito pelos direitos Humanos. Onde o Presidente da Republica esta na ilegitimidade de funções, o não existe uma Assembleia da República em Pleno Funcionamento.
Só pode ser que os lideres desses países estão todos comprometidos com imundice.
Analisam bem a ausência do Presidente da Republica Portuguesa nesse evento e assim vão tirar conclusões.
Fogo-Quema-Mon
20 de Julho de 2025 at 2:47
A C.P.L.P e uma ilusão (lusíadas) de quinhentas paginas do mesmo verso! A C.P.L.P e/ou P.A.L.O.P são em contraste uma e a mesma entidade e mesmo discurso. Ambas em tudo paradoxal. (1)- Porque subentende uma comunidade da mesma lingua (oficialmente). Quando se trata de comunidades de línguas e dialectos diferentes. (2) -Porque pressupõe uma economia comum quando nenhuma moeda local tem paridade cambial. (3) – Porque a Cooperação/Colaboração transversal no contexto dos P.A.L.O.P aplicado a realidade politica, econômica e social de Portugal não existe. Conclui a minha convicção que , a C.P.L.P não e uma comunidade social inclusiva e/ou de cidadania participativa. E, não e por culpa dos nossos representantes Africanos.