A iniciativa da maioria dos deputados a Assembleia Nacional de convocar a sessão plenária de segunda- feira mereceu a condenação da coligação MCI-PS-PUN.
Para o partido que tem acordo de incidência parlamentar com a ADI, a reunião plenária realizada no anfiteatro da Universidade de São Tomé foi um golpe de estado parlamentar.
«Tratou-se de um golpe de estado parlamentar porque violou de forma grosseira todos os preceitos constitucionais e regimentais. Como se explicar realizar o dito encontro de amigos do partido MLSTP – BASTA no anfiteatro do ISP e chamá-lo de reunião plenária», afirmou o porta-voz, Adalberto Catambi.

Com 5 deputados no parlamento, a coligação MCI-PS-PUN não aceitou a convocatória feita pela maioria dos deputados que dentre outros diplomas analisados revogou a lei interpretativa, que ficou mais conhecida no círculo parlamentar como “a Lei PUN”.
«Quando os nossos deputados eleitos e em pleno gozo e em exercício do seu mandato foram impedidos a não aceder a essas instalações», reclamou o porta-voz Adalberto Catambi.
A condenação é veemente. «O MCI/PS/PUN condena veementemente esses actos. No nosso entender não se tratou de uma reunião plenária», reforçou o militante partidário que é também membro do conselho superior da magistratura judicial de São Tomé e Príncipe.
Catambi prometeu que o partido político que defende os filhos da roça vai lutar «perante todos os meios legais vigentes para salvaguardar os direitos dos nossos deputados e a paz em São Tomé e Príncipe».
O fragmentação que tomou conta da ADI tornou inútil o acordo de incidência parlamentar, que o Presidente do MCI/PS/PUN, António Monteiro, assinou com o Presidente da ADI Patrice Trovoada no ano 2023.

A maioria absoluta de 35 deputados, sendo 30 da ADI e 5 do MCI/PS/PUN já não existe no parlamento de 55 assentos.
O partido liderado por António Monteiro que é também Presidente da Câmara Distrital de Caué, foi o parceiro da ADI na governação do país durante o governo liderado por Patrice Trovoada.
Vários membros do partido ocuparam e ainda ocupam pastas importantes na administração pública, com destaque para as direcções de empresas estratégicas como é o caso da EMAE, e mesmo de ministro, como foi o caso do ex-ministro das infraestruturas e recursos naturais, José Carvalho de Rio.
Abel Veiga
Mezedo
6 de Fevereiro de 2026 at 7:58
Deviam ter vergonha na cara,
Quando criaram a vossa Lei PUN, para assaltar Rosema não sabiam que éra ilegal?
Quando roubaram a Rosema ao seu verdadeiro dono, e junto ao Bandido do Varela e dos Corruptos do Tribunal constitucional, roubaram dinheiro da senhora Dulce Xavier no BISTP, não sabiam que era ilegal.
OS vosso Ministros e Diretores Assinaram junto com Pinta Cabra o contrato de TESLA, roubando a esse país e povo, não sabiam que era ilegal.
Agora que boca Rato está comprometido estão a chorar.
Vão lá pagar impostos seus gatunos corruptos.