Eleições presidenciais

Secretário-geral da ONU pede diálogo e diz não a violência, nas eleições de hoje em STP

Stéphane Dujarric, porta voz do Secretário Geral das Nações Unidas António Guterres, fez uma declaração a partir de Nova Iorque, a propósito das eleições presidenciais de hoje, 5 de Setembro em São Tomé e Príncipe.

A porta-voz disse que António Guterres, Secretário-geral das Nações Unidas, «tem acompanhado de perto o processo eleitoral presidencial em São Tomé e Príncipe, e observa que a primeira volta foi conduzida pacificamente».

A assinatura na última semana, pelos dois candidatos às eleições presidenciais do compromisso de ética eleitoral, foi saudada pelo secretário-geral das Nações Unidas.

Segundo a porta-voz, António Guterres, «encoraja todos os interessados a continuarem a utilizar o diálogo e a estabelecer canais legais para a resolução de disputas e a absterem-se de quaisquer actos de violência».

Através da porta-voz, o Secretário-geral da ONU saudou também as acções da Comunidade Económica dos Estados da África Central, a CEEAC, no sentido de construir uma via pacífica para estabilidade a longo prazo em São Tomé e Príncipe. A decisão da CEEAC de destacar no país o seu enviado especial, o angolano Manuel Augusto, é uma das acções destacadas na declaração da porta-voz do Secretário-geral da ONU.

O sistema das Nações Unidas em São Tomé e Príncipe, divulgou a declaração da porta voz do secretário geral António Guterres, e anunciou a presença no país da missão de observadores da União Africana, que fiscaliza as eleições deste domingo.

Abdoul Karim Sango, é o chefe da missão de observação da União Africana que se reuniu com Katarzyna Wawiernia, a coordenadora do sistema da ONU em São Tomé e Príncipe.

Abel Veiga

 

 

 

    1 comentário

1 comentário

  1. Vexado

    5 de Setembro de 2021 as 7:51

    Triste notícias. Há pessoas dentro das nações unidas a passar informações erradas aquele sistema e o governo não faz nada.

    As eleições em Stp sempre foram e são pacíficas.

    Há sempre contestações que é o normal.

    Quem está com intenções de criar “caos” é o líder do Adi. Este sim, que nações unidas devia sancionar porque é um preguiçoso.

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