Os estrangeiros que escolheram Portugal para trabalhar, geralmente por força de circunstâncias, vêm acumulando dívidas para com os sucessivos governos do Partido Socialista.
Lisboa – 23 de Março de 2011
21h01 – «A oposição retirou o Governo todas as condições para continuar a governar. Em consequência, apresentei agora mesmo ao senhor Presidente da República a demissão do cargo do Primeiro-Ministro.» José Sócrates – 1º Ministro Português
21h13 – «A crise que Portugal tem vivido há muito tempo será enfrentado com determinação para devolver a esperança aos portugueses.» Passos Coelho – Líder do PSD
21h20 – «O Governo marcou a crise e o PSD aceitou. A democracia existe para se resolverem esses problemas.» Paulo Portas – Líder do CDS-PP
Foi assim a noite de ontem com as entrevistas dos líderes do PCP, Jerónimo Sousa e do Bloco de Esquerda, Francisco Louça em sequência do chumbo do PEC IV seguido do pedido de demissão do Primeiro-Ministro José Sócrates ao Presidente da República Cavaco Silva. Francisco Assis, líder da bancada parlamentar do PS foi chamado a defender a honra do partido no fecho das intervenções dos protagonistas da noite.
Antes mesmo de Mundo ouvir José Sócrates, o sítio na internet da Presidência da República anunciava a aceitação do PR ao pedido de demissão do 1º Ministro. Os mercados financeiros e económicos não tardaram a reagir e apontam de que os fundos europeus e as medidas de austeridade têm que chegar e já. A Irlanda e a Grécia que já recorreram aos fundos europeus não andam nem desatam. Depois de Portugal os olhos estão apontados para “los nuestros hermanos” espanhóis que não escaparão dos ditames do Fundo Europeu e do FMI. São desígnios da Nova Ordem Económica mundial, o poderio económico da Alemanha ou o enfraquecimento do Euro, a moeda única?
O desfecho há muito que estava escrito, mas a corda esticava-se com os empurrões parte a parte e o nervosismo a esgotar as energias e, finalmente o Sócrates teve de encarar o silêncio de Cavaco Silva, após os gritos de alarme dos antigos Presidentes da República Mário Soares e Jorge Sampaio pedindo, em vão, o socorro ao PS e ao país que podiam ir ao fundo com os impactos da queda do Governo.
Os estrangeiros que escolheram Portugal para trabalhar, geralmente por força de circunstâncias, vêm acumulando dívidas para com os sucessivos governos do Partido Socialista. Em 2001, o Governo do Engenheiro Guterres, ao desgosto da direita, abriu o cordão a bolsas legalizando extraordinariamente milhares de cidadãos estrangeiros com possibilidade de fixarem residência após cinco anos de vistos de permanência anuais, o que possibilitou até ao endividamento destes junto a banca portuguesa com créditos a habitação e outros.
Mais recentemente o Governo do Engenheiro José Sócrates foi mais longe e abriu estrada a nacionalidade portuguesa aos cidadãos estrangeiros, desde que cumpridas certas legalidades. Hoje são milhares e milhares de estrangeiros que já optaram e beneficiaram de uma segunda nacionalidade, a do país de acolhimento.
Nas últimas legislativas, os estrangeiros em reconhecimento a essas normativas com mãos da esquerda portuguesa, sem mesmo serem convidados aos esbanjes, trocaram mensagens de apelo ao voto maciço no Partido Socialista. Tudo indica que depois de PR ouvir os partidos com assento parlamentar e o Conselho de Estado, não resta ao país a outra saída que não a devolução da legalidade democrática ao povo através da expressão das urnas. E agora?
Num período de medidas de austeridade, cortes de benefícios sociais, desemprego e de encarecimento de vida que abalam muito particularmente estes portugueses de circunstâncias, a quem dar os seus votos? Já está liquidada a dívida para com o Partido Socialista?
Do PSD, partido à espreita do poleiro, por sua vez, os estrangeiros não têm registo na memória de qualquer caridade. Pelo contrário, de boas intenções já o inferno se queixa. Os tempos mudaram, quem sabe? Mais a direita, do CDS-PP, as memórias dos estrangeiros conservam do pior e do barato do populismo político, já que o seu líder, Paulo Portas, conotava todos os crimes e a insegurança do país aos estrangeiros. Esse discurso radical, felizmente melhorou aquando da boleia que o CDS apanhou do PSD para um Governo coligado. Talvez em contacto com o dossiê Estado, Paulo Portas apercebeu-se de que com o envelhecimento da população portuguesa, os estrangeiros não eram um mal a sociedade portuguesa, pelo contrário, foram e são eles, o equilíbrio da natalidade e melhor que isso, o grande contributo no sustento financeiro da Segurança Social com a sua participação na vida económica do país. O PCP e o Bloco de Esquerda não se cansam em levantar vozes favoráveis a políticas sociais dos trabalhadores e nunca extraviaram os seus votos em qualquer intenção legislativa contra os estrangeiros.
Se transportamos a actual crise social e económica que desabou em crise política na sociedade portuguesa a realidade santomense, há ilações a retirar pelo Governo de São Tomé e Príncipe também minoritário no Parlamento que vai sobrevivendo na paz do Senhor graças aos telhados de vidro da oposição que prometeu deixar o Governo trabalhar e, sobretudo as presidenciais que estão a porta, de nada vale o extremar de posições podendo sair caro a factura eleitoral a aquele que desafiar o último desejo do eleitorado.
Seja como for, neste dia estaríamos aos gritos culpabilizando o diabo pela queda prematura do Governo, enquanto os chicos espertos reclamando dos direitos adquiridos aproveitavam em delapidar a coisa pública e registar as viaturas do Estado em nomes dos seus utilizadores. O povo sem qualquer luz ao fundo dos sucessivos túneis, estaria a agradecer a Deus pelo banho que iria tomar pelo menos por algum tempo permitindo-lhe tirar a barriga no panzú-panzú.
Mais uma praga associa-se a nossa longa cruzada já de si atormentada com as crises do Magreb e particularmente com a intenção de assassinato de Kadhafi pelo mundo ocidental num ajuste de contas antigas, alegando o mandato das Nações Unidas na defesa da população civil. Costa do Marfim está no mesmo continente com a desvantagem de não ter petróleo. Ainda guardamos as imagens do enforcamento de Saddan no Iraque por Bush filho. Não esperávamos o mesmo de Obama que não recordamos do seu telefonema ao Kadhafi como procedera até ao último minuto com o Mubarak.
O Japão depois da catástrofe natural que devastou o país levando consigo milhares de vidas humanas, os japoneses ainda confrontam com o eminente acidente nuclear de gravidade imprevisível. Da China Taiwan, por vezes, ouvimos das assinaturas dos milhões de dólares, mas passado quase duas décadas de rejeição da China Popular, não chega aos olhos nem dos cegos, o verdadeiro proveito dessa cooperação. O paludismo está controlado e daí? As ilhas continuam padecendo de todas as outras enfermidades incluindo a de paralisia mental que não permite os políticos apresentarem ao parceiro um plano de desenvolvimento sustentável para o virar de páginas de Caué a Paguê (Príncipe).
Estas duas frentes de cooperação, Líbia e Japão, de vital importância na saúde alimentar do orçamento do executivo de S.Tomé e Príncipe e, não só, a associar o período de gestão de Portugal até as eleições de Maio/Junho, são desafios a que todos os santomenses são chamados a enfrentar e a inventar saídas para o arranque económico das ilhas?
«Uma única razão explica esta crise: a sofreguidão pelo poder.» José Sócrates
Eu alento-me num outro Sócrates «Só sei que nada sei!»
24.03.11
José Maria Cardoso
Macabeu FM
28 de Março de 2011 at 10:08
Fundo Europeu e do FMI. São desígnios da Nova Ordem Económica mundial, o poderio económico da Alemanha ou o enfraquecimento do Euro, a moeda única?
A mesma Ordem Mundial que o Bíblia faz menção. jamais haverá melhoria no mundo…isso tende a piorar, afectando paías a país…até que mundo torna um só, objectivo dos Illuminatis, a Nova Ordem Mundial…….fuii
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 16:32
dizes coisas verídicas ai no teu argumento. mas o mundo nas maos dos homens jamais se tornará num só. tenha discernimento ao ler: Daniel 2:44, por favor!
J. Cruz
28 de Março de 2011 at 10:20
É o artigo mais realista e fazendo uma hábil abordagem geral e analógica que até entao pude ler no jornal telá nón. parabens ao seu redactor! só disse sobejas verdades e usando um conhecimento profundo da realidade politica global e as incidencias das mesmas sobre o nosso pequeno arquipélago.
parabenizo-o uma vez mais! excelente!
sao-tomense
28 de Março de 2011 at 10:43
o senhor Jose Maria Cardoso ainda nao conseguiu a nacionalidade portuguesa? lute por ela, a sua vez chegará. deixe de ter olho cheio e ser invejoso.
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 16:29
caro amigo sao-tomense “pobreza de espirito”, será que durante todo o artigo ele só fez mencao a nacionalidade portuguesa? eu tambem tenho mas nao levei a mal por ele ter mencionado um facto veridico que usou apenas como um dos argumentos dentro do seu vasto artigo que enfocou vários pontos.
deixe-se de más interpretacoes e sobérbia, por favor!
kwatela
29 de Março de 2011 at 10:28
meu caro amigo nao se deve falar daquilo que nao sabe o jmcardoso tem nacionalidade portuguesa nao por decretos mais sim consaguinidade.esteje calado qdo nao sabe. boca calada nao entra mosca
Celsio Junqueira
28 de Março de 2011 at 13:18
Caro José Maria Cardoso,
Um bom artigo e muito articulado globalmente falando.
Realço dois pontos relativos a STP:
1- É que um Governo com minoria parlamentar deve saber negociar e dialogar em todas as suas propostas/iniciativas. Não é para todos os líderes, mas sim para alguns esse talento/arte.
2- A “torneira” da ajuda internacional tem limites, os outros também têm e se veêm confrontado com “azares”/problemas, e está na hora assumirmos as nossas despesas.
Um Grande Abraço e uma boa lição de politica internacional,
Wilkes Figueiredo
28 de Março de 2011 at 14:18
Esta crise é global. Cada país luta para sair dela o mais depressa possível, mas neste artigo de opinião, o seu autor destaca a pouca sorte de São Tomé e Príncipe por depender de alguns dos países mais afectados.
Meu caro, em mais de 30 anos de independência já era altura de São Tomé e Príncipe ser realmente independente. Lamento muito por todos aqueles que mais sofrem com tudo isto, mas pelos vistos, temos mesmo que ir ao fundo para podermos sentir a necessidade de vir a tona.
É verdade que existe muita desinformação sobre a questão da Líbia, mas é igualmente verdade que foram os próprios Líbios a começar a sua própria revolução.
Estamos todos condenados quando os governantes têm mais poder e importância que o povo. Um político deve ser considerado um funcionário público como outro qualquer, cuja função é servir o povo que o elegeu.
Como é possível que este senhor dê mais importância a vida do Kadhafi do que a guerra civil na Líbia?
O grande problema não é a intervenção do ocidente, mas sim a fraca força de vontade da maior parte do povo africano para resolverem os seus próprios problemas internos.
António Veiga Costa
28 de Março de 2011 at 21:59
Ahhhh! Esse sim é um artigo lúcido. Parabéns amigo.
O Santomense está num grau tal de dependencia e comodismo que não consegue – ou não quer – fazer um omelete com os ovos quebrados à frente.
Mãos à obra povo, vamos trabalhar, vamos aumentar as horas de labor.
Matabala
28 de Março de 2011 at 15:47
Só espero que o Governo santomense não venha agora dizer que a sutiação no país vai se agravar mais porque Portugal está em crise política…
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 16:30
é bem provável que se diga, sim! já sabemos como sao esses dirigentes dependentes. sem visao própria.
Deus é Grande e Seja Louvado
28 de Março de 2011 at 16:36
Vergonhoso…………………..
Para não dizer outra coisa que muito sinceramente se não fosse por respeito ao telanon e aos leitores deste espaço……
Que tamanha ignorância, dizer que os estrangeiros (emigrantes) que escolheram portugal para trabalharem como diz o senhor por força das circunstância, acolmularam dividas por causa do Partido Socialista…………………
Das duas ou uma, ou o senhor não sabe o que diz ou escreveram_lhe o texto……
Que pena……………..
O senhor perdéu a grande opotunidade que o telanon lhe déu para falar a verdade
Nós exigimos a verdade……
Viva S.tomé e Principe…………
Viva Telanon………..
Até já……….
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 22:16
vocábulo, quis dizer.
Deus é Grande e Seja Louvado
28 de Março de 2011 at 17:14
Ignorância, ignorâbncia e ignorância…..
A imparcialidade é um dos adjetivos que qualifica qualquer fazedor de opinião….
Porquê citar somente os senhores doutores Mário Soares e Jorge Sampaio, dizendo que os mesmos vieram em socorro do PS, quando os mesmos falaram em nome de Portugal?..
Porquê não citou também os doutores Miguel Cadilhe, General Ramalho Eanes, Santana Lopes e outros?………..
Algum proposito?………….
Os sãotomenses, Angolanos, Caboverdianos, Guineenses, Moçambicanos, Brazileiros etc,etc… são portugueses de circunstância?………………
Porquê….
Podes nos explicar
………………
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 22:10
meu amigo, que entendes por dividas?
neste contexto o vocávulo dividas empregue pelo redactor de dito artigo, toma um sentido amplo, vejamos:
-divida moral, porque caso nao fosse a politica de esquerda do ps, poucos sao os negros em portugal que teriam a nacionalidade portuguesa, e nesse contexto digamos que é uma divida tácita porque esses mesmos negros enquanto votantes e em muitos casos mesmo até em alguns casos, entendendo pouco de politica, lhe teriam e já lhe tiveram a gratidao de em massa votar no ps nas eleicoes em portugal.
sabes, há anos atrás que critérios se tinha para otorgar-se uma nacionalidade em portugalß se bem que nao esquecamos tambem que o governo portugués arrecadou bem com isso, pois só nos formularios e peticoes que eu saiba rondou entre 270 euros a quase 400, para peticao de dita nacionalidade.
nao obviando ainda inteligencia deles, no fato de aproveitarem para indirectamente escoarem muitos negros dali, abrindo-lhes o caminho com a nacionalidade, em busca de outros portos, como é o caso hoje em dia da massiva massa de pessoas que lutam pela vida e se teem enveredado na aventura Londrina….sem mencionar outras paragens!
é uam divida sim, porque ao ser portugués, até para financiamento nos bancos e etc, passou a ser visto como igual todo negro e emigrante que ali auferiu de dita nacionalidade.
entao vais dizer que isso nao é dívida em sentido politico e no sentido lacto ou lato da palavra?
Passe a aceitar as coisas e as criticas com constructividade, tambem tenho a nacionalidade portuguesa, repito, mas nao vejo nenhum erro, nem inveja nem egocentrismo no artigo acima escrito, é miopia dos seus olhos e a falta de vontade de ver e ler algo sem maldade.
Deus é Grande e Seja Louvado
28 de Março de 2011 at 18:17
Ó SR. Benavide Pires, seguindo o seu raciocínio, o sr. não se sente ofendido que alguêm por incúria ou por maledecência dizer que os tais portugueses de circunstancia pelo facto de terem requerido a nacionalidade portuguesa por direito próprio, ter de pagar com votos ao partido que teve sencíbilidade de reconhecer este facto?
por favor respeitem a nossa inteligência..
Leiam o texto e constatem a tendência deste senhor……
Leiam como o mesmo termina o artigo…….
Viva S.tomé e Principe
Viva telenon
Até já……..
Carlos Ceita
28 de Março de 2011 at 18:29
O artigo aparentemente parece equilibrado. Agora parece que encontraram um bode expiatório o engenheiro Socrates. Por todos os defeitos que se possamos apontar aos partidos de esquerda e da extrema esquerda na Europa, a verdade é que são eles os mais se solidarizam com as minorias. Estarei na expectativa de saber o que vai acontecer aos imigrantes se eventualmente o PSD e PP tiverem a maioria absoluta. É que temos de ter a memoria e eu particularmente tenho-as bem viva. Foi num govermo de maioria absoluta do Professor apolítico C. Silva (actual presidente) que um dos seus ministros Dias Loureiro permitiu que uma emigrante Congoleza permanecesse retida no aeroporto. Em todos caso se o artigo diz que os sucessivos governos do partido socialista foram responsáveis pelo acumular das dividas dos emigrantes não creio que a crise com que este pais de debate se deveu apenas a este governo socialista. É bom lembrar que Portugal foi governado durante 10 anos em época de vacas gordas em que o mostro do défice foi acumulando. Lamento também que o artigo não faz referência aos escândalos financeiros do BPN com um buraco de cerca de 4 Mil Milhões de dólares. Nao é pouca coisa.
Abraços
Celsio Junqueira
28 de Março de 2011 at 20:34
Meu Caro CC,
Tem toda a razão no que diz referente a tentativa de “Socratizar o defice e a divida pública Portuguesa”.
A situação Portuguesa tem culpabilidade não só Governativa (dos três Partidos: PS, PSD e CDS) mas também do sector Privado (Parcerias-Publico-Privadas) que só faz bons negocios com o Estado (que recorre a divida para se financiar).
Sobre os emigrantes não creio que os Partidos de Centro-Direita possam fazer alguma coisa contra os que estão legais e os que já têm a nacionalidade Portuguesa. Sinceramente, tenho a noção que isso é mais um “bicho-papão” da “vox-populis”. O Centro-Direita Português é muito diferente do resto da Europa (onde predomina a direita e a extrema-direita). O CDS raramente ultrapassa os 10% do eleitorado que vota e não abstem.
Para finalizar é verdade e cita muito bem, foi no Governo do prof. Cavaco Silva e o Ministro da Aministração Interna Dias Loureiro em que se reteve a cidadã Zairense “Vuvu Grace” no Aeroporto de Lisboa. Esse mesmo Dias Loureiro (um dos responsaveis) que após o escandalo BPN (recem nacionalizado) circula actualmente entre Cabo Verde e Angola, ironia do destino.
Abraços cordiais,
benavides pires sousa
29 de Março de 2011 at 7:12
muito boas as suas aportacoes ao artigo. obrigado!
benavides pires sousa
28 de Março de 2011 at 22:14
tens boas mencoes e perspectivas á acrescentar sim senhora, mas o artigo nao tinha que abarcar de cor e salteado todos os elementos politicos e todo um resumo da politologia societária portuguesa.
convenhamos senhores! entao o homem tinha que escrever uma enciclopédia dos ultimos anos da politica do ps em portugal. e nao vejo em nenhum momento ofensas atribuidas ao ps ou psd, o senhor apenas escreveu com veracidade, imparcialidade e frontalidade.
renato correia
28 de Março de 2011 at 18:34
obama quem te viu e quem te vai vendo aconteça o que acontecer o destino da humanidade pertence aos bric (brasil,russia,india,china). a vossa atitude belicista é a prova inconfundivel da queda de um imperio que eu julguei pude-se mudar o mundo, não és diferentes dos teus antecessores.
Juliana Brandão
28 de Março de 2011 at 20:31
Chêi são-tomense,
Vc não devia apropriar-se do meu São Tomé para se esconder. Apreciei o texto tão explícito e informativo que o seu actor, com paciência, fala do momento português e alerta os nossos políticos do que pode acontecer a um Governo de base minoritário no Parlamento.
Até o meu filho de 4º ano achou graça a sua falta de compreensão, ao ponto de eu explicá-lo de que o senhor são-tomense não tem Net própria. Não teve tempo de ler para que não lhe apanhassem sem jeito.
Todos devem ter opinião, aliás, os assuntos são para debatermos, mas alguns de nós em matéria de interpretação e compreensão, desculpem-me, insultam os professores são-tomenses que lhes puseram livros na cabeça.
O Tela Non está de parabns.
lino
29 de Março de 2011 at 7:17
meus amigos…..não tenham pena do kadafi por favor!!
ele e outros como ele não merecem clemência.
os paises não são propriedades horizontais de um individuo.
não é quintal de uma familia.
tantos anos a usurpar da coisa pública…e migalhas para o povo.
quem apoia isto meus senhores!!!
credo
Wilkes Figueiredo
29 de Março de 2011 at 9:58
Caro “Lino”!
Muito obrigado pela sua observação. Eu sou quase obrigado a saudar todos aqueles que não defendem o Kadhafi, até porque são tão poucos neste artigo, que me leva a pensar…
Tendo em conta que os políticos em São Tomé e Príncipe são tão maus, era de se esperar que os são-tomenses fossem mais solidários com o povo Líbio.
Infelizmente, parece que se dá mais valor as esmolas do Kadhafi do que a sua integridade, assim sendo, não admira que São Tomé esteja no buraco em que está…
Obama
29 de Março de 2011 at 9:45
Caros leitores,
Chamo a vossa atenção para o seguinte: vivemos um tempo de ditadura. Um tempo onde as grandes potencias, os “grupos” financeiros que contem e mantem o controle de tudo e todos, ou seja detêm o poder. É este afinal o seu grande objectivo: terem o poder, pois dinheiro, eles já o têm.
O que temos de pensar é de arranjar uma estratégia a curto, médio e longo prazo para o nosso País, para a nossa sociedade sem dependermos a 100% da ajuda externa.
Muitos perguntarão, mas como?? Como é que poderíamos conseguir essa mesma independência? Eu, pessoalmente acho que isso só seria possível, no momento em que começarmos a olhar para dentro de nós, buscar um pouco do nosso lado mais humano, deixarmos de nos preocupar com coisas banais e insignificantes (ganância, corrupção) e sermos mais homens. Temos de olhar mais para os recursos naturais que “Deus” nos deu e tirar todo o proveito dos mesmos.
Devemos incutir dentro de nós uma identidade própria, deixar de olhar para fora, os hábitos, as culturas dos outros. No momento como este, só com muita união, seriedade, determinação, conseguiremos de facto dar a volta e construir uma sociedade mais justa e equilibrada para as gerações vindoras.
Um bem haja ao Povo de Sao Tomé e Principe!!
Tia Joana
30 de Março de 2011 at 12:50
Eu sempre fui apologista de que se podia obter nacionalidade de qualquer país. Mas, hoje, será que é tão importante, assim, a nacionalidade portuguesa?
Ser de STP, se calhar tem mais vantagens!!!
Depois o tempo dirá.
Lopes
29 de Setembro de 2012 at 1:06
Inevitavel!! o dia 21 de Março as 21h13 de Março 2011 Portugal ja estava com os pés na toca..hoje esta dentro da to
Lopes
29 de Setembro de 2012 at 1:19
Façam como eu, nacionalidade estrangeira… a economia Portuguesa so esta a dar para os politicos, Portugal hoje esta roto e amanha estara rasgado da comunidade Europeia!!