Membros da Policia da República de Moçambique (PRM), estão envolvidos na onda de sequestros que abalam as principais cidades do pais, nomeadamente Maputo, Matola, a cidade da Beira a segunda maior do pais e Nampula. A muito que vinha se falando do envolvimento de agentes da policia neste tipo de actos criminais uma pratica de tem vindo a ganhar terreno devido, aos valores que são solicitados para o resgate das vitimas.
Três agentes da PRM, foram condenados 15 anos de prisão maior no passado mês de Outubro, e o comando da policia sempre recusou a comentar este caso e limita-se a dizer que era um caso isolado. Semana finda seis agentes da PRM, sendo um deles agente da policia de trânsito sequestraram um cidadão na zona da Matola ao confundirem a vitima com o seu patrão.
Após este acção a vitima viria a ser libertada na zona de Boane, a 15 quilometros da Matola, dois dos agentes da PRM, que compunham este bando de criminosos, esta detido nas celas do comando da FIR. Um dos casos mais chocantes envolvendo agentes da policia, foi do assassinato dum adolescente de 13 anos na cidade da Beira de nome Ahmad Rachid, este caso levantou a onda de protestos um pouco por todo o pais.
O assassinato da vitima, aconteceu minutos depois da mãe do menor Kulssum Ismael ter ligado ao director da ordem da Policia a informar lhe, que tinha indicações do cativeiro do filho e pedia ajuda da policia para ir pagar o resgate do filho que estava orçado em mais de 50 mil dólares americanos. Estranhamente segundos depois da conversa entre a senhora e o director da ordem, os bandidos ligaram para ela a informar que “ havia estragado tudo”, por ter metido a policia no meio, os mesmos assassinaram a criança e jogaram o corpo num matagal.
A pergunta que muitos fazem é como os bandidos souberam da ligação da mãe da vitima com o director da ordem da policia na Beira. Esta semana mais dois agentes foram detidos em conexão com a raptos que abalam o pais, de recordar que dois cidadãos de origem portuguesa, caíram nas mãos dos raptores e os mesmos foram libertados apos uma forte diplomacia do governo português.
Não se sabe-se os mesmos foram libertados mediante o pagamento de resgate, foi tudo tratado com muito secretismo e as vitimas já abandonaram o pais, muitos cidadãos estrangeiros que vinham investindo em Moçambique estão abandonar o pais devido ao clima de instabilidade militar-politica e de raptos. Algumas multinacionais que operam no pais tem vindo a apelar os seus cidadãos a abandonar Moçambique devido a falta de segurança.
Por: Luís Muianga
Em Maputo
Jornalista do: JORNAL ZAMBEZE
Email- luismuianga@hotmail.com
Cel: +258845186847
Maxibim
18 de Novembro de 2013 at 12:12
Ê sa cada Kuá !!! eu já nem sei o q eu posso dizer.
Fernando Castanheira
18 de Novembro de 2013 at 16:37
Daqui a pouco S.Tome e Principe estara neste caminho. Podem crer.
luisó
18 de Novembro de 2013 at 20:08
Eu já não sei o que dizer sobre estes raptos, mas sobre a maneira que este Muianga escreve em português só posso dizer, onde aprendeu e tirou o curso de jornalista?
CREDO…
acredito
19 de Novembro de 2013 at 14:42
tchila boca bô sima tela mum ê, vc é feticeiro ou maligno,que isto nunca aconteça , vira tua boca pra la , e ora para que tal nunca aconteça na nossa humilde terra.