O governo Moçambicano acaba de fechar um negócio milionário e sem nenhum concurso público, da migração da radiodifusão, do padrão analógico para o digital com Valentina Guebuza(na foto), filha do Presidente da Republica Armando Guebuza.
O Governo, guardião do interesse público, selou este negócio que muitos já apelidaram por “Negócio Sujo”, com a empresária Valentina Guebuza que uma vez a prestigiada Revista Forbes, tratou-a por “Princesa Milionaria”, e figura na lista das 10 mulheres mais ricas de África.
O negócio sujo foi selado pelo Ministro Moçambicano dos Transportes e Comunicação, Gabriel Muthisse e Pang Xinxing, PCA da firma Chinesa StarTimes Software Techonololgy.
Os dois dirigentes assinaram um contrato comercial para a implementação do sistema de radiodifusão digital no pais. A StarTimes Moçambique, que è subsidiária desta empresa, cuja patrona è a filha do Chefe do Estado Moçambicano Valentina Guebuza, deverá gerir o negócio em parceria com uma empresa pública a ser criada para o efeito.
Com a assinatura deste contrato comercial com a StraTimes, sem nenhum concurso publico ou no mínimo uma auscultação à Assembleia da República, o Governo fortalece o império da família Guebuza. É que a viabilização do programa de migração digital no país estará refém de uma parceria entre a StarTimes e uma empresa pública a ser criada através de um consórcio que envolve a Televisão de Moçambique(TVM), Rádio Moçambique(RM) e Telecomunicações de Moçambique(TDM), tal como deu a conhecer o ministro.
Gabriel Muthisse justificou que a escolha da StarTimes a dedo para gerir este negócio no pais deveu-se à opção de financiamento, isto porque a migração digital é um processo muito caro e para tal o Governo teve de recorrer à cooperação internacional para mobilizar financiamento necessário para o projecto.
Segundo o Ministro Muthisse, houve negociações com o Japão e a China, mas estava claro que qualquer das duas modalidades implicava a opção por uma empresa desse referido país para gerir a migração.
Foi daí que com a avaliação feita pelo Governo, optou-se pela EXIM BANK da China devido as modalidades acordadas no financiamento, e daí a escolha da StarTimes Software Technologys.
O Ministro apontou que este negócio esta orçado em 300 milhões de dólares Americanos, e o mesmo vai beneficiar tanto as televisões e rádios públicas assim como as privadas.
Por:LuísMuianga/Maputo-Moçambique
Email-luismuianga@hotmail.com
Filho da terra
10 de Abril de 2014 at 14:03
Muita vergonha.
Barão de Água Izé
10 de Abril de 2014 at 14:26
Guebuza foi ter lições com o seu amigo do lado oposto de Moçambique? Mas eles não eram comunistas ou socialistas, de esquerda, ou lá o que isso quer dizer? O melhor e verdadeiro socialismo é quando se começa por distribuir riqueza pela família.
luisó
10 de Abril de 2014 at 21:45
Digam-me lá se poderem: um negócio deste ou até parecido era possível de ser feito em algum país da Europa?
Claro que não e todos sabemos porquê?
Então por que é os angolanos, moçambicanos e outros africanos deixam isto acontecer?
Só com Cristo…
ferpenapandopo
11 de Abril de 2014 at 1:27
Que vergonha,tudo farinha do mesmo saco…
Eterno Madiba
11 de Abril de 2014 at 11:04
Mas quem dava tudo para ter consigo aquela bonitona? Reparem só nos lábios dela!
Eterno Madiba
11 de Abril de 2014 at 11:05
Queria eu escrever«Quem não dava tudo…»
Camblá!!!
11 de Abril de 2014 at 12:18
Se conseguissem matar o líder da oposição o Moçambique era mais vosso não era? Como a moda vai pegando, vocês Guebuzas, assasssinos de Moçambique, vão sendo também da África.
Kuá flogá
11 de Abril de 2014 at 16:12
Pessoalmente, eu gosto dela.
Porém, muita das vezes, é melhor haver nacionais ricos do que irem buscar estrangeiros para nos colonizar outra vez.