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Iniciaram-se as obras de requalificação do porto de São Tomé

Iniciou-se esta manhã as obras de requalificação e ampliação da área de armazenamento de contentores do Porto de São Tomé. Uma obra que dentro de 12 meses, vai por fim ao congestionamento do porto de Ana Chaves.

A obra é financiada pela União Europeia em mais de 1 milhão e 100 mil euros. Nesta primeira fase vai ser criada uma área para armazenar mais de 1000 contentores, e uma outra área terá capacidade para receber 800 contentores.

Segundo Adriano Rosa Monte, Director Técnico da ENAPORT, a requalificação vai facilitar as operações no porto. Numa segunda fase vão ser criados terminais de frio, unidades de combate ao incêndio, a iluminação da infra-estrutura, e a construção de um parque para as viaturas que são importadas.

Melhorias, que segundo a administração vão permitir o porto de São Tomé competir com as congéneres da sub-região africana.

As obras foram lançadas pelo Ministro das Obras Públicas Carlos Vila Nova, que prometeu empenho do governo no acompanhamento e fiscalização da obra.

O mesmo ministros Carlos Vila Nova, lançou logo a seguir mais uma pedra, desta vez para a construção da estrada que dá acesso ao terreiro da roça Agostinho Neto.  Obra também financiada pela União Europeia.

Abel Veiga

    9 comentários

9 comentários

  1. Armindo dos Santos

    9 de Abril de 2017 as 14:59

    Porto em aguas profunda em Sao Tomé e Príncipe ja mais sera uma realidade. Si depender de investimento estrangeiro isto nao acontecera .

  2. Verdugo de guernadi i Couttri

    9 de Abril de 2017 as 16:07

    Que requalificação válida 1 milhão de Euros ? Isto não é dinheiro para o básico neste porto. Mas, só temos que agradecer

  3. Pedro Costa

    10 de Abril de 2017 as 6:06

    Espero que sejam realmente obras de requalificação na verdadeira ascensão da palavra. Que não sejam só retoques de muito baixa qualidade, para este tipo de retoques já temos o exemplo do dito aeroporto internacional.

  4. EX

    10 de Abril de 2017 as 10:36

    Esse é o mal de STP sempre remedando,
    Vivemos sempre de amole pedaço.

  5. Nuno Miguel De Menezes

    11 de Abril de 2017 as 5:51

    Vamos esquecer essas obras de requalificacao e ampliacao da area de armazenamento de contentores, antes de isso acontecer nos temos que ter ideias, concerteza dentro de Sao Tome e Principe existe areas amplas para armazenar os contentores fora daquele espaço,para isso acontecer é necessario camiões para carregar contentores.

    Mais no entanto quando a obra que dentro de 12 meses terminar supostamente vai por fim ao congestionamento do porto de Ana Chaves nao se esquecam na lista de Infrastretura da mesma que existe camiões para carregar contentores que assim necessitam pelo menus 1 camiao para carregar contentores e se por acaso estiver FULL (cheio) transferir alguns contectores para o Porto VELHO ou outra area Fora do mesmo Porto.

    Nuno Menezes
    Lincoln,Reino Unido
    Tel:00447534444170

  6. luisó

    11 de Abril de 2017 as 8:26

    É possível ter acesso aos projetos destas obras ?
    Houve consulta publica e discussão sobre impacto ambiental ?
    Esse alargamento para contentores vai estender-se para onde e como ?

  7. Madiba

    11 de Abril de 2017 as 8:56

    Compatriotas!
    Como diz alguém é sempre bom fazer o bem. E espero que as obras terminem para o progresso do nosso país. Tanto a primeira como a sua segunda fase.

  8. Brasileiro

    13 de Abril de 2017 as 12:18

    Como estrangeiro, mas, analisando tudo de uma perspectiva externa, mas, observando as peculiaridades desse lindo país, devo dizer que acredito que o desenvolvimento de vocês passará necessariamente por uma economia sustentável que preserve a natureza, usufrua de maneira sustentável de pescado e que privilegie de modo racional (é sempre preciso ter cuidado) o turismo internacional, neste contexto, um porto de águas profundas que possa acomodar grandes embarcações como navios de cruzeiro torna-se extremamente útil importante, entretanto, mesmo para nações de economia pujante, o investimento para concretização de tal obra é por demais significativo, podendo partir facilmente da casa dos 100 milhões de dólares inicialmente.
    Possibilidades de o construírem, existem, mas, certamente exigirão muito planejamento e luta. Pode ser feito através por exemplo de uma parceria intergovernamental com a soma de vários países amigos ou com uma parceria público-privada onde empresas financiadoras poderiam explorar dados serviços por um tempo pré-estabelecido sejam 20, 30, 50 anos…
    Mas, é preciso ter em conta que esse 2º caso é perigoso por sempre hão de surgir as companhias oportunistas que procuraram explorar a Nação e neste caso ao invés de ganharem estarão perdendo, trata-se portanto de caso seja essa a escolha elaborar um contrato muito bem amarrado que esteja bom e justo para ambas as partes.
    O que certamente sei é que, a construção é cara, mas, com os lucros obtidos após tê-lo pronto, paga-se o custo total de forma muito rápida. Mas, não recomendo adquirir uma dívida deste volume considerando a atual arrecadação de impostos.
    Desejo-lhes tudo de bom meus amigos em África.

  9. Amilcar Semedo

    31 de Março de 2018 as 9:50

    A ideia que São Tomé, tem que competir é errada.
    São Tomé não tem e não pode competir.
    Bastar a si propria sera o suficiente
    São Tomé precisa pensar primeiro em ter uma base de desenvolvimento minimo que garanta estabilidade de comercio e circulação de moeda dentro do Pais.
    Depois pensaremos em competições
    Não foi por o David ter sorte quando enfrentou o Golias, que tem de andar a competir com ele.
    Deixem os Golias da costa Africana em paz, pois eles têm outro poderio economico e não so’, tem ligações continentais para distribuição portuaria, têm tamanho e têm mais anos e conhecimento politico.
    O que o politico santomense necessita é saber negociar o interesse de especialistas e gente qualificada que pensou e quer gerar o desenvolvimento interno.
    Ter avião privado sem ter casa para dormir é contra corrente

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