Sociedade

Zaire resgatou 2 duas embarcações nas águas nacionais

No seguimento de falta de informações sobre a embarcação de pesca Tropical, com 13 tripulantes a bordo, que deveria ter regressado ao porto de São Tomé no passado dia 15, e por solicitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe (GC STP), o Navio Patrulha da Marinha Portuguesa, NRP Zaire, foi empenhado, no dia 17 de junho de 2019, numa missão de busca e salvamento.

A embarcação Santa Marta, já tinha sido enviada em seu auxílio, contudo também foram perdidas comunicações com a mesma, desconhecendo-se a sua situação.

O NRP Zaire largou da Baia de Ana Chaves pelas 18 horas e 30 minutos, dirigindo-se para a última posição conhecida das embarcações. Esta posição foi obtida através do sistema de monitorização das embarcações de pesca, VMS, com o intuito de localizar e estabelecer comunicações com as mesmas.

Cerca das 06.00H do dia 18 junho de 2019, foi detetada a embarcação de pesca Santa Marta que se encontrava a, sensivelmente, oitenta e três milhas do porto de São Tomé, nas proximidades da embarcação Tropical.

Uma equipa técnica do NRP Zaire com valências nas áreas da mecânica e eletrotecnia, foi enviada a bordo da embarcação Tropical, para proceder a avaliação da situação. Foi identificado pela equipa técnica que o navio apresentava diversas avarias ao nível dos motores cuja recuperação era impossível sem recurso a meios apenas existentes em terra.

A embarcação Tropical foi rebocada pela embarcação Santa Marta, tendo o navio patrulha Zaire acompanhado o processo de reboque durante todo o seu trânsito até à Baía de Ana Chaves, de modo a garantir a segurança e poder prestar apoio, caso necessário.

O NRP Zaire, atualmente já a operar com uma guarnição mista constituída por militares portugueses e são-tomenses, prossegue a sua missão de Capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, ilustrando a importância da cooperação bilateral entre estes dois países lusófonos, contribuindo indubitavelmente através de um esforço conjunto para a segurança marítima na região.

Fonte – Adido de Defesa da Embaixada de Portugal em STP

    2 comentários

2 comentários

  1. luisó

    23 de Junho de 2019 as 13:10

    Basta ver a foto do barco e percebe-se rapidamente que tipo de embarcações temos no mar e as condições de segurança que dão aos pescadores….depois admiram-se de que vão ao fundo e depois dizem que stp está amaldiçoada ou está com demónio…….

  2. Referendo pela Autonomia com Portugal

    23 de Junho de 2019 as 14:51

    Nem sei porque é que ainda tem gente a dizer que somos um país independente.
    Se nem nossos naufragos, volvidos mais de 40 anos da retirada portuguesa, não conseguimos dar conta.
    Quase tudo que se faz ou se procura fazer nas Ilhas Maravilhosas tem mão e apoio português: Educação (escola +, bolsa de estudos, apoio universitário – para citar alguns), Saúde (Saúde para Todos, Telemedicina, etc., etc.), Guarda Costeira, Centro Formação Profissional de São Tomé e Príncipe, apoio social, Televisão. E vêm nos dizer que somos independentes. Quais lá independente.
    Esse país atingiu independência política para um grupo de preguiçosos tratarem da sua vida, a custa do apoio que vão buscar na comunidade, dita, internacional.
    Sou pela autonomia de São Tomé e Príncipe com Portugal. Antes tarde do que nunca.

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