Sociedade

Covid-19 está a destruir Turismo de STP

O sector do Turismo, que nos últimos anos começou a florescer, e se posicionou como uma das principais fontes de receitas e de divisas para o país, acabou por entrar em colapso.

Tudo devido ao alastramento do Covid-19 pelo mundo, constituindo ameaça grave para a saúde pública em São Tomé e Príncipe. O país que ainda não registou qualquer caso da doença, decidiu fechar as fronteiras, e adoptar outras medidas no quadro do Estado de emergência decretado pelo Presidente da República, Evaristo Carvalho.

Preocupado com a situação desastrosa que o Covid-19, está a gerar para a o turismo nacional, Associação Santomense de Turismo reuniu-se na última semana com o Primeiro-ministro Jorge Bom, Jesus, para anunciar a paralisação do sector.

«O Covid-19, afecta a economia do país, e em primeiro lugar tem um impacto muito forte no turismo. ENCERRAMENTO DAS Fronteiras e a proibição dos turistas em visitar São Tome e Príncipe, neste momento sem turistas não se pode fazer turismo», afirmou Hamilton Cruz.

Alguns hotéis já suspenderam as suas actividades em São Tomé e Príncipe, e os que continuam a resistir arriscam-se a falir.

«As empresas ligadas ao sector estão a atravessar um momento extremamente difícil. Algumas delas anunciaram o encerramento provisório até que a situação se resolva. Mas, muitas delas estão em situação de falência», precisou o Presidente da Associação Santomense de Turismo.

A Associação pediu ajuda do Governo para mitigar os prejuízos.

«Apresentamos algumas medidas que para nós são urgentes, e o governo está a analisar. O Governo disponibilizou em muito curto tempo encontrar soluções para mitigar o problema. São pontos que giram em torno de questões fiscais, laborais, e questões ligadas aos créditos a que as empresas estão sujeitas», detalhou Hamilton Cruz.

Covid-19, trava e congela o turismo em São Tomé e Príncipe. De repente o sector que era promissor para o crescimento da economia nacional, tem todos os seus operadores em fase de falência.

Contas difíceis para o Governo, que está a gerir o Estado de emergência decretado na última terça – feira, para evitar o aparecimento do COVID-19 no território nacional.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Zagaia

    21 de Março de 2020 as 23:01

    Nesta fase precisava de um fundo de resolução,para fazer face a esta crise,onde está ele? Ninguém (Associação de turismo, Direcção de turismo e outras entidades competentes)pensou no mal, quando estavam a gerar receitas. Isso é uma lição para todos. Ca dê taxa turistica para onde foi esse dinheiro? Será que o Sr.Patrício, levou com ele, coitado deve estar a passar muito mal com esta crise……..

  2. Paulo coelho

    22 de Março de 2020 as 0:35

    Sabem eu sou da opinião modesta que o preto é não só burro como preguiçoso! Turismo é salvação de um povo preguiçoso que não quer gerar sua própria riqueza mas não quer fazer nada e estar à espera de outrem! Nunca mudam de mentalidade! Eu entendo a validade do turismo mas desprezo a estupidez de basear uma todo economia não não estrangeiros, mais uma vez! Porra os pretos são burros !

  3. Ralph

    22 de Março de 2020 as 13:08

    Isto é um problema muito assustador, sendo o coronavírus uma pandemia que está a tratar todo o mundo de forma brutalmente igualitária. Porém, posso garantir que todos os países em que já se registaram muitos casos do COVID-19 estão a enfrentar uma situação idéntica à encarada por STP. Em todos aqueles países, os seus governos estão a gastar montes avultados de dinheiro para apoiar as pessoas que vão perder os seus empregos e dar ajuda às muitas empresas que vão falir. E as falências irão para muito longe além da indústria turística, afetando quase todos os setores de muitas economias por volta do mundo. O governo de STP também terá de fazer tanto quanto for possível para suportar a sua economia e o seu povo.

    Para além disso, aqueles países muito afetados pelo alastramento do vírus têm de lidar com os muitos mortos e os cuidados de saúde que estão a acarretar a crise económica resultante. Estes são tempos do tipo pelo qual a vasta maioria das pessoas vivas hoje não tem vivido. E não posso culpar as empresas por não terem poupado ou gerido melhor os seus rendimentos porque há quase ninguem no mundo que poderia ter previsto que o mundo inteiro seria infetado por um vírus. Este surto representa uma mudança à escala tão grande que tem abalado a população mundial.

  4. Vaz

    22 de Março de 2020 as 17:34

    É preciso fazer um levantamento imediato de quais foram as empresas ligadas ao turismo que pagaram direito os impostos ao Estado e aquelas que não pagaram. As que pagaram têm que ser imediatamente ajudadas

  5. Vanplega

    23 de Março de 2020 as 2:18

    Se fosse so o turismo,davamos graca. Isto vai mais alem rapaz.

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