Sociedade

2.ª acção de formação de operadores turísticos

Associação de Defesa do Património de Mértola

Comunicado à imprensa

PROJETO EQUADOR – ENCERRAMENTO DA 2.ª AÇÃO DE FORMAÇÃO DE OPERADORES TURÍSTICOS

A 2.ª ação de formação para operadores turísticos promovida pelo projeto EQUADOR, com a duração de 36 horas, decorreu entre os dias 21 de junho e 06 de julho, das 14H00 às 17H00, na sala 2 da Biblioteca Nacional, e teve seu término ontem.

Durante os 12 dias de formação foram ministrados 9 módulos com temáticas que representavam uma necessidade para o público-alvo em causa, gerando grande interação entre os formadores e os formandos, numa clara oportunidade para esclarecer aspetos importantes sobre o Turismo em São Tomé e Príncipe, bem como para partilhar ideias e reivindicações por parte dos operadores.

No ultimo dia, o diretor da inspeção e fiscalização da Direção Geral do Turismo e Hotelaria (DGHT), Dr. Adilson Miguel da Graça, falou da importância do Plano Estratégico e de Marketing para o Turismo de São Tomé e Príncipe, tendo desafiado os formandos para se apropriarem deste documento orientador. Após a apresentação do plano estratégico, passou-se à sessão de esclarecimentos, e procedeu-se à entrega dos certificados aos 24 formandos que frequentaram a formação, finalizando a ação com um simbólico cocktail.

Depois desta fase da formação para operadores turísticos, seguir-se-ão, já no final deste mês, outras atividades que estão contempladas no âmbito do projeto EQUADOR, nomeadamente: mapeamento do património natural e cultural de São Tomé e Príncipe; formação de guias locais; apoio ao empreendedorismo no turismo; entre outras.

A ADPM, enquanto entidade promotora do Projeto Equador, agradece o contributo de todos atores locais e formandos envolvidos que ajudaram a concretizar este ciclo de formação com sucesso.

Esta iniciativa insere-se no âmbito do projeto EQUADOR – Promoção do Turismo Sustentável e Inclusivo em São Tomé e Príncipe, promovido pela ADPM em parceria com a Direção Geral de Turismo e Hotelaria de São Tomé e Príncipe, a Câmara de Caué, o Pestana Hotel Group e com o cofinanciamento do Instituto Camões.

Sobre a ADPM: A ADPM é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) sedeada em Mértola (Portugal). Foi constituída em 1980, desenvolvendo desde então uma estratégia de atuação centrada na capacitação das populações com quem trabalha e na promoção dos recursos endógenos. Tem desempenhado um papel fulcral na promoção dos recursos endógenos, atuando paralelamente em diversas áreas intervenção, tais como: Ambiente e Agricultura Sustentável; Educação/Formação; Empreendedorismo e Inovação Rural; Património, Indústrias Culturais e Criativas e Serviços de Turismo; Intervenção e Animação Social; Educação/ Cooperação para o Desenvolvimento.

    2 comentários

2 comentários

  1. Bernardo Vasconcelos

    9 de Julho de 2021 as 14:32

    Tudo na base da preguiça! O turismo é muito incerto e sempre será! Nunca fazer nada e a espera que tudo venha do céu! Aviões com turistas!!!
    Preguiçosos desde do princípio! Nem ao chicote dos brancos colonos trabalhavam. Agora querem mais coisas fáceis.
    Incrível esta mentalidade que se assiste! Um país com capacidade de se alimentar e exportar produtos agrícolas espetaculares na sua qualidade. Porquê?????

  2. Lima

    10 de Julho de 2021 as 6:27

    Turismo nunca trouxe riqueza para nenhum pais pobre.So aumentou a miseria ,a prostituicao,a pedofilia e muitas criancas sem pais.Antes de formarem jovens para caregarrem cargas e andarem a sujeitar touristas que eles mesmo nao teem a dar,deveriam formar jovens a serem bons policias,a serem informeiros,serventes nos hospitais e postos medicos.Deveriam aprender-lhes a estudar para obtencao de diplomas no campo administrativo,a serem professores ,a serem pedreiros,a saberem transformar os nossos produtos agriculos em produtos alimenticios de longa conservacao;a repararrem todos esses edificios,essas casas antigas da cidade como das antigas casas nas regioes que estao em ruinas para que na realidade essa terra possa ter coisas a serem visitadas.Visitar lixos,visitar ruinas para que os turistas tenham assuntos para escreverem livros criticando,desprezando o pais ? Todo pais pobre que recebe os pobres turistas continuam a serem pobres e cheios de miserias que seje social como no campo da saude.Nao estamos protegidos contra as doencas que os turistas podem levar.Eles protegem-se contra as nossas doencas e nos,como estamos protegidos?
    Muitas reflexoes ainda.Mais de 40 anos os dirigentes acham que é o canabis que pode ser a maneira de atirar riqueza?Assim o turismo no pais oficial de drogas tera um grande impacto economico.
    Dentro de poucos dias mais uma ou um desgracada (o)sem consciecia ,sem vergona,sem sentimento de culpa ,sem sentido de responsabilidade vai se apoderar do poder.O que vai ser feito?Quando se faz perguntas aos candidatas (os) daquilo que pensam fazer ,eles respondem com o resumo historico do passado;eles respondem com as suas biografias.Mais o que vai o futuro presidente fazer de concreto?Ele nao vai descobrir um pais,nao é uma casa nova que ele nao sabe onde esta o quarto e a cozinha.Mas sim uma casa velha com teto que deixa passar as aguas da chuva.Uma casa velha cheia de burracos e que ele ja conhece porque ele vive dentro disso.Entao quais serao os pedreiros,carpinteiros,pintores que ele levara para que essa casa se ponha de pe?Quais cozinheiras ou cozinheiros ela ou ele levara para que os habitantes dessa casa nao morram de fome?Quais custureiras para aremendar as roupas, os panos de cama todas ja rasgadas e que é urgente elas serem reparadas?Quais curandeiros para tratar dos doentes que nem folha de ponto para tratamento,nem folha damina plantada para acomodar e apaziguar o sofrimento mental como fisico.
    Entao o turismo é terciario ou mesmo deve-se dizer que ele so pode, é acabar difinitivamente com essa casa ou seja com a sua populacao.
    Chie che biedo non ka kumee. tudu kuasse sa destino de vida non é gentche.Ke kolo kwa?Ke kuwa cu non deve ,ku mina tela non so ska dukunu non é?

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