Opinião

Rafael Lopes – “Mimos” nas redes sociais, homicídio juvenil e Vila Nova

Um, dois, três! Em números, contam-se os restos mortais humanos. Triste e doloroso. Em pouco mais de um ano, são três, os jovens são-tomenses que os familiares viram a vida ser-lhes ceifada, na diáspora e de forma sangrenta ou de esclarecimento com ponto e vírgula.

No dia 24 de Maio de 2020, pai, filho e sobrinho, são baleados e feridos gravemente à luz do dia e na via pública, em Seixal, na Grande Lisboa. O filho, Wiston Rodrigues, 35 anos, modelo e alfaiate, não resistiu às balas e morreu, no imediato, deixando os filhos menores à Deus dará, em São Tomé.

Seguiu-lhe, mais de um ano depois, no dia 15 de Setembro de 2021, o Danijoy Pontes, 23 anos, à custodia do Estado português, jovem descoberto morto, numa cela do Estabelecimento Prisional de Lisboa, aonde cumpria a pena de seis anos por roubo de um telemóvel, tendo excedido, onze meses na prisão preventiva.

Mais recente e na infelicidade da profecia, não há duas, sem três, antes dos são-tomenses cumprirem ou ignorarem o “kidalê” – aconteceu no quintal do vizinho – eis que no dia 20 de Outubro último, a treva sangrenta transportando um novo cadáver juvenil, lacrimejou mais uma família na diáspora portuguesa.

O porta-voz da Polícia Judiciária que na imprensa e na mesma tarde, deu a explicação do condenável ato, morte por esfaqueamento realizado, friamente, por dois jovens, em pleno dia e na estação de Metro da linha Azul, foi bastante razoável, a contrapor a tendência recorrente, mas não conseguiu descartar o ajuste de contas.

Ao invés de drogas, assaltos com armas de fogo e mais manchas de criminalidade, esclareceu, de soslaio, de que a disputa territorial de grupos rivais de Casal de Mira e Cova de Moura e o conflito fútil de “mimos” nas redes sociais, teriam estimulados ao crime juvenil, bárbaro e covarde, sem o mínimo sentimento ao valor precioso e único, a vida de um colega estudantil, viajado, desde os cinco anos de idade para Portugal.

Qualquer mãe dá a luz à criança, despedida de pecado, igual a toda criança do mundo. Na lógica, os pais que perdem um filho, jovem, apanhado no mundo do crime, talvez a pena, caso a dor possa multiplicar-se, ela dobraria e até triplicaria. Para lá da consternação de morte e eterna perda, os progenitores são expostos, julgados e sentenciados, pública e injustamente, em simultâneo, por terem produzido uma praga social.

O Presidente Carlos Vila Nova, apostado na edificação da própria imagem, mãos apertadas à Primeira-Dama – palmas – foto arquivada desde o primeiro Presidente da Nação, diferente do conforto e complexo dos governantes das ilhas, na sua primeira viagem ao estrangeiro, depois de andar, o mês inaugural, de sorriso e peito abertos, a espalhar os afetos nas ruas de São Tomé e no contacto vis-a-vis com os técnicos e as instituições degradadas na Democracia, a Saúde, a Justiça e o Desenvolvimento, anda em falta com a Educação (também ambiental), foi mais ousado, antes mesmo de relembrar ao Primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus, da promessa feita, há meses, da propalada remodelação governamental.

Avesso ao esbanjo sigiloso de recompensa aos apoiantes, surpreendeu além-fronteiras de que foi o merecido pelo escrutínio livre e democrático para a magistratura de influência para lá do leve-leve da linha do Equador, pretendendo erguer os pilares de um novo país, justo e harmonioso com mulheres e homens, sem exclusão e em pé de igualdade.

Na escala para Glasgow, cidade de Cop 26, ou seja, da Cimeira do Clima que domina bem os temas de Escócia, foi ministro abrangido pelo Ambiente na assinatura de Cop 21, o rasgado Acordo de Paris, aquando do anterior blá-blá-blá de 2015, em desarmonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, furou a apertada agenda diplomática presidencial e visitou os familiares de Alex. Quem é o Alex, barbaramente, assassinado em Lisboa?

Até Santo Tomé, “Ver e Crer”, a narrativa de faz-de-contas, pregou partida ao mais alto Magistrado. Ilusórias pelos mil e um quilómetros quadrados que a alteração climática e a violência ambiental local, esta proporcionada pelo desnorte e ganância política, já lhe desgastam a costa, roubando a terra para o tamanho mais apertado, ainda assim, apetecível à negociata dos governantes com os estrangeiros, talvez justificasse o lapso.

O anfitrião britânico de salvação da Terra, o Primeiro-ministro Boris Johnson, a marcar o acerto de passos do Brexit com carência, menos esperada, de profissionais e meios básicos no mercado interno e forçado a manter em banho-maria, por semanas, a inflamável guerra de pesca para com a França do Presidente Emmanuel Macron, em corrida presidencial de 2022, a ser ganha, teve de levar com as ausências de peso na desgraça da poluição atmosférica.

Os Presidentes Vladimir Putin, da Rússia, Xi Jinping, da China, esta em outra guerra económica com os Estados Unidos da América, do Joe Biden, presente e, Jair Bolsonaro, os poluidores, preocupados, após a pandemia de Covid-19 com a retoma económica e os lucros do que os gases de efeito de estufa, preferiram manter-se distantes de Glasgow.

Para ouvir-lhes a voz abafada na diplomacia internacional e de quase neutralidade carbónica, mas a pagar caríssima a fatura de destruição imposta pelos países que mais emitem CO2, a partir da queima de combustíveis fósseis, ou seja, os gigantes industrializados, a lusofonia africana fez-se presente, ao mais alto nível.

Os chefes de Estados de Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, João Lourenço, Umaro Sissoco Embaló e Carlos Vila Nova, foram os respetivos porta-vozes africanos e replicaram as vulnerabilidades da África (seca + cheias = fome, 1 em cada 5 africanos, sobrevive com a penúria e a fome), a ausência de estratégia global e, em especial, a compensação financeira que não chega à África ameaçada pelos desafios da crise climática.

A inteligência humana em adaptações constantes, disporá de gincana de última hora, quando menos e fora da agenda, para que os cientistas e ambientalistas cepticistas, vençam a guerra contra os políticos, estes cegos na disputa económica e, ponham travão urgentíssimo ao aumento de emissão de gases causadores do efeito-estufa, como veneno ambiental, o dióxido de carbono (CO2) e outros males à Natureza.

Não existe outra resposta ao grito desesperado “Estamos a cavar as nossas próprias sepulturas” do português António Guterres, o Secretário-Geral das Nações Unidas, sob o risco fatal da água vadiante, cale de vez a terra do meio do mundo e o Atlântico, todo-o-poderoso, sem a Arca de Noé, na inevitável extinção humana e todo o resto, seja a única testemunha.

O discurso cerimonial – somente é permitido aquilo que está na lei – em francês, do engenheiro formado na Argélia, o Presidente Carlos Vila Nova, não sendo inédito, pode ser rubricado como descaso, partindo do itinerário de que ser pequeno, sobrecarrega alguns imbróglios na busca de acrescentar presença. Fica sim, rasgado o compromisso da lusofonia em fazer valer a língua portuguesa e nada melhor que o proveito das tribunas internacionais.

Os pés de volta e assentes no chão. No espaço de um ano, pouco mais e, pelas coincidências com o período da pandemia de Covid-19, mas sem qualquer reflexo nas notícias e na solidariedade civil nas ilhas, valeu o poder das redes sociais, o país perdeu três jovens na diáspora portuguesa. Todos eles foram engaiolados na imprensa do mundo de crime, sem que as vozes, bem sucedidas, apesar do “show” que reclamam do mediatismo, salvo exceção, ousassem abrir a garganta no lugar público para a mínima química e o destaque das fatais ocorrências.

No Estabelecimento Prisional de Lisboa, no dia 15 de Setembro, dois cadáveres de prisioneiros à responsabilidade do Estado português, foram transladados à morgue para a (autopsia?) com a autorização da procuradora de turno, a doutora Alexandra Catatau, sem necessitar de passagem da Polícia Judiciária com a missão estrita de supervisionar e relatar a estranheza ao Ministério Público, segundo a investigação jornalística.

A procuradora que autorizou, anteriormente, o corpo do ucraniano, Igor, sem mexer-se da cadeira de turno, foi a mesma que mandou levantar os corpos dos dois penitenciários, sem que a coincidência das mortes, quase a mesma hora, de dois jovens, motivasse interesse ou suspeitas na recolha de fantasmas com dedos no homicídio, numa mesma prisão.

Em observância processual, supérflua, às 7h54, o Daniel Rodrigues, de 37 anos, após os camaradas da caserna detetarem que a criatura tinha dificuldades respiratórias, foi levado à enfermaria prisional, tendo sido, pouco tempo depois declarado o falecimento. O Danijoy Pontes, de 23 anos de idade, são-tomense, já estaria morto aquando da descoberta do corpo inanimado, às 8h38, quando foi aberta a cela. Wau!? Longo, o dia de descanso.

A ligeireza da procuradora de piquete, a confiar nos agentes da Polícia de Segurança Pública, mãos na consciência, jamais viram fantasma ou algum indício de crime, mais ou menos um mês passado do “complot” sigiloso de partida dos jovens, aos interrogatórios, lá em cima, com Deus, há a entrada em cena da justiça.

O Ministério Público português, sem nada mais a empreender, viu-se no interesse célere do arquivamento processual da dupla, como “mortes naturais” de Daniel Rodrigues e Danijoy Pontes, a constar dos certificados de óbito de dois flagelos sociais.

Não conformada, a mãe do defunto, Alice Santos Costa, que registou a roupa ensanguentada e a marca de ferimento na testa do defunto, depois de reclamar o silêncio, ao mais alto nível, no encontro do presidente Carlos Vila Nova com a diáspora, encontrou também a solidariedade lisboeta com que saiu a rua, no passado sábado, 6 de Novembro, para reclamar o esclarecimento e a justiça pela morte do filho.

Na insignificância do tamanho, ainda assim, as ilhas remexeram com a agenda portuguesa, já que a vida humana, por nada, deveria ser banalizada. O fado de Salvação Climática agendado para o mesmo sábado, foi solidário e adiado para domingo, dia 7, deixando Lisboa tirar um pé de “rumba” são-tomense, clamando à Justiça Portuguesa.

As organizações do Movimento Negro em Portugal, Antirracistas e associações de Imigrantes e de Defesa dos Direitos Humanos, abraçaram a causa da família enlutada e juntos aos familiares e amigos de Danijoy Pontes, manifestaram-se sem incidente, em Lisboa, colorida pela Humanidade e acompanhada pela Polícia de Segurança Pública.

Apesar da malvadez do bicho-homem, em não distinguir, propositadamente, o lado da razão, ninguém de boa consciência, envaidece-se na pele de difícil personagem de repórter de sangue. A insistente abordagem de prestação pública no Téla Nón, à rejeição em que as três deputadas afro-descendentes, largaram aos três casos de mortes juvenis são-tomenses, finalmente, a deputada do Bloco Esquerda, Beatriz Gomes Dias, fez estreia, marcando com a presença e levantando a voz de contestatária à realidade nua e crua da (in)justiça.

Sem estar na caça dos votos – bem merece – para 30 de Janeiro de 2022, a data das próximas legislativas antecipadas, esteve enquanto fundadora do MNP, o Movimento dos Negros em Portugal e conjuntamente com Mamadou Ba, da SOS Racismo e outras caras públicas, reclamaram do Ministério Público e dos juízes a reabertura da investigação e também uma outra justiça e não a justiça racial institucionalizada, ao ponto de condenar um jovem negro, “pacato e educado”, sem antecedentes criminais, em seis anos de prisão por roubo de um telemóvel.

Desagradado com os megafones e dísticos dos manifestantes, o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, rejeitou a ótica da mãe do defunto: “Nenhuma das situações referidas pelos familiares daquele recluso se confirmam. Isto é, nem na cela, nem na roupa de Danijoy Pontes havia quaisquer vestígios de sangue!” O Sindicato Prisional esclareceu de que “não houve qualquer questão de pendor racista relacionada com aquele recluso” indo mais longe na discrição de “um rapaz pacato, de trato fácil e educado”, ao ponto de lamentar a morte e a dor dos pais de Danijoy Pontes.

Para o mal dos pecados, os relatórios internacionais insistem nas mãos duras dos juízes que enviam às prisões portuguesas, os afrodescendentes, que impedidos de liberdade, jamais beneficiariam de “mimos”. Basta ler a proporção da população prisional portuguesa.

Aliás, a ocasião faz o capitão. A África delapidada desde os Descobrimentos, ou seja, há mais de Quinhentos anos, entrou nesta semana no grande ecran, devido ao diamante e ouro de sangue e, não só, do povo da República Centro-Africana, um dos países mais pobres do mundo.

Os mais de Quinhentos milhões de euros da África, apanhados nas escutas judiciais, ao certo, construiriam em São Tomé e Príncipe, o porto de águas profundas e o hospital de referência, este pondo fim, à Deus dará dos pacientes em Portugal e, da prosperidade impulsionada, pagaria-se a cooperação internacional que tem salvado vidas humanas nas ilhas.

Os casos isolados de onze detidos, entre militares, ex-militares, agente policial e até um advogado, devido a eventual rede criminosa, para interrogatório, conheceram ontem a deliberação do juiz de instrução, Carlos Alexandre. Dois deles, ficaram na prisão e nove sujeitos às medidas mais leves, ainda assim, obrigados às apresentações periódicas nas autoridades, mas de nada, os apanhados na Operação Miríade Africana, belisca os valores fundamentais dasinstituições e o inabalável prestígio das missões de Paz e de Proteção Internacional dos militares portugueses espalhados pelo mundo, incluindo na Segurança e Salvação de vidas no Golfo da Guiné.

A não brincar em serviço, o SNCGP prometeu não “aceitar que se agrida, insulte e ataque sem qualquer fundamento válido aqueles que todos os dias vestem uma farda em representação do Estado Português”, deixando bem claro, vir a mover com ação legal, caso haja “no futuro novos episódios semelhantes” de invenção de homicídio na prisão portuguesa, incongruências de relatórios e manifestação dos afro-descendentes, a clamar justiça. Ponto final na conversa.

Em contra-mão, a futilidade afeta aos três defuntos juvenis e a hostilidade aos ensaios da “rumba” ou simplesmente, o problema do vizinho, não me toca, no faz-de-contas da república, as mortes na diáspora portuguesa, não contaram mesmo na agenda pública.

Ninguém e de boa fé expetante no ilustre representante são-tomense no Debate Africano, imaginaria o insólito, a ausência de mãozinha ao Chefe do Estado, Carlos Vila Nova, o convidado ao programa, climático, esclarecendo-lhe do nome do jovem defunto da diáspora, em que, pessoalmente, a respirar fôlego da viagem intercontinental, havia levado a solidariedade presidencial aos familiares enlutados.

Contrário de outros PALOP, nem se fosse um nome exótico, a dificultar a língua tocar no céu da boca – dica aprendida com a doutora Juzidmara Pontes – não teria acontecido a intolerável rasura que nem a pausa do engenheiro Carlos Vila Nova, viu socorro dos microfones, deixando o Presidente da República, em fato-justo, a adotar o Alex ao jovem assassinado em plena estação do Metro de Lisboa, encerrada durante horas para a perícia policial e remoção do cadáver.

O corpo de Rafael, de 18 anos, a completar 19, neste mês de Novembro, vitimado pelo golpe de faca no pescoço e nas costas, não exigiu fadiga a qualquer procurador de turno do dia 20 de Outubro. Foi testemunhado, ao ser gravemente ferido por esfaqueamento que lhe causou a morte imediata, em pleno dia, a jorrar o sangue no chão da estação de Laranjeiras.

Horas depois, a Polícia Judiciária, a exibir com altivez o serviço de segurança e tranquilidade pública – merecedor de aplausos – tinha apreendido quatro jovens, confessos do crime e roubo do telemóvel da vítima, devidamente planeado no dia anterior. Todos eles, entre os 18 e 19 anos, ouvidos no interrogatório do juiz no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, quarenta e oito horas após ao assassinato, foram indiciados pelo crime de homicídio qualificado e sujeitos à medida de coação mais gravosa, ou seja, a prisão preventiva.

A avó do Rafael, de lágrimas insuspeitas, negou de que o neto, sossegado e estudante, andasse em maus lençóis. Apenas por ciúmes de disputa por uma mesma menina, entre os jovens de bairros diferentes, perdera eternamente o Rafa, de quem cuidara desde bebé.

Descanse em Paz Rafael Vaz Lopes!

José Maria Cardoso

11.11.2021

    5 comentários

5 comentários

  1. Carlos Davi Pina

    12 de Novembro de 2021 as 11:42

    A informação é até útil, porém peca por exagerar em demasia com tantos recursos linguísticos. Incrível. Enrola de Porto Alegre a riboque para dizer bom dia ao vizinho que está bem ao lado.

    • Hilaria Lima

      14 de Novembro de 2021 as 7:20

      o importante é que ele denunciou os factos e crimes que têm acontecidos e que o senhor pode apoiar ou nao essa denuncia. Esse senhor nao escreveu para um concurso de apresentaçao de textos.
      Senhor Carlos davi Pina, o senhor criticou porque nao percebeu ou porque nao esta de acordo com o essencial daquilo que foi exposto?
      O r
      Rafael lopes so denunciou . Impporta pouco o meio ou o modo estilistico utilizado.Temos todos de ter consciência desses assuntos e ver como evitar essas situaçoes,como fazer por que cada um seje responsavel juridico como moral.

  2. luisó

    12 de Novembro de 2021 as 21:05

    Boa noite,
    Algumas considerações:
    quando alguem morre numa cadeia e não só e não se sabe a causa dessa morte é por lei obrigatório uma autópsia no IML. Foi assim feito para os dois casos e decretado ataque cardiaco. Um dos casos tinha graves antecedentes relacionados com o coração, dito pela mãe na tv. Aqui nem se pode dizer ou chamar o SOS racismo e similares porque morreram duas pessoas e um delas até era branco. Portanto num Estado de direito não vale o diz que disse ou os colegas (não camaradas como lhes chamam ) disseram. Vale o que diz o IML e se assim não for então é melhor fechar a porta e bazar. Quanto ao excesso de prisão preventiva não me parece ter havido porque ele foi a julgamento aos 11 meses e apanhou os 6 anos. Quanto ao motivo de apanhar 6 anos por roubar um telemóvel não é credível e não está espelhado na lei tanto tempo. Parece-me que o furto terá ocorrido com violência e terá sido usada uma arma branca e só por isso foi agravada para os 6 anos.
    Quanto acaso do Rodrigues quem o matou e feriu o outro santomense é de raça cigana e está identificado. Como todos nós sabemos este individuos são trans nacionais, cá e espanha, com raízes familiares nos dois lados e é uma comunidade que não se preza pela cidadania e protege até ao fim se for preciso o mais terrivel de todos desde que seja da raça. Assim é muito dificil mas chegará a sua vez…..
    Quanto ao caso do jovem esfaqueado no metro há que dize-lo sem traumas que os autores são afro descendentes de igual idade mas de outro bairro. Quem conhece os bairros onde vivem grandes comunidades de afro descendentes sabe que isto entre os jovens é mato e há grandes guerras a maior parte sem grandes danos. Dos 5 jovens detidos só 2 ficaram em prisão preventiva e os outros em liberdade a aguardar julgamento e não como se disse.
    Obrigado

  3. Carlos Matos

    13 de Novembro de 2021 as 1:18

    Realmente … fooogooo
    Por outro lado, tenho pena que esses jovens tenham tido esse final trágico, pelo que, é triste.
    Assim como é constrangedor saber que nenhum deles andavam a trabalhar nas obras, no McDonald’s ou na escola no momento do incidente.
    Uma vida é sempre uma vida e a família sofre.

  4. SANTOMÉ+CU+PLIXIMPE

    13 de Novembro de 2021 as 8:26

    Resultado do aumento de criminalidade, no loudo da nossa juventude …..Bisness..

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Topo