Sociedade

“STP um paraíso na terra” revelado no telejornal da France 2

São Tomé e Príncipe foi destaque no jornal das 13 horas de segunda-feira 22 de julho no canal francês France 2. O arquipélago foi considerado como um paraíso. A natureza exuberante, que conserva 600 espécies de plantas endémicas e de valor medicinal despertou a curiosidade do público francês. O mergulho nas profundezas do mar revelou para o público francês uma rica biodiversidade onde o cacau é a principal joia do território desconhecido.

7 Comments

7 Comments

  1. Biguer

    23 de Julho de 2024 at 10:36

    Pena que por cá não aproveitamos essas projeções organizando internamente, desde as grandes cidades até aos bairros.

  2. África Will be great

    23 de Julho de 2024 at 13:03

    É melhor ficarem mesmo só a observar, aconselharia esses jornalistas a investigarem o que a França andou a fazer no Mali, Burkina Faso e Níger.
    Essas propagandas baratas, a nova geração africana já conhece.
    Já dizia o professor ” Patrice P.L.O. Lumumba” nós os ditos intelectuais africanos se não descolonizarmos a mente somos um perigo para própria África.

    E o tela non, passa a notícia como se isso fosse grande coisa.
    A quanto tempo a França está em São Tomé e Príncipe. É só olhar para Aliança Francesa.
    Só agora descobriram isso?

    • LUPITA LOPES

      24 de Julho de 2024 at 0:00

      E as putinhas são-tomenses complexadas que se casam com os franceses pensando que ganharão uma promoção socialmente…outras ficam a abrir as pernas a todos os homens mulatos e brancos para dizerem que têm rebentos mulatos. É uma mentalidade tacanha e riquitica de submissão ao branco.
      Estas safadas andam por aí a criar os filhos/as abastardos sem serem reconhecidos pelos pais brancos,e vivem pedindo ajudas nas europas e pelo mundo fora aos serviços sociais e a generosidade de algumas pessoas para não passarem mal…apesar de viverem na miséria, muitas dessas vadias continuam a correr atrás do homem branco, e este ultimo aproveita e goza deste exotismo sexual que lhe é oferecido gratuitement. E assim vão elas parindo abastardos “teint clair”. É vergonhoso!

    • Uganda

      24 de Julho de 2024 at 6:23

      Uganda luta contra a corrupção governamental generalizada com cerca de 2,7 mil milhões de dólares americanos em financiamento público desviados todos os anos.
      Saquearam dinheiro dentro dos cofres públicos de Uganda.
      Corrupção e corruptos é que está na moda.

  3. Senhora de Mesquita

    23 de Julho de 2024 at 15:07

    Povo!
    STP é um paraíso da terra que os ladrões da elite, gatunos de Governos, classe política embriagada querem destruir. Patrice é ladrão.
    Não estejam em silêncio! Não cerrem os vossos ouvidos nem fiquem impassíveis.
    Filhos e filhas da terra com boa consciência de fazer o bem para o Povo e País, vamos todos unidos. A missão é combater is corruptos de São Tomé e Príncipe.
    Desarraiguemos-los!

  4. WXYZ

    23 de Julho de 2024 at 18:10

    So sei que daqui a 10, 15 anos se as coisas continuam como estão teremos serios problemas nesse paraiso. O nosso busio gigante endemico ja esta quase que extinto, os nossos riachos que se encontram entre os vales estão se definhando (estreitando) cada vez mais devido errosão provocada pelo abate indescriminado das arvores e com isso levando a diminuição da flora e fauna das ilhas. Quase que não se ve santomenses que fazem pavo, va-plega, cestos, corda de trepar palmeiras, coqueiros, fruteiras,jaqueiras, etc… Todo o coqueiral é antigo secular e colonial e ja esta consideravelmente diminuido. Todas as zonas litorais que deviam ser aproveitadas para plantar coqueiros estao sendo vendidas privatizadas cercadas. As nossas praias ditas doiradas estao sendo massacradas. Enfim… E sera fim com fim se não acarrinharmos esse nosso STP

  5. Edson Neves

    24 de Julho de 2024 at 1:17

    Respeitadas as opiniões contrárias e sentimentos revanchista em virtude de problemas advindos da colonização e pós colonização com a política France-Afrique (Charles de Gaulle até François Hollande), creio que ser salutar o espaço na Rede France (1, 2, 3, 4 e 5) em virtude da magnitude dessa Rede no universo global de informação (Rede de comunicação cujo público não é exclusivamente o do hexágono, diante do alto custo de publicidade e propaganda) e finalmente, por não ser primeira vez que a França faz a publicidade do Turismo nas ilhas verdes.
    Alimentar o ranço gerado pela colonização ou pós colonização francesa não vai impedir a França ser uma potência econômica e militar. Se tiver que odiar a França pela sua história, forçoso também se torna odiar todos os países que participaram da Conferência de Berlim (1884-1885) cujo objeto foi a Partilha da Africa, assim como os que não participaram (EUA, Japão, China, Rússia, Suíça), porém, na atualidade exploram a riqueza da Africa e financiam direta ou indiretamente os conflitos internos.
    A França tem ajudado São Tomé desde a sua independência em vários setores (educação, cultura, saúde, militar, etc.), inclusive nesse ano, concretamente em fevereiro colocou à disposição de São Tomé e Príncipe dois milhões de euros, suor dos contribuintes franceses. O que fez o povo santomense em contrapartida ao povo francês? Nada!
    Deixando isso de lado, já que não colabora para o bem estar do povo santomense, sobretudo, os que vivem nas ilhas verdes, creio que o Governo santomense (Primeiro Ministro e o seu Ministério titular do Turismo) deveriam aproveitar essa conjuntura geopolítica (conflito no Israel, a onda europeia contra o turismo, sobretudo, espanhola) afim de canalizar esses turistas para São Tomé sem abrir mão do turismo sustentável.
    Travas nesses sentido como: a falta de estrutura para o acolhimento em virtude de insuficiência de hotéis, pousadas, pensões, pessoal especializado, insegurança pública haja vista o aumento da criminalidade, ineficiência na prestação dos serviços (faltam hospitais, aeroporto, poder judiciário, ministério público, etc.) devem ser objeto de uma parceria entre o setor privado e o Estado.
    O país precisa investir em turismo como meio para reduzir a pobreza e a desigualdade social, tem sido ótimo instrumento para o desenvolvimento das cidades e claro de muitos países. Basta ver o papel do turismo na economia de Cabo Verde, Ilhas Seychelles, Ilhas Maurício, Botswana, Quênia, sem precisarmos tomar como referência cidades turísticas como Nova York, Paris, Salvador, Rio de Janeiro, Johanesburgo, Cabo, Barcelona, Jerusalém, Lisboa, etc.
    Ninguém questiona a função do turismo como fator de injeção de recurso financeiro ou instrumento do desenvolvimento de uma nação, o que se questiona é falta de investimento dos nossos governos no turismo como alternativa ao desenvolvimento sustentável.
    O que se questiona é muito blá blá blá e pouca ação concreta.

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