Sociedade

Em forja o projeto para reforçar a capacidade de adaptação às inundações e à segurança hídrica

São Tomé e Príncipe é um dos países mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas devido à sua geografia e características, incluindo a fragilidade dos seus ecossistemas e o baixo nível de desenvolvimento socioeconômico.

O país é afetado por eventos naturais, como inundações costeiras e fluviais, tempestades e secas que podem constituir riscos ambientais significativos se ocorrerem com intensidade e frequência não habituais como indicam algumas projeções climáticas” – disse Sulisa Quaresma, Diretora do Ambiente e Ação Climática.

A fragilidade dos serviços de acesso à água e saneamento representa uma barreira ao desenvolvimento econômico, social e ambiental do arquipélago.

Esta realidade é agravada pela fragilidade dos sistemas de recolha e encaminhamento dos resíduos, que frequentemente acabam arrastados pelas chuvas bloqueando os sistemas de drenagem.”

Para mudar o cenário atual, está a ser formulado, com o apoio do PNUD, em colaboração com o fundo LDC gerido pelo GEF, um projeto para reforçar a capacidade de adaptação às inundações e à segurança hídrica em São Tomé e Príncipe. O objetivo é aumentar a resiliência das áreas urbanas e das comunidades vulneráveis aos impactos das inundações.

Precisamos de melhores infraestruturas de drenagem juntamente com Implementação de sistema de recolha e deposição de resíduos sólidos urbanos contribui para a diminuição do impacto económicos, sociais e ambientais das inundações, e melhoria da quantidade e qualidade do acesso à água”. 

Para analisar as componentes, objetivos e áreas de intervenção do projeto, foi realizado um workshop para a recolha de subsídios.

José Bouças

1 Comment

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  1. POLVO

    14 de Fevereiro de 2025 at 0:27

    Levar a cabo estes objectivos, acções sem primeiramente, organizar, ordenar o território, ordenar as actividades das populações, sem reformular aquilo são as competências e objectivos(quadro jurídico, as acções, objectivos, competências, financiamento, receitas próprias)das autarquias locais, do governo regional, bem como do governo central nestas matérias, fazer mais do mesmo que se tem feito até aqui, a saber procurar financiamento resolver alguns problemas nos esgotos e drenagens na capital e arredores, quando todo o país, distritos, a régiao autonoma do Príncipe, sobre com fenómenos das alterações climáticas.

    Sendo São Tomé e Príncipe, pequeno, pais de dupla insularidade, fragil, com realidades de pobreza, população em crescimento, instituições fracas, marítimo, de clima equatorial quente e humido, expostos as alterações climáticas;

    É premente primeiramente o desenhar do plano de desenvolvimento nacional, planos de ordenamento do território, plano de desenvolvimento regional, planos de ordenamento do território regional, planos de desenvolvimento local, planos de pormenor, depois sim incluir, estes temas num contexto de urbanização e ordenamento do território.

    É preciso para com mantas a retalho nestes projectos e começar a ter uma visão nacional dos problemas, necessidade de trabalho, transparência, organização, rigor, responsabilidade, responsabilização, justiça, segurança, protecção, sustentabilidade, acrescentando para o progresso, modernização, a desconcentração, a descentralização do poder, das decisões, para um crescimento/desenvolvimento sustentável homogéneo do país

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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