A avaliação externa em curso dos 19 domínios técnicos do Regulamento Sanitário Internacional já demonstrou que São Tomé e Príncipe precisa, com urgência, de reforçar as capacidades laboratoriais, de modo a garantir respostas adequadas perante potenciais eventos de natureza química ou radiológica.
“Imagine-se uma inundação, uma epidemia ou até uma pandemia: os laboratórios têm de estar preparados para processar amostras e assegurar que o país dispõe de uma resposta fiável”, sublinhou Andreza Sousa, Coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica.
Há ainda, mais desafios que exigem superação. “Há também a questão do financiamento específico para emergências de saúde pública, um domínio que necessita de maior reforço”, acrescentou Vilfrido Gil Umbelina, médico da Organização Mundial da Saúde.
Esses obstáculos só poderão ser ultrapassados com a implementação do Plano de Segurança Sanitária, cujo primeiro esboço deverá estar concluído em janeiro. “Nesse plano estarão detalhadas as ações necessárias para suprir ou minimizar os domínios que carecem de maior fortalecimento”, explicou Vilfrido Gil Umbelina.
Ainda assim, registam-se progressos relevantes. No campo da cobertura vacinal, os resultados da avaliação superaram as expectativas. “A vacinação é uma área que está muito bem. Obteve uma classificação de nível 5, ou seja, sustentável”, destacou o representante da OMS.
A avaliação conta com o apoio de peritos da Organização Mundial da Saúde, reforçando que quanto mais preparado estiver o país para aplicar os domínios técnicos do Regulamento Sanitário Internacional, melhor posicionado estará para prevenir, detetar e responder a emergências de saúde pública.
José Bouças
Habitação condigna
10 de Dezembro de 2025 at 11:11
Antes de levarmos a cabos projectos, há que ter em conta as questões, transparência, rigor, a organização, o trabalho/trabalhar, da justiça, da defesa, da segurança, da proteção, da emergência, a sustentabilidade.
Assim como premência na organização/reorganização reforço e fortalecimento institucional/institucionais (a começar pela família), efectivamente temos que dar passos no reforço laboratorial, nas estatísticas, na prevenção, na emergência, na segurança e sustentabilidade
Ultimamente por exemplo, derivado talvez da ausência de energia, luz,falta de electricidade (uso de velas, candeeiros de petróleo, etc, ou simples manobras de assaltos a casas, furtos roubos), temos assistido, sequências incêndios em habitação de madeiras, com perdas de vida(situação de emergência que exige ação, respostas, quer a montante, quer a jusante), problemas de ordenamento do território, problemas de habitação, problemas de falta de resposta eficiente na resposta a emergência, corporações de bombeiros, falta de equipamentos, quer de combate as chamas, quer de transportes eficientes de feridos, doentes, grávidas aos hospitais, centro de saúde, ou maternidade,…
Outra realidade premente a falta de sangue nos hospitais
Questões de vigilância epidemiologia, questões de saúde pública, higiene urbana, saneamento do meio, paludismo, as DSTs,( por exemplo o ralo, que vemos manifestar nas peles das pessoas, deriva da presença de fungos cândidas no organismo, quando jamais tratado, problemas de cegueiras, desconforto, etc,…assim como outras DSTs, sida, a tinha, a coceiras, herpes, etc..), doenças ligadas a consumo de água imprópria, ou alimentos nada adequada ao consumo, mal lavados, mal cozidos, … convivência com lixos animais, etc…a falta de limpeza urbana/urbanismo.
Assim precisamos efectivar respostas rápidas eficientes perenes questões ligadas a emergência de modo multidisciplinar, multisectorial, pois somos um pequeno estado insular que sofremos de dupla insularidade, interna/externa, sofremos das consequências das alterações climáticas, cheias, tempestades, subidas do nível do mar, aquecimento global, intempéries, ,….e como somos ilhas de origem vulcânicas ter atenção a este pormenor e estarmos preparados,( há sempre movimento de placas tectônicas), o desaparecimento de espécies, a segurança alimentar, a segurança epidimiologica etc, etc …
Ama a tua terra, a tuas gentes, o teu território, ajuda a desenvolver o teu país
Margareth Enganada Costa
13 de Dezembro de 2025 at 1:12
STP caiu de cu há 50 anos com o 1o marido MLSTP,STP caiu de rastos com o 2° marido PCD do MT,STP cedeu a lama caíndo mais baixo…no ABISMO profundo com o seu ditador e corrupto amante criminoso da máfia política ADI-PT ( Patrice Trovoada).
Todos aqueles/as que dão as suas porcas carochas nas redes sociais PÚBLICAMENTE são os delinquentes que sonham com fama😜.
Está tudo para ser revisto!
Caranguejo Vermelho
13 de Dezembro de 2025 at 10:17
Assim como deve ter, estar equipados com laboratórios de investigação marinha, é fundamental monitorizar o ecossistema de vidas marinhas, bem como terrestres
Por outro lado necessitamos de equipamentos laboratórios de análise, dados/precisão do metrologica, estado do tempo, essencial a agricultura, a pescas, a vida em sociedade/comunidade
Laboratório/equipamento de análise e controlo de agua, de controlo a qualidade dos alimentos(validades, propriedades, estado, temperatura acidez, etc), na agricultura no controlo fitossanitário, agropecuário, aliado a veterinária,….na prevenção da saúde pública.
Ama a tua terra, as tuas gentes ajuda a desenvolver o teu país