Sociedade

Governo garante correções técnicas na marginal

Durante a visita às obras da marginal 12 de julho, o primeiro-ministro respondeu às críticas que têm circulado nas redes sociais relativamente à redução da faixa de rodagem decorrente da execução do projeto.

A obra foi concebida para reduzir a circulação ao nível da marginal, dando prioridade à ciclovia e ao passeio. Aliás, no projeto inicial a dimensão era menor; com a adaptação, aumentou mais um metro. Eram seis metros e agora são sete, o que permite a passagem confortável de dois veículos”, afirmou Américo Ramos, primeiro-ministro.

Outra preocupação manifestada pela população diz respeito às novas configurações das rotundas.

“Essas rotundas situam-se junto às escolas. Há momentos do dia em que milhares de crianças atravessam. A solução encontrada pelo projetista para acalmar o tráfego foi o estrangulamento das vias, obrigando os veículos a circular mais devagar”, explicou Francisco Romão, responsável pela equipa de fiscalização das obras.

O chefe do Governo garantiu que todos os detalhes técnicos identificados no terreno serão corrigidos antes da conclusão das obras, prevista para o final deste ano.

Por exemplo, a calçada foi uma dúvida que levantei. Será que ficará assim? Não, depois será selada”, garantiu o chefe do Governo.

Ainda no terreno, o primeiro-ministro anunciou que as obras de construção do novo hospital terão início ainda este ano.

O projeto inicial estava orçado em 17 milhões de dólares, através do Fundo Kuwait, mas tivemos de mobilizar recursos adicionais junto de outros parceiros, nomeadamente o BADEA, para complementar. O acordo já foi remetido à Assembleia Nacional para aprovação e, ainda este mês, teremos a presença do projetista para dar continuidade aos trabalhos e criar as condições para o lançamento do concurso”, assegurou Américo Ramos.

Com um orçamento estimado em 37 milhões de dólares, o novo hospital será construído na localidade de Ferreira Governo, no distrito de Lobata.

José Bouças

3 Comments

3 Comments

  1. Felicidades

    17 de Janeiro de 2026 at 15:58

    Não há necessidade de projectar o hospital porque o mesmo foi projectado quando Américo ramos era ministro das finanças e a empresa do indiano assessor do Patrice comeu quase 1 milhão nas projecções.

    No governo do Jorge bom Jesus foi a mesma coisa, houve projectistas e aprovou se uma planta.

    Este governo só deve executar o projecto aprovado e deixar de coisas de comer dinheiro.

    Américo ramos deve dar segmento ao projecto aprovado.

    • Jorge Semedo

      18 de Janeiro de 2026 at 21:41

      O macaco só olha para o rabo do outro. E a “malagueta/piri-piri” no Olho do outro é refresco. Senão vejamos:
      1. Os indianos do Patrice fizeram o projeto e “mamaram” quase 1 milhão de dólares;
      2. Tiraram o Patrice, e o Jorge Bom Jesus não deu continuidade ao projeto do indiano porque? Só o “Ameriquinho” é que deve dar continuidade ao projecto do “Bana Mon”? Porquê?
      2. Vasculhamos tudo para detectarmos o valor que o indiano “mamou”. E conseguimos. Mas não fomos capazes de detectar quanto evaporou no projecto do “Bana Mon”. Será que o projetista de Bom Jesus trabalhou de borla? Eu não acredito.
      3. Queremos cortar o direito de contratar um projectista ao “Americano”. Isto nao é justo. Se o Patrice e o Bom Jesus “loloram” o mel dos seus dedos, também é justo que o “Americano” “lole” o seu dedo, com ou sem mel.
      Quanto a mim, o novo hospital não é prioridade neste momento. Para mim, a prioridade numero um é a garantia de autosuficiência em energias limpas para possibilitar a poupança de cambiais com compra de combustiveis para produção de energia térmica. Mas os nossos parceiros querem garantir continuidade da venda dos seus combustíveis e os nossos Chicos espertos querem assegurar as ‘mixas” dos vendedores. E assim vamos nós. “Antê kê ja ê?

  2. Jorge Costa

    19 de Janeiro de 2026 at 15:51

    Vcs pensam com cabeça mesmo? Logo na marginal é tínhamos que reduzir o trânsito? Acho que deveria ser o contrário, tendo em conta que é a via principal que vai dar ao aeroporto e é o espelho da nossa cidade. Sinceramente, fico triste porque cada vez acho os santomenses não gostam de STP, o contrário de Cabo Verde.

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