Sociedade

Serviços Geográficos e Cadastrais estão paralisados por causa de dívida com o arrendamento

O diretor dos Serviços Geográficos e Cadastrais de São Tomé e Príncipe está impedido de entrar no próprio gabinete, e os funcionários foram estão em casa. Um sector que garante o ordenamento e urbanização do território nacional, mas que não tem nem terreno, nem uma casa para funcionar.

Belmiro Capela, diretor dos serviços geográficos e cadastrais explicou que o proprietário do edifício localizado no bairro da Vila Maria encerrou a casa depois de 3 anos e meio de dívida com o arrendamento. «O estado não pagou a renda», confirmou o director.

Perante a dívida acumulada, o senhorio decidiu encerrar as portas. Sem alternativas, o Belmiro Capela foi procurar uma solução no Ministério das Infraestruturas. Segundo o director os serviços geográficos e cadastrais não têm autonomia financeira. Depende da direcção administrativa e financeira do ministério das infraestruturas.

A DAF do ministério, garantiu que a ordem foi dada ao departamento do tesouro do ministério das finanças para pagar a dívida. «Seja por amortização da dívida, ou pela liquidação da mesma, isso caberá ao tesouro decidir», acrescentou Belmiro Capela.

Os Serviços Geográficos e Cadastrais continuam sem instalações próprias. Segundo o diretor, o atual edifício do Ministério das Infraestruturas foi originalmente construído para acolher os serviços do cadastro, mas após a conclusão da obra, o espaço foi ocupado pelo governo, ou melhor pelo Ministério das Infra-estruturas, que anteriormente funcionava no edifício da Vila Maria.

Abel Veiga   .

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