Príncipe homenageou figuras políticas que apoiaram a sua autonomia

Nos festejos do décimo novo aniversário da criação da Região Autónoma do Príncipe, o Governo Regional, homenageou duas figuras políticas pelo papel que desempenharam na promoção e na defesa da Autonomia na ilha.

Manuel Pinto da Costa o actual Presidente da República foi homenageado pelo seu empenho ainda na década de 80, que permitiu elevar a ilha do Príncipe para a categoria de autarquia especial, e a consequente autonomia.

Fradique de Menezes, o ex-Presidente da República que se bateu pela consolidação da Autonomia do Príncipe, e jogou papel determinante para a realização das eleições regionais que estavam adiadas há mais de uma década, mereceu homenagem. Fradique de Menezes foi também segundo o Presidente do Governo Regional, bastante combativo na luta pela aprovação do Político e Administrativo do Príncipe.

No seu discurso, José Cassandra, destacou o progresso alcançado pela ilha do Príncipe a partir do ano 2006, sob a sua liderança. A ilha do Príncipe que é hoje reserva mundial da biosfera conseguiu atrair investimentos privados acima de 70 milhões de euros, para o desenvolvimento do turismo ecológico.

Príncipe é hoje a região mais electrificada do país, apenas superado pelo distrito de Água Grande que envolve a capital São Tomé.

A festa da Autonomia no Príncipe ficou também marcada pela inauguração da nova unidade hoteleira na Roça Belo Monte.

Abel Veiga

 

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    Eterno Madiba Responder

    A fotografia presente não ilustra qualquer progresso alcançado pela ilha do Príncipe. Antes bem pelo contrário.

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      Amilcar Responder

      Não é pela fotografia que se pode estabelecer, de forma objetiva e rigorosa, os avanços de uma determinada região ou país. Só por ignorância ou má-fé se pode concluir sobre isto. Embora não viva no Príncipe, tenho lá ido com regularidade e tenho lido de forma regiular imprensa escrita e tenho visto notícias sobre a ilha do Príncipe em muitos contextos informativos. Não é por acaso que fazem parte da rede da biosfera da Unesco. Soube que foram constrúidos muitas escolas. Sei e vi com os meus olhos que estão a estender a pista do aeroporto regional. Sei que ainda hoje foi inaugurado um complexo turístioc que dizem ser o melhor do país. Sei que o ilhéu Bombom foi considerado o único resort com determinadas condições ecológicas existentes em África. Ouvi que ainda hoje entregaram casas sociais a muita gente daquela terra. Ainda há dias ouvi que o governo regional assinou contrato com uma universidade de portugal para que os estudantes do Príncipe possam ir estudar em Portugal. Estive presente quando foi a apresentação do XII recenseamento da população e habitação onde o Príncipe conseguiu que alguns indicadores em dez anos se transformassem nalguns casos em melhores ao nível do país. Hoje segundo as notícias o Príncipe é a zona do país com maior impacto na captação e realização de investimento estrangeiro. Ainda há dias ouvi que foi inaugurada uma escola profissional e uma oficina de carpintaria. Estas coisas a fotografia não mostra, meu caro. Por favor deixem de tentativa de deitar abaixo só por inveja ou má-fé. Não sou do Príncipe mas reconheço que a ilha avançou bastante nos últimos tempos. Parece até ridículo estarem a dizer estas coisas.
      Muito obrigado.

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        Trabalhador Responder

        Subscrevo, meu caro senhor. Só quem não vive em S.T.P pode dizer que naquela parcela do nosso território não houve grandes mudanças nos últimos anos. Como natural de S.Tomé estou muito satisfeito com o trabalho que aqueles governantes têm feito no Príncipe. Os meus parabéns para todos.

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          Aqui Mesmo Responder

          Só que não vive aqui no Príncipe é que pode comparar os resultados que o Príncipe obteve com a Autonomia e que obteve antigamente com outros governos regionais e chegar a conclusão que a Autonomia não trouxe resultados positivos. Eu sei muito bem como era o Príncipe antigamente e como é o Príncipe agora. Nem sequer dá para se comparar os resultados. Quem é que respeitava o Príncipe naquela altura? Todo o investimento que vinha para o país ficava só em S.Tomé. Os próprios governantes do Príncipe daquela altura contribuiam para esta festa. As pessoas do Príncipe formadas tinham que ir para S.Tomé trabalhar. Hoje em dia é o contrário. Já se vê pessoas de S.Tomé formadas a virem para aqui trabalhar e os próprios quadros do Príncipe que estavam em S.Tomé a trabalhar já começam a regressar para o Príncipe. Só quem não sabe destas coisas pode dizer que a autonomia não valeu a pena.

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        ósobo Responder

        Concordo consigo.

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    Adamastor Responder

    A situação é inconpavável. Só quem viveu naquela altura no Príncipe a vive cá agora pode comparar uma coisa desta. O Príncipe está muito melhor. Nada que se compara, minha gente.

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    Justiniano Esteves Responder

    Muito bem, só visto.

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