Lavou-se o ano velho e a sujeira ficou na praia

Há pouco mais de nove meses, cheguei a São Tomé. O que mais me encantou nesta terra, além das paisagens magníficas, foi o seu povo. Alunos, Vizinhos, Meninas que vendem as frutas no mercado, Colegas de trabalho, Funcionários do condomínio, Gerente do Banco, Amigos da Embaixada, enfim, conhecidos e desconhecidos que levam a vida com grande dignidade e alegria.

Mas, hoje, eu me entristeci muito com esse povo amado.

Desde que aqui cheguei, venho falando das belezas naturais, do paraíso que é São Tomé. Entretanto, o próprio são-tomense está tratando de minimizar isso.

Minimizar… Não quero pensar que está tratando de destruir!

Estive na praia dos Tamarindos agora, pela primeira vez neste ano e, portanto, primeira oportunidade depois da tradicional “lavagem do ano velho”.

Um contraste deprimente – o paraíso e o inferno. Paraíso das águas transparentes, cristalinas. Inferno da areia suja, dos mosquitos, do mau cheiro.

Havia tantas garrafas de vidro e plástico, latinhas, sacos plásticos e outros lixos na areia e nos locais de uso comum que se sentar tornou-se praticamente impossível.

Todo o lixo produzido nas festas de final de ano, ali foi deixado.

Os poucos que se preocuparam e jogaram seu lixo nos dois latões disponíveis na praia logo os lotaram. E o que não coube neles, depois se espalhou ao seu redor.

A faixa de areia tomada pelas ondas está limpa, o que é preocupante também, pois o mar “lavou” a sujeira e muita coisa levou consigo.

Ao entrar no mar, agora, além de termos cuidados com os ouriços – naturais e perfeitamente aceitáveis, já que estão em seu habitat – temos de nos preocupar com possíveis cacos das garrafas, latas enferrujadas que poderão nos ferir.

Estou decepcionada. A festa de lavagem do ano velho é linda, uma tradição, tem de ser levada adiante. Mas a consciência de que o ambiente é de todos deve ser cultivada.

Ao jogar uma garrafinha só na areia, estamos sujando um ambiente inteiro, que é compartilhado por todos.

A praia está imunda!

Muito além de invocar o serviço público para a coleta do lixo depositado nos latões – que é sua responsabilidade -, invoco o cidadão, para que leve o seu lixo consigo.

O lixo é nosso, foi produzido por nós, portanto, é de nossa responsabilidade. Assim como o ambiente é nosso, é por nós compartilhado e, também, nossa responsabilidade.

Se não cuidarmos do que é nosso, quem cuidará?

Lavou-se o ano de 2014, mas a sujeira ficou em 2015.

Eliane Vitorino de Moura Oliveira – LIA

Leitora Brasileira – USTP

Doutoranda em Estudos da Linguagem – PPGEL/UEL

Mestre em Estudos da Linguagem – PPGEL/UEL

Especialista em Língua Portuguesa – UEL

Professora de Português para Falantes de Outras Línguas

Professora de Língua Portuguesa

 

 

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    Vivalda Responder

    Concordo com muita coisa que esta senhora escreveu, sim, mas ainda assim não se pode generalizar: 1º porque nem todas as praias estavam na mesma situação e porque 2º, vejamos, uma coisa é consciencializar as pessoas e outra coisa é insultar a todos os são-tomenses. Não generalizemos!
    Mas é bom, é para abrirmos os olhos.

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      Eliane Oliveira Responder

      Cara Vivalda,
      Não insulto, em nenhum momento, o povo são-tomense. Jamais faria isso com um povo de que gosto tanto e que me recebeu e tem me tratado tão bem. Nenhuma linha do meu texto traz isso. O que expresso é somente uma tristeza por ver esse povo tão lindo maltratando sua riqueza maior que é a natureza exuberante dessa terra.
      E, desculpe-me, mas a grande maioria das praias ficou nesse estado sim, infelizmente.
      Obrigada por seu comentário e também por achar bom para abrir os olhos da população no sentido de cuidar mais do meio ambiente.
      O que busco é

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      Makeba Responder

      Vivalda, pelo que entendi, a senhora se referiu exclusivamente a praia “Tamarina” e, para ser sincera, não vi insulto nenhum.

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      Lupuye Responder

      Vou fazer uma analogia que pode ofender muitos e para isso desde ja as minhas desculpas.
      Tambem sou santomense e muitas vezes por vivermos ja com o lixo nas nossas ruas, quintais, cidades, pensamos que assim esta normal. O “porco” que vive na lama nao sabe que a lama e suja. Se alguem sai do pais e regressa, se ha um estrangeiro que visita, esses notam mais a situacao suja do pais. Nos os santomenses convivemos com isso e contribuimos para esse mal. Ja vi muita gente “de bem” comportando-se como se nao tivessem conhecimento que beber e atirar garrafas e plasticos para o passeio, para o quintal ou mesmo para o mato nao faz parte do bom comportamento dos cidadaos. Ha muito trabalho a ser feito para que possamos inverter essa marcha e isso deve ser assumido por todos nos porque STP pertence a todos nos e queremos ve-lo brilhar sempre.

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    Martinho Pires Responder

    Plenamente de acordo

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    Emilio Freitas Responder

    So gostaria de entender,Vivalda, por favor, aonde é que está o insulto aos santomenses nesse artigo, santa paciência, que bom que ela teve a coragem, sendo uma pessoa de fora, com seu olhar critico, chamar-nos a todo atenção, e outra , é preciso que os serviços camarários sejam mais efetivos sim, e os santolas precisam aprender a lidarem com os lixos, não precisa nem ser na praia, basta andarmos nos funca funcas de água arroz, riboque pra ver quanta porcaria a galera atira ao ar livre, depois querem um turismo sustentável. Deixem la de “fitxim” e aceitem a critica que dói menos.

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    Maria de Fatima Santos Responder

    Concordo e acrescento: Já nao se “faz” santomenses como antigamente….

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    Luciano de Oliveira Responder

    Vivalda não foi insulto não, os São tomenses são maravilhosos, um povo que como nós Brasileiros adoramos de coração, essas belas palavras da Senhora Lia foi apenas uma constatação, um alerta, para que todos unidos cuidemos dessas praias maravilhosas que existe em São Tomé e Príncipe que são na minha opinião umas das melhores do mundo, e acho que por isso devemos alertar a todos e as autoridades para que elas permaneçam lindas!!!!

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    Manuel Jorge de Carvalho do Rio Responder

    Caros leitores,
    Esta oportuna e real constatação desta nossa querida e amiga professora, é sem duvidas uma verdade. As nossas praias após os dias de grandes visitas ficam num estado de sujeira bastante alarmante. Creio que devemos continuar com todo o processo de sensibilização das nossas populações, no tocante, ao relacionamento com os líxos industriais. Também, os importadores das garrafas, latas, plasticos e outros, devem sofrer logo na entrada desses produtos de um imposto que venha cobrir com as despesas de limpeza e sensibilização. Só as camaras não vão conseguir. Talvez a sociedade civil organizada, os comerciantes, enfim todos devemos dar as mãos para esta causa de salubridade e conservação da nossa bela natureza. As nossas praias por si só não são muito grandes, mais são bonitas. Por isso devemos dar maior atenção as mesmas. Ultimamente, me tem ressaltado as vistas que na foz dos rios Agua Grande, Manuel Jorge, Papagaio no Príncipe, principalmente nos dias de muita chuva em que as descargas de agua vêm com muita força aumentando o caudal do rios (agua mato), conseguem arrastar para as prais grande quantidade de latas, plasticos, garrafas para a foz e inunda as prais com este tipo de líxo. Assim,ao meu ver penso que devemos estender também as nossas sensibilizações para as comunidades do interior que circunscrevem a margem dos referidos rios e outros.
    A questão da Educação Ambiental nos curriculum escolares deve ser obrigatório a todos os níveis e mesmo a radio e a televisão devem criar espaços para a moralização da sociedade neste aspecto de educação ambiental.
    Todos juntos podemos tornar o nosso País num lugar proprio que dá gosto de viver.
    Obrigado.
    Jorge Carvalho
    Presidente ONG MARAPA
    Mestre Actor Desenvolvimento Rural

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      Eliane Oliveira Responder

      Obrigada pelo apoio!

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        Manuel JFD de Sousa Responder

        Carissima Eliane Oliveira,
        Estive em Sao Tome recentemente, uns dias antes do Natal. Em meu regresso escrevi uma curta estoria de ficcao, parte de uma trilogia chamada “Sao Tome”. Baseei-me em alguns factos reais. Nela ainda introduzi alguns elementos de relevo e interesse tradicional e cultural. Sendo um ficcao, como eh compreendido, usa-se muito o surreal e o imaginario na compilacao da estoria. Gostaria com imenso prazer, partilha-la/comunga-la com a Prezada Eliane Oliveira, muito a guisa de parabeniza-la pela sua sensibilidade e justo amor a Terra de Sao Tome e Principe, pelo que solicito o favor de me enviar seu email para tal efeito de envio para si. Quem nao ama a Terra, acaba-a desprezando e maltratando e esse nao eh de forma alguma seu caso e outros Respeitaveis Irmaos/as aqui presentes. Tambem este desejo de partlha eh estendido a todos estes e aqueles outros Estimados que o pretendam. Quem hoje nao se preocupa, acredito que podera passar a faze-lo amanha e depois e depois, e vir a amar muito mais a Terra do podemos imaginar. Quantos mais nutrirem amor pelas Ilhas de Sao Tome e Principe melhor sera para todos os Saotomenses e todos os que amam tao belo Paraiso, que convem preservar para bem daqueles que ainda estao para nascer… Um Kandandu/Abracao aqui de Angola / Manuel de Sousa (PS: Mesmo nao conhecendo de perto ate ha pouco tempo, passei duas vezes por la de barco, o qual ficava ao largo, mas, sempre amei profundamente a Terra Saotomense e seu bom e simpatico Povo)…

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      Hilaria Lima de menezes Responder

      Rara sao as vezes que faço comentarios. Mais hoje achei que deveria.Porque isso é a minha maior preocupaçao com o povo santomense. Estou completamente de acordo consigo, senhor Manuel George de Carvalho do Rio, sobretudo quando evoca a possibilidade de um imposto quando chega a Sao Tomé e Principe todos esses matériais plasticos que o nosso territorio nao tem possibilidades para fazer desaparecer de maneira eficaz como se faz nos paises desenvolvidos e que eles mesmos as vezes nem sabem como fazer de certos outros. Portanto, nao so cobrar impostos mais também impedir mesmo a entrada desses plasticos de qualquer a forma que seja: em garafas, sacos etc etc.Qualquer que seja o transportador(tourista, cidadao ou comercial).Uma multa logo no aeroporto ou no porto se alguêm levar plasticos consigo.As pessoas utilizam sacos de plastico para acenderem o fogo na cozinha e sao incapazes de saber que respirando o fumo produzido correm um rico muito grande no caompo do cancer.O teatro “os cretivos tem uma peça que evoca esse problema de lixos mais infelizmente tenho impressao que pouca gente vê esse programa. A senhora Alda Espirito Santo escreveu ” Quem matou o rio da minha terra” mesmo assim a nossa cidade assim como o nosso “mato” é hoje uma lixeira no ceu aberto. Uma campanha muito grande e intensiva tem que existir para sensibilizar as crianças assim como os jovens e os mais velhos como se fez e talvez continua-se fazendo no campo do paludismo. Ja nao é possivel continuar-se assim.Nos temos sabedoria no fabrico de cestos com produtos das palmeiras que deveria-se fazer para uso nas compras ou mesmo para outras coisas sem necessidade de sacos plasticos.
      Isso nao é uma liçao que estou dando a ninguem mais é a tristeza que sinto quando vejo esse pais.
      Quero tambem agradecer a senhora Eliane oliveira pelo olhar que deitou nesse pais de maneira ojectiva mesmo se objectivo é tambem subjectivo.Peço com antecedencia uma tolerencia pelos erros de português cometido ao longo dessa escrita sem justificar as razoes porque elas sao muitas.Tenho tentado manter o meu português mas…..

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    Lede di Alami Responder

    STP transformou-se no pais de banho………bebeda cu sa na la

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    Tibério Santos Responder

    A mudança parte de cada um de nós, tenho convicção que ainda veremos mudanças! Então aceito as críticas e aprendo com elas. Força São Tomé e Príncipe!

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    Zmaria Cardoso Responder

    Em criança, o arco do barril de vinho ou velharia de machin era religiosamente colocado no inicio das escadas para que a lama fosse ali depositada. Depois vinham os sacos para deixar tudo limpinho a entrar em casa.
    Era culturalmente assim as nossas cubatas. Em Outubro ultimo resisti entrar em certas casas com o sapato enlameado. Descalcei-me sempre!
    Muito carinhosamente, um dos visitados passou-me as maos pela cabeça “voces trazem cada habito de la de fora! Casa ja ta suja!”
    O meu amigo que nao me leia nao dista de quem ve insulto nesse grito de alerta feito por uma estrangeira. Ela ve o que ja nao vemos.
    Imaginem se fosse um santomense a assumir este gesto critico para que as nossas praias continuem a exalar perfume unico?
    O velho ditado: feio non pega, so mesmo o bonito.
    As escolas devem fazer muito mais para preservar as nossas riquezas.

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    Pierre Responder

    MINHA HUMILDE OPINIÃO INFELISMENTE NA NOSSA QUERIDA TERRA LOGO QUANDO SE FALA A VERDADES, JA SE ESTA A DENIGRIR, JA SE ESTAR Á HUMILHAR, MAS QUEIRA OU NÃO A VERDADE TEM DE SER DITA, NÃO PODEMOS AGRADAR A TODOS QUANDO SE TRATA DO QUE É VERDADE, INFELISMENTE JA É RECORENTE OQUE ESTA SENHORA HUMILDEMENTE FALA E NÓS SABEMOS DISSO,AGORA NÓS QUEREMOS DEFENDER QUEM PRATICA ESTES ACTOS, QUE NÓS SABEMOS QUE É PREJUDICIAL AO PAÍS E A TODOS NÓS, NÓS TEMOS QUE ACEITAR AS CRITICAS CONSTRUTIVAS, ELAS SÃO PARA MELHORAR, PARA REFLÉCTIR, DEPOIS PARA CORRIGIR, A SENHORA TEVE A INICIATIVA DE ABORDAR ALGO QUE TODOS NÓS SABEMOS, PORTANTO NÃO VALE APENA FINJIRMOS PORQUE SABEMOS MUITO BEM QUE ISTO NÃO É DE HOJE.

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    Manuel JFD de Sousa Responder

    Carissima Irma Amiga Eliane Vitorino de Moura Oliveira, se me permite que a trate assim?
    Eh sempre bom que alguem que ama um lugar tao belo e paradisiaco como Sao Tome e Principe ou outro qualquer do Mundo, tenha essa seu amor pela terra local, como voce o demonstrou claramente e de forma concreta.
    Quem nao ama uma terra de forma sincera, nao quer saber do mal que faz a terra, seja ela tida como sua (daquele que se diz da terra) ou nao.
    Na verdade, ao observar uma ocorrencia que a todos e tudo prrejudica, esta mostrando preocupacao e um admiravel grau de consciencia.
    Eu nao considero ninguem estrangeiro ou naciona daqui ou dali, pois, a consciencia e a sensibilidade eh algo humano e internacional e que so faz bem a todos nos…
    Voce ali tambem demonstra que ama o bom Povo de Sao Tome e aquilo de lindo e maravilhoso que esta ao dispor de todos e que, deve ser um bem de toda a gente e que todos sem excepcao, devem preservar com afinco.
    Faco votos que, em proximos anos, haja mais controlo no lixo, pois, a Mae Natureza fica muito chateada e triste connosco, quando nao a amamos e nem respeitamos, e por vezes, revolta-se de tal maneira que, depois, so temos que tentar proteger das consequencias de tanto mal que lhe fazemos…
    Quem consome, deve pegar em seu lixo e leva-lo para casa, para que este seja devidamente recolhido e tratado em lugares mais apropriados para tal…
    Amemos a Mae Natureza e a Consciencia de ser e fazer, pois, nao ha nada mais precioso para a preservacao das nossas proprias vidas e da vida em geral…
    Estou em crer que, com tal alerta oportunamente levado ao conhecimento de quem quer que seja, em proximas ocasioes, ja havera uma maior e mais generalizada consciencia e cuidado e a sujeira sera evitada para o bem, sobretudo, para o Bom e Simpatico Povo de Sao Tome e Principe, que merece ter e manter uma das terras mais belas e unicas do Planeta…
    Abracos aos Irmaos Amigos e Respeitosos Beijos as Irmas Amigas e Paz/Shalon e excelente Ano para todos os Saotomenses e Amigos e aos que amam Sao Tome e Principe… / Manuel de Sousa – Luanda – Angola – Email: starwalker@netcabo.co.ao

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    Maria silva Responder

    Eu continuo a dizer ” falta de Educação e formaçao” , o engraçado é que ja fomos exemplo no quesito limpeza!
    Como Santomense recebo esta critica como uma critica construtiva!!!

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      Eliane Oliveira Responder

      Obrigada!

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    Vaz Responder

    Grande visão de alguém que não nasceu aqui, mas que sente mais santomense do que muitos santomenses.

    Ela fez uma boa constatação, vamos pegar nesta critica e fazer como algo de bom e tentar corrigir este mal.

    Vamos deixar de ser ignorante, vamos começar a ter visão mais critica do país, só assim podemos almejar o desenvolvimento, que nós tanto esperamos.

    ” Quem não aceita as críticas, não esta preparado para o desenvolvimento”

    bem aja a todos
    Gil Vaz.

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    Arroz Subistancia Responder

    Eu acho que a senhora Vivalda foi infeliz no seu comentario e queria lhe aconcelhar para deixar peixarada em casa nao acusar por acusar.

    Por outro lado quero dizer que falta tudo nas nossas praias por exemplo se uma pessoa sentir fezes na praia PM tem que ir cagar atraz do museu etc etc etc.

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    Norberto Responder

    A mae natureza agradece obrigado pelo alerta vivant s.tome e principe

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    Ambiental Responder

    Quando andamos a fazer trabalho de alerta sobre o meio ambiente a TVS passa horas dar musica e publicidade que não avança com desenvolvimento da sociedade cível,é preciso haver manifestação de forma alerta o cidadão em comum que o pais só muda se a nossa mentalidade mudar, não podemos tomar banho pela metade sem ter agua, e preciso apostar seriamente na educação.
    está preste a ser País dos desorganizado onde a leia não são comprida, onde a policia da câmara não agi sobre o seu meio, onde o policia nacional não sabe própria a lei. é preciso haver educação

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    Piedade Bandeira Responder

    valeu gostei do artigo temos que aprender a cuidar do que é nosso

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    Bernardo Nunes Responder

    Parabéns à Eliane por este seu artigo. Felicito-a pela franqueza do artigo em que demonstra um enorme carinho por STP. Nesse sentido, aquilo que ela diz deve ser entendido como uma crítica construtiva.

    Tenho pena é que ela não tenha sido a priemira pessoa a referir este problema das praias. Apesar da beleza natural, muitos santomenses tÊm vindo a degradar as suas praias, quer seja através de lixo, quer seja através do roubo de areia. Sem uma autoridade forte para contrariar estas tendÊncias, o turismo nunca será uma real oportunidade para o país.

    Digo isto com pena no meu coração. Conheço STP há muitos anos e esta conversa sobre a limpeza das praias é sempre a mesma. A Eliane não foi a primeira pessoa a alertar para esta situação, mas a verdade é que nada foi feito para melhorar.

    As mentalidades tÊm que mudar, porque estas criticas despertam em muitos santomenses um sentimento de arrogância, com comentários muito pouco agradáveis para os estrangeiros. Vivi diversas situações na Praia dos Tamarinos e das Conchas em que fui literalmente insultado pelos locais devido aos meus comentários. sobre o lixo.

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    saloio Responder

    Muito obrigada pela critica assim podemos ter mais vergonha e cuidar do q e nosso. Mas minha amiga uma parte do povo desta Terra n aceita criticas ofenden se logo, por essa razao as ilhas n vao a frente , e prior ainda sao aqueles que dizem ter conhecimento do que e bom e nao fazem nada .No dia que souberem dar maos a palmatoria ai sim tudo ou muita coisa ha de melhorar.Critica ajuda a melhorar.xaueee

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    João Vaz Responder

    Deixo um link para um Blog que luta pela salubridade e correta gestão dos resíduos em São Tomé e Príncipe. Os Vossos contributos serão apreciados.
    http://saotomelimpo.blogspot.pt/

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    Manuel JFD de Sousa Responder

    Por favor alguem que possa aqui estar a ler, envie-me ou indique um Site ou Portal onde possa investigar sobre lendas de Sereias nas tradicoes de Sao Tome e Principe…
    Preciso tambem saber se ha actualmente uma Figura de Relevo na questao Mistica em Sao Tome e Principe. Um Xaman de Fama ou um Espirita conceituado ou outro Mistico (Macon, Rosacruz ou outro, que seja Saotomense).
    Todos estes elementos sao importantes para a minha segunda estoria e para a terceira. Como referi em minha mensagem anterior, tao logo regressei a Luanda, fui acabando de escrever a primeira estoria, que ja vinha comigo na Mente. Esta pode ser partilhada com todos aqueles de vos que o pretendam, pelo que para o efeito, deverao enviar os respectivos emails para o meu endereco email indicado aqui… Fraternais Saudacoes Respeitosas… / Manuel de Sousa – em Luanda – Angola

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