Cultura

Mesa Redonda ” Memórias coloniais: o que fica dos passados difíceis”

Mesa Redonda ” Memórias coloniais: o que fica dos passados difíceis” com Conceiçao Lima, Fernanda Pontífice, Inês Nascimento Rodrigues e Miguel Cardina , e lançamento dos  Livros ” As Voltas do passado : As Guerras coloniais e as lutas de Libertação”  de Miguel Cardina e Bruno sena Martins e a “Espectros de Batepá. Memórias e narrativas do «Massacre de 1953» em São Tomé e Príncipe” de Inês Nascimento Rodrigues, a ter lugar na quarta feira dia 4 de Julho a partir das 16:00 Horas na CACAU.

    2 comentários

2 comentários

  1. Seabra

    4 de Julho de 2018 as 9:51

    Passado passado está. Estàmos no PRESENTE que está bem mais difícil, do que aquilo que diz respeito ao passado colonial. Há mais miséria, fome , desemprêgo, Bufaria, crime odioso (tão grave , até mesmo mais do que a PIDE ).
    QUEM ASSASSINOU O JPS / JORGE dos Santos? Porquê ? Quem ele incomodava?
    Porquê que nenhum dirigente político ( Ministros e outros),veio condenar este atroz crime publicamente ? Quem está por de trás deste maquiavélico crime? Há 28 anos é que STP entrou na ÉRA de crime,com a chegada da família Trovoada.
    A situação política, social , económica em STP está CAÓTICA.
    A política do PT-ADI e Máfia tem como divisa : DIVIDIR PARA REINAR.
    Na política do PT-ADI, é usada para définir a estratégia para manter o país e a população dividida. Se houve ruptura DIVISÃO, não se é possível a UNIÃO para combater o inimigo comum PT-ADI e Máfia.
    Seja como for, o POVO vai ter que lutar contra os adversários de STP (acelerando a destruição do país ), que é o governo actual .
    Que ninguém aceite os míseros trocados em DOBRAS para ir votar PT-ADI, como tem o rebento Trovoada por costume de fazer, durante a campanha, onde vai comprar a população que ele próprio levou à DECADÊNCIA.
    SEJEMOS DIGNOS RESISTINDO À TODA E QUALQUER FORMA DE CORRUPAÇÃO. GRITEMOS JUNTOS UM ” NÃO “MASSIVO !

  2. MIGBAI

    18 de Julho de 2018 as 14:21

    Meus manos.
    Sempre a falar do passado para justificar o presente.
    Chega de tanta estupidez e falta de inteligência pro-ativa.
    Digamos que o melhor seria “colonialismo NEGRO: O QUE FICA DO PRESENTE PARA O FUTURO DIFICIL”
    Assim sim, está correto.

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