Comunidade piscatória da ilha do Príncipe, LAPA, marca a história do processo de transição energética na ilha do Príncipe. Pela primeira vez os cerca de 40 habitantes da comunidade beneficiam de energia eléctrica e limpa.
Painéis solares e baterias recarregáveis foram instalados na comunidade mais isolada da ilha do Príncipe. Um investimento do governo da Região Autónoma do Príncipe, que segundo o Presidente do Governo Regional Filipe Nascimento, se enquadra na política de valorização da pessoa humana.



Isaqueo Napoleão, secretário Regional para as infraestruturas, realçou o momento histórico. «É um marco histórico para a comunidade de Lapa, bem como para a região autónoma e o país no seu todo», afirmou.
Natal significa luz, mas também amor. A população isolada recebeu cabazes para a quadra festiva, e um televisor público com acesso a canais internacionais. Para reforçar a quebra do isolamento, o governo regional prometeu a entrega nos próximos tempos de uma embarcação nova para ligar Lapa com outras regiões do Príncipe.


Príncipe que é património mundial da biosfera, ainda depende muito da energia fóssil(gasóleo). A transição energética é o caminho para fortalecer a preservação do ambiente, no património mundial da biosfera.
Abel Veiga
Renato Cardoso
26 de Dezembro de 2024 at 19:03
Solução de remendo e depois tudo escangalhado e recomeçar eternamente.
Sejam ambiciosos e façam o planeamento estratégico para o imediato,curto,médio e longo prazo e com sustentabilidade!
Mas são tão preguiçosos e ignorantes que nunca são capazes de inverter a situação miserável em que vegetam!
Haja paciência!
lobata
26 de Dezembro de 2024 at 21:55
Sr Renato com respeito pela tua opinião mas deve estar a falar com desconhecimento da realidade. Eu conheço Lapa k é uma zona atras de montanha e que nao tem facilidade para levar rede de energia. Se governo regional levou enegia solar com armazenagem de bateria não é coisa boa?
Agostinho Miguel
29 de Dezembro de 2024 at 1:57
Ignorante é aquele que nada faz, para mudar a forma de viver dos conterrâneos. Só porque teve a sorte de ir para outro país, onde a realidade é diferente, não lhe dá a liberdade de chamar preguiçosos e ignorantes ao seu semelhante. Falta-lhe a vontade de ajudar e sobra-lhe a de criticar…
Santo António
30 de Dezembro de 2024 at 9:09
Tudo muito bem. Mas isto instalado de forma isolada não diz muita coisa. Quem encarregará de as manter?