Desporto

Chalino sobre CPLP: « sera (…) momento impar»

A terceira é de vez! Muitos utilizam esta passagem para justificar o seu optimismo em relação a concretização de uma acção ou organização de um evento, que depois de duas tentaivas falhadas, se materializa na terceira oportunidade.

Este mesmo dito, serve nesta altura ao desporto nacional, que quatro décadas depois da sua institucionalização, estará na eminência de ver realizar pela primeira vez no arquipelago, o maior evento desportivo da comunidade falante da lingua portuguesa, após duas tentativas frustradas, por inúmeras razões, com relevo para as infra-estruturas desportivas, evidenciou o chefe do executivo, Patrice Trovoada.

Os jogos de 2018, oficialmente apresentado na última semana, têm suiscitados várias reações, onde releva a emocionante declaração do responsável da pasta do Desporto, Marcelino Sanches ‘Chálino’, que não tem sobras de dúvidas que estes jogos representarão um momento impar para a juventude da comunidade.

“Estes jogos constituirão sem sombras de dúvidas um momento impar na vida dos jovens que para aqui viajarão e viverão uma experiência que certamente lhes acompanharão ao longo das suas vidas”.

Já para os jovens santomenses será um momento de regozijo, acentuou o Chalino.

Será igualmente um momento de júbilo. Levar o melhor que temos e receber aquilo que os outros trazem, será pois, um momento privilegiado de troca, de confraternização e de competição assente em valores universais da democracia, do respeito pelo próximo, da irmandade e da solidariedade”.

Recorde-se que os jogos tiveram a sua génese em 1992, em Portugal.

Henrie Martins

 

    1 comentário

1 comentário

  1. Rapariga da Macumba

    22 de Janeiro de 2018 as 13:17

    Eu votei para a pessoa errada,um filhinho de papai e ainda por cima é um grande ditador
    Amigo pessoal de Paul Kagame, cointadinha de mim nunca sai do pais. Pai dele já foi presidente da república o meu é um simples motoqueiro. Estou disposta a tudo mas não é exagero. O que é que euposso fazer para este homem “Fazer Sair”, mano fala só porque eu preciso saber.
    Vou ter que fazer Milongoê, Milongoê, senão vou ficar bwé doida, bwé doida
    Já não sei o que fazer para lhe fazer entender, que agora vivemos em democracia, que São Tomé não e Gabão e muito menos Ruanda.Ele é protegido por tropas ruandesas e eu sou do povo pequeno,minha única opção é fazer uma Macumba.
    Vou ter que fazer Milongoê,Milongoê, senão vou ficar bwé doida, bwé doida
    Iném ké muê, bi fada mu,Kuá kum pô fé pam non kolê kugabonês séni tela nom

    Adaptação da musica dos Rapazes do Milongo,

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