Desporto

Seleção de xadrez sem visto e a Olimpíada fica ameaçada

A aguardada participação da seleção são-tomense de xadrez na 44ª edição de Olimpíada de xadrez na Índia, poderá estar em risco, por falta de visto, para entrar em Portugal, com destino ao país anfitrião.

Com saída marcada para último sábado, a comitiva são-tomense viu-se obrigada a ficar em terra, por razões menos prováveis, falta de visto, não concebido pela embaixada de Portugal.

Face à situação, a Federação de Xadrez de São Tomé e Príncipe vem por este meio solicitar o apoio de todos os governantes de modo a encontrar uma solução junto à entidade portuguesa, de modo a viabilizar a participação de São Tomé e Príncipe.

Embora sem uma luz verde, os responsáveis federativos acreditam no final feliz, e que o país possa tomar parte na competição, a decorrer de 28/07/2022 a 10/08/2022 na Índia, com as respetivas seleções masculina e feminina.

Martins dos Santos

3 Comments

3 Comments

  1. Manel vicente

    26 de Julho de 2022 at 5:19

    Pois é,
    Eu também fui vitima dessa situação.
    Sou empresário, ja fui a Portugal mais de 15 vezes e la permanecia no maximo 30 dias, das viagens que ja fiz para lá.
    Desta vez solicitei a marcação, por email, para a entrega das documentacoes, pura e simplesmente, nao obtive resposta da Embaixada Portuguesa em STP. Mas, tem gente, cidadão comum que lhe é atribuído visto para Portugal com muita facilidade, o que parece ser, ao neu ver assunto de polícia.
    Não sei para que serve, verdadeiramente a cplp.
    Esse acordo de mobilidade assinado com os países da cplp é uma farsa, nao tem servido os interesses dos cidadãos.
    O povo,o governo, o estado Santomense, abrem os olhos.
    Perante essa tamanha anomalia, é vosso dever agir e já.

    Mas

  2. Manuel Vicente

    26 de Julho de 2022 at 5:42

    Isto não surpreende, se não fosse porque o presidente da República tem passaporte diplomática, não me surpreenderia que um dia ser-lhe-ia negado o visto par Portugal, kkk.
    Eu pessoalmente fui vítima dessa situação. Sou empresário, santomense, emprego direta ou indiretamente, mas de 40 pessoas e tive eventos para assistir em Portugal e não pude ir porque a solicitação para a marcação da data para a entrega dos documentos, feita por email, não foi respondida, foi ignorada, simplesmente, apesar ter insistido.
    É esse CPLP que temos, é essa cooperação que temos , é esse acordo de mobilidade que temos, que só funciona num sentido.
    O governo português que faça uma investigação nessa embaixada de Portugal em S. Tomé. Há relatos que vistos têm sido atribuídos a uns com muita ligeireza e a quem merece, de facto, negado.
    Pois, não se compreende como é que um empresário, que precisa de mobilidade, para tratar dos assuntos da sua empresa não consegue viajar para Portugal, sabendo que essa pessoa já foi a esse país mais de 15 vezes e sempre voltou, no prazo estabelecido.

  3. Clemilson brasileiro

    26 de Julho de 2022 at 21:51

    Tem que pagar um suborno daí eles te dão o passaporte

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