Economia

8 milhões de euros para apoiar a transição energética em STP

O Banco Africano de Desenvolvimento(BAD), concedeu ao Governo são-tomense o valor de 8 milhões de euros, para implementar a transição energética no país.

Para dar a boa nova as autoridades são-tomenses,o BAD enviou Philippe Ossoucah, seu quadro superior para reunir-se com o MInistro das Obras Públicas, Infraestruturas e Recursos Naturais, Osvaldo Abreu.

O programa de apoio a transição energética vai permitir ao governo são-tomense, lançar as bases para a instalação de unidades de produção de energias renováveis, tanto em São Tomé como na ilha do Príncipe.

O programa financiado pelo BAD, começa a ser implementado a partir do ano 2020.

Abel Veiga

    13 comentários

13 comentários

  1. Boinal

    16 de Outubro de 2019 as 6:57

    Lá vão mais 8 milhões para o lixo

  2. Alligator

    16 de Outubro de 2019 as 8:22

    Seja bem-vindo tudo que for para o bem de STP. Agora, vamos esperar para ver o momento da implementação.

  3. Smash

    16 de Outubro de 2019 as 15:04

    Governo FRACO e MEDÍOCRE!!! Nada irá ser implementado… A BIOS é muito limitada infelizmente. Come gelados com a testa quem quer!!!É só rir.

  4. Conobbia Prata

    16 de Outubro de 2019 as 21:32

    50% vai ser consumido pelos salários e subsídios dos Consultores Externos e chefes de projectos, viaturas de altas cilindradas e respectivos combustiveis para a banga dos já mencionados, viagens de férias dos expatriados, abonos de família e propinas escolares nas melhores escolas no ocidente para os filhos dos expatriados, seguro de saúde para os expatriados e os chefes nacionais de projectos,
    30 % vai as rendas de casas e aluguer dos quartos nos hotéis para os expatriados do projecto, computadores geradores e combustíveis para os geradores mais a.sua.manutencao incluindo os consumíveis, etc.
    10% para luvas aos dirigentes do país
    e restaram os últimos 10% ou seja apenas 800 mil dólares serão efectivamente aplicados em neste projecto e apenas a sua apresentação. No fim todos milhões voltarão a proveniência/ocidente e restaram STP acrescentar estes oito milhões ao fardo da dívida pública. Quadrados, ladroes, preguiçosos mentais e cheios de banga.

    • Púmbú

      17 de Outubro de 2019 as 1:36

      Realidade que quase faz chorar!!!
      O que é que podemos e devemos fazer para evitar e mudar este tipo de situaçāo?

    • Tony Lacerda

      18 de Outubro de 2019 as 16:23

      Completamente de acordo com o comentário e com os cálculos, se calhar ainda vai haver um desvio e os 8 milhões não chega aí fica Stp em dívida…

    • Ralph

      23 de Outubro de 2019 as 6:14

      Tenho medo de que o Conobbia Preta esteja correto na sua avaliação da situação. Vejo algo semelhante decorrer com uma frequência deprimente em relação a concessões dadas a comunidades indígenas na Austrália. A maioria do dinheiro atribuido vai echendo os bolsos de empresas que afirmam ‘ajudar’ as comunidades a melhorar as suas próprias condições de vida. É um desperdício estupendo de dinheiro público. Espero que a mesma não aconteça neste caso.

  5. martins

    17 de Outubro de 2019 as 9:58

    boa noticia

    mais uns apartamentos vendidos em portugal

    sera desta que o estado de sao tome me vai pagar o que deve.do agostinho neto

    com tantos milhoes e de perguntar se termina a central das caldeiras, no rio ouro, ainda hoje nao se viu nada nem ninguem sabe para onde foi o dinheiro para a sua construçao.

    • Tony Lacerda

      18 de Outubro de 2019 as 16:21

      É bom para a Remax em Portugal

  6. Urubu

    18 de Outubro de 2019 as 16:36

    Por favor nao enviem dinheiro para o governo de Stp!!!!!!!!

    Façam antes assim, obriguem a privatização da Emae, e contratem empresas especializadas em produção de energia alternativa, isto é contratem o projeto directamente para que as coisas funcionem, senão o kumbu vai desaparecer em contratos da tanga, muitos Jeep vão-se vender e no fim foi mais um projeto que falhou.

    Privatização da Emae, tem que ser obrigatório, porque como não pagam nada a fornecedores, os investidores acabam por matar o projeto, a Emae está habituada a consumir gasóleo e não paga, além de ter técnicos imcompetentes.

    Deveria ser o caminho de Stp nas energias alternativas, tem todas as condições climáticas para tal, mas os responsáveis pelo País só querem saber o que sobra em kumbu para eles.

    É a realidade de Stp sem ilusões

  7. Rogelim dos Ramos

    22 de Outubro de 2019 as 7:52

    Quantas vezes iremos ter que ver isso a acontecer no nosso país?
    É uma pena ver o ciclo da corrupção intacta.

  8. Clemilson brasileiro

    23 de Outubro de 2019 as 1:24

    Em 2025 vamos perguntar onde foi parar os 8 milhões de euros ?

  9. Ralph

    23 de Outubro de 2019 as 6:05

    Gosto muito desta iniciativa e estou certo que fará uma diferença importante na transição energética do país. Porém, receio que os 8 milhões de euros não vão longe em estabelecer um sistema de centrais de energia renováveis, dado as ineficiências e corrupção inerentes num processo como isso. Mas, como dizem, tem-se por começar a partir de algum lugar. É melhor que nada.

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